quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Sim e não: a Quaresma e a fé reformada hoje

Viver como fiéis discípulos de Jesus exige tomar decisões criteriosas. 

Por John D. Witvliet*
Originalmente publicado em The Banner, 18 fev. 2011. 
Trad. Eduardo Henrique Chagas 

Nós somos chamados a "julgar todas as coisas" (I Ts 5.21), a "discernir as coisas excelentes" (Fp 1.10). Para ver este processo de discernimento na prática, vamos pensar na história da Quaresma, o tradicional período de 40 dias (sem contar os domingos) de preparação para a Páscoa.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O que é plantar uma igreja sacramental?

Traduzido de What is sacramental church planting?, em Anglican Church in North America.


Por Rev. Cônego Dan Alger*


“Se é que você curte esse tipo de coisa.”

Uma vez eu fui com um amigo visitar uma igreja que estava sendo plantada, que tinha raízes na tradição não-denominacional. Ele estava animado para me levar, porque a sua igreja partilhava da Ceia do Senhor semanalmente, e ele sabia que eu “curtia Comunhão”.

sábado, 21 de junho de 2014

Reflexões a respeito da influência da tradição anglicana sobre a prática litúrgica reformada contemporânea

Existe influência da tradição anglicana sobre a prática reformada contemporânea? 


 Por Jonathan W. Williams

Originalmente publicado em The Aquila Report, 21 de setembro de 2012. Traduzido com permissão. 

Muitas novas igrejas na Presbyerian Church of America (PCA) adotaram um "estilo" de culto que incorpora muitos dos elementos da tradição anglicana em sua liturgia. Embora talvez ainda cantem "cânticos de louvor", os hinos e salmos parecem estar voltando, mesmo que com melodias que soam mais modernas, e executados em outros instrumentos além de pianos e órgãos. Talvez uma igreja plantada nos anos 1980 incluísse em seu culto teatros e dramatizações todo domingo, enquanto pode ser que uma igreja plantada hoje inclua a Comunhão todo domingo. 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Monges em oração

Rev. Dan Baumgartner

Monks at prayer originalmente publicado em Bethany Briefs, órgão oficial da Bethany Presbyterian Church, Seattle, Washington, EUA, em setembro de 2008. Todos os direitos reservados ao autor.

Em junho, participei de um seminário chamado "Writing and the Pastoral Life" ["O escrever e a vida pastoral"], com Eugene Peterson. Foi sediado em Collegeville, