O presbiterianismo brasileiro descende do norte-americano, e especialmente daquele praticado na fronteira norte-americana durante o séc. XIX, com toda a influência avivalista que caracteriza esse momento no protestantismo norte-americano.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Matthew Henry e a disciplina puritana da oração em família
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| John Faed (1819-1902). A noite de sábado do lavrador. Gravura. Museu Burns House, Mauchline, Escócia, Reino Unido. |
Neste artigo, o Prof. Hughes Oliphant Old parte da obra de Matthew Henry para descrever a prática puritana da oração diária em família, o Culto doméstico, traçando um paralelo entre ela e o ofício diário monástico medieval -- demonstrando, afinal, uma imensa catolicidade nessa importante disciplina familiar puritana.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
O uso do "Sursum corda" em Calvino
por Jack KinneerOriginalmente publicado em Roots of Reformed worship, n. 6, 1998.
Embora Calvino tenha dado a seu manual de culto de 1542 o título de A Forma das Orações e o modo de ministrar os Sacramentos segundo o uso da Igreja antiga, há pouca conexão textual entre a liturgia de Calvino e as fórmulas litúrgicas da antiguidade. Muitos dos elementos considerados clássicos não estão presentes em sua Forma das Orações. Ele não usa o Kyrie eleison, o Agnus Dei, o Te Deum, o Gloria in excelsis ou o Sanctus. Contudo, em um ponto de sua liturgia, Calvino decidiu conservar um trecho de um texto litúrgico antigo. Este texto é normalmente chamado de Sursum corda.
sábado, 21 de junho de 2014
Reflexões a respeito da influência da tradição anglicana sobre a prática litúrgica reformada contemporânea
Existe influência da tradição anglicana sobre a prática reformada contemporânea?
Por Jonathan W. Williams
Originalmente publicado em The Aquila Report, 21 de setembro de 2012. Traduzido com permissão.
Muitas novas igrejas na Presbyerian Church of America (PCA) adotaram um "estilo" de culto que incorpora muitos dos elementos da tradição anglicana em sua liturgia. Embora talvez ainda cantem "cânticos de louvor", os hinos e salmos parecem estar voltando, mesmo que com melodias que soam mais modernas, e executados em outros instrumentos além de pianos e órgãos. Talvez uma igreja plantada nos anos 1980 incluísse em seu culto teatros e dramatizações todo domingo, enquanto pode ser que uma igreja plantada hoje inclua a Comunhão todo domingo.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Monges em oração
Rev. Dan Baumgartner
Monks at prayer originalmente publicado em Bethany Briefs, órgão oficial da Bethany Presbyterian Church, Seattle, Washington, EUA, em setembro de 2008. Todos os direitos reservados ao autor.
Em junho, participei de um seminário chamado "Writing and the Pastoral Life" ["O escrever e a vida pastoral"], com Eugene Peterson. Foi sediado em Collegeville, Minnesota, lar da Universidade e Abadia Beneditina de São João, e me provocou a refletir um bocado sobre o que é seguir Jesus a longo prazo.
Monks at prayer originalmente publicado em Bethany Briefs, órgão oficial da Bethany Presbyterian Church, Seattle, Washington, EUA, em setembro de 2008. Todos os direitos reservados ao autor.
Em junho, participei de um seminário chamado "Writing and the Pastoral Life" ["O escrever e a vida pastoral"], com Eugene Peterson. Foi sediado em Collegeville, Minnesota, lar da Universidade e Abadia Beneditina de São João, e me provocou a refletir um bocado sobre o que é seguir Jesus a longo prazo.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Por que presbiterianos deveriam ler o Livro de Oração Comum?
por John Ross
tradução de Eduardo Henrique Chagas
Why Should Presbyterians Read the Book of Common Prayer? originalmente publicado em Recycled Missionaries. Traduzido com permissão. A tradução é de inteira responsabilidade do Tradutor.
Uma versão deste artigo foi lida na conferência Positively Presbyterian em Larbert, agosto de 2012.
tradução de Eduardo Henrique Chagas
Why Should Presbyterians Read the Book of Common Prayer? originalmente publicado em Recycled Missionaries. Traduzido com permissão. A tradução é de inteira responsabilidade do Tradutor.
Uma versão deste artigo foi lida na conferência Positively Presbyterian em Larbert, agosto de 2012.
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| A revolta contra a introdução do Livro de Oração inglês na Escócia em 1637. |
Introdução
Por que presbiterianos confessionais deveriam se interessar pelo Livro de Oração Comum? Será um sinal de que abandonamos nossa herança tradicional e perdemos nossa perspectiva histórica distinta? Se for, estamos em boa companhia. Thomas Chalmers uma vez escreveu a um amigo anglicano: "Admiro por demais (...) os seus Artigos, seu Livro de Oração, suas Homilias."1terça-feira, 17 de dezembro de 2013
"O culto litúrgico é morto!"
Por James Shiels.
Texto originalmente publicado em A Wandering Pilgrim: Liturgical Worship is dead, 31 de julho de 2011. Traduzido com permissão.
"O culto litúrgico é morto."
"Deus só gosta de orações espontâneas, não de 'orações enlatadas'."
"O culto anglicano é chato! Levante-se, dance, divirta-se!"
Eu escutei cada uma dessas objeções (e tantas outras) contra o culto litúrgico. Quando eu era um protestante evangelical, provavelmente eu mesmo teria feito essas afirmações, apesar de jamais ter participado de uma igreja fortemente litúrgica. Minha opinião sobre o culto litúrgico era bem típica dos demais evangelicais: ritual morto. É, eu achava que igrejas litúrgicas eram mortas. Para um não-cristão, a palavra "litúrgico" pode indicar que o culto é desanimado, mas, como cristãos, as consequências são bem mais sérias. Quando alguém diz que uma igreja é "morta", isto não significa apenas que o culto é chato ou engessado, mas que ela não segue a vontade de Deus, que ela deu as costas ao "verdadeiro" culto cristão ou, pior ainda, que Deus deu as costas para essa igreja. Apesar da firmeza da minha opinião, eu nunca sequer me incomodei em pesquisar o que seria o culto litúrgico, nem sequer sabia o que litúrgico significava, muito menos a sua história. Para mim, litúrgico significava ritual e repetição mecânica, e eu com certeza jamais me envolveria com nada disso.
sábado, 20 de julho de 2013
Solenidade no presbiterianismo: "compondo a Mesa"?
Sem. Eduardo H. Chagas
Algo que eu já venho observando há um bom tempo, desde minha época de Faculdade de Direito, na verdade, são as influências que o presbiterianismo brasileiro recebe na hora de elaborar o seu cerimonial. De fato, parece que a vontade de fugir de tudo o que lembre o romanismo é tão grande que qualquer outra fonte que ofereça um cerimonial com "ordem e decência" é mais válida do que as fontes da Igreja cristã histórica.
Algo que eu já venho observando há um bom tempo, desde minha época de Faculdade de Direito, na verdade, são as influências que o presbiterianismo brasileiro recebe na hora de elaborar o seu cerimonial. De fato, parece que a vontade de fugir de tudo o que lembre o romanismo é tão grande que qualquer outra fonte que ofereça um cerimonial com "ordem e decência" é mais válida do que as fontes da Igreja cristã histórica.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Sobre togas e túnicas
Nos comentários do post Presbiterato e vestes talares, Thiago Titillo deixou perguntas que eu acho que valem um post próprio. Vamos a elas!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Conversa com Nathan
Por David Chilton
Conversations with Nathan extraído e traduzido de Date-Dabitur
Nota: Esta conversa, ou uma versão razoavelmente próxima dela, aconteceu recentemente em uma noite de domingo, quando meu filho de sete anos de idade, Nathan, e eu, visitamos uma igreja evangélica para um culto especial. Embora ela tenha acontecido em várias partes (terminando tarde da noite, naquele domingo), para fins literários eu reconstruí a conversa como se tivesse acontecido inteira durante o culto. Confesso que boa parte dela aconteceu durante o culto mesmo, enquanto eu tentava explicar o culto evangélico para um jovem impressionável.
Conversations with Nathan extraído e traduzido de Date-Dabitur
Nota: Esta conversa, ou uma versão razoavelmente próxima dela, aconteceu recentemente em uma noite de domingo, quando meu filho de sete anos de idade, Nathan, e eu, visitamos uma igreja evangélica para um culto especial. Embora ela tenha acontecido em várias partes (terminando tarde da noite, naquele domingo), para fins literários eu reconstruí a conversa como se tivesse acontecido inteira durante o culto. Confesso que boa parte dela aconteceu durante o culto mesmo, enquanto eu tentava explicar o culto evangélico para um jovem impressionável.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Iniciação Cristã
A Sociedade pela Liturgia Reformada publica, hoje, seu Ritual de Iniciação Cristã.
Desde os primórdios da Reforma, grande atenção foi dada a esses ritos, que não apenas marcam eventos sociais (como o nascimento e a passagem à vida adulta), mas refletem de forma marcante e visível eventos centrais da própria fé cristã.
Desde os primórdios da Reforma, grande atenção foi dada a esses ritos, que não apenas marcam eventos sociais (como o nascimento e a passagem à vida adulta), mas refletem de forma marcante e visível eventos centrais da própria fé cristã.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Liturgia 2.0?
Me mandaram este vídeo do Marcos Botelho, colunista da Ultimato, falando sobre uma nova proposta de liturgia para os dias de hoje, teoricamente capaz de, ou mais hábil para, comunicar o Evangelho à atual geração, cronicamente hiperativa e portadora de déficit agudo de atenção.
Minhas humildes considerações sobre ele:
Me pareceu que eles não fazem qualquer diferenciação entre um simpósio, ou ciclo de palestras, como foi Lausanne, e o Culto Divino. Veja, ele iguala "discurso religioso" e Culto. Ou Sermão e Culto.
Minhas humildes considerações sobre ele:
Me pareceu que eles não fazem qualquer diferenciação entre um simpósio, ou ciclo de palestras, como foi Lausanne, e o Culto Divino. Veja, ele iguala "discurso religioso" e Culto. Ou Sermão e Culto.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Carta Aberta aos vogais do Conselho de Hinologia, Hinódia e Música da IPB
Na verdade, eu mandei isto por e-mail aos conselheiros. Mas publico aqui também, por ser pertinente.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O sentido do Credo e da Oração do Senhor no culto
do meu Formspring.
Pra que serve ficar repetindo todo domingo "credo apostólico" e "Pai Nosso"? Isso não torna o culto enfadonho?
Só fica "enfadonho" pra quem não sabe o porquê de se fazer isso e por isso prefere que cada culto, a cada domingo, tenha uma novidade, seja algo diferente do anterior. Não costumam perceber que cantar meia dúzia de cânticos seguidos de um sermão e bênção, por mais estripulias que se coloque entre um e outro, também é "mesmice"...
Pra que serve ficar repetindo todo domingo "credo apostólico" e "Pai Nosso"? Isso não torna o culto enfadonho?Só fica "enfadonho" pra quem não sabe o porquê de se fazer isso e por isso prefere que cada culto, a cada domingo, tenha uma novidade, seja algo diferente do anterior. Não costumam perceber que cantar meia dúzia de cânticos seguidos de um sermão e bênção, por mais estripulias que se coloque entre um e outro, também é "mesmice"...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Saudade de Roma? Não!
Nos comentários do post A Liturgia Evangélica 22: A Bênção, o Nilson fez um questionamento tão bom e tão pertinente, e a resposta ficou tão extensa, que acho que rende um post próprio. Aqui vai:
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Culto: XXII Domingo do Tempo Comum, Ano C (29/08/2010)
Ontem tivemos a oportunidade, além de ministrar aula na Escola Dominical, de celebrar o culto e pregar na Congregação Presbiteriana do Jardim Paulistano, aqui em Franca.
Ordem Litúrgica
Texto integral do Sermão
E aqui, o culto, na íntegra (menos os cânticos):
Ordem Litúrgica
Texto integral do Sermão
E aqui, o culto, na íntegra (menos os cânticos):
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A Liturgia Evangélica 22: A Bênção
Por Michael "iMonk" Spencer.The Evangelical Liturgy 22: The Benediction originalmente publicado em InternetMonk, 8 de novembro de 2009. Traduzido com permissão.
Estamos chegando ao fim desta série. Sinto-me muito honrado por todos vocês que seguiram conosco neste passeio. Espero que alguém tenha, com isso, pensado na glória perdida da tradição litúrgica protestante, e as muitas e maravilhosas conexões bíblicas, evangélicas e ecumênicas que são possíveis ao se restabelecer alguma forma dela no evangelicalismo.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O que vocês acham dos ministros de louvor?
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Liturgia Evangélica 21: O Apelo
Por Michael "iMonk" Spencer.
The Evangelical Liturgy 21: The Invitation originalmente publicado em InternetMonk, 3 de novembro de 2009. Traduzido com permissão.
Para nossos amigos litúrgicos espiando esta série, o apelo público será certamente um bicho esquisito, evocando imagens de uma trilha de serragem e pecadores em prantos suplicando aos pés de um palco enquanto um evangelista os insta a orar. Na verdade o apelo é simplesmente uma porção do culto onde os participantes que talvez desejem fazer certos atos como confessar sua fé ou aderir à igreja, por meio de um ato público inicial, em um culto público, geralmente no fim da celebração, que consiste em ir lá na frente falar com o ministro, podem fazê-lo.
Eu sou um opositor ferrenho do apelo público no culto. Já escrevi extensamente sobre isso no InternetMonk em vários artigos passados. Confira Leave your seat, leave your sin [Deixe seu banco, deixe seu pecado, N. do T.], partes 1, 2 and 3. No entanto, esta série está descrevendo uma liturgia protestante típica, e os fatos são inegáveis: a maioria dos evangélicos e boa parte dos protestantes faz uso de alguma forma de apelo público, de modo que ele precisa ser abordado em uma discussão de liturgia.
The Evangelical Liturgy 21: The Invitation originalmente publicado em InternetMonk, 3 de novembro de 2009. Traduzido com permissão.
Para nossos amigos litúrgicos espiando esta série, o apelo público será certamente um bicho esquisito, evocando imagens de uma trilha de serragem e pecadores em prantos suplicando aos pés de um palco enquanto um evangelista os insta a orar. Na verdade o apelo é simplesmente uma porção do culto onde os participantes que talvez desejem fazer certos atos como confessar sua fé ou aderir à igreja, por meio de um ato público inicial, em um culto público, geralmente no fim da celebração, que consiste em ir lá na frente falar com o ministro, podem fazê-lo.
Eu sou um opositor ferrenho do apelo público no culto. Já escrevi extensamente sobre isso no InternetMonk em vários artigos passados. Confira Leave your seat, leave your sin [Deixe seu banco, deixe seu pecado, N. do T.], partes 1, 2 and 3. No entanto, esta série está descrevendo uma liturgia protestante típica, e os fatos são inegáveis: a maioria dos evangélicos e boa parte dos protestantes faz uso de alguma forma de apelo público, de modo que ele precisa ser abordado em uma discussão de liturgia.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A Liturgia Evangélica 20: Silêncio
Por Michael "iMonk" Spencer.
The Evangelical Liturgy 20: Silence originalmente publicado em InternetMonk, 29 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.
O silêncio foi banido da maior parte dos cultos contemporâneos como se fosse uma coisa totalmente vil; no entanto, qual consumidor de cultos modernos não voltaria de um retiro monástico dizendo "eu adorei o silêncio"?
A liturgia protestante não tem tradição de silêncio, mas momentos de silêncio foram incorporados, com freqüência, no culto protestante.
The Evangelical Liturgy 20: Silence originalmente publicado em InternetMonk, 29 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.
O silêncio foi banido da maior parte dos cultos contemporâneos como se fosse uma coisa totalmente vil; no entanto, qual consumidor de cultos modernos não voltaria de um retiro monástico dizendo "eu adorei o silêncio"?
A liturgia protestante não tem tradição de silêncio, mas momentos de silêncio foram incorporados, com freqüência, no culto protestante.
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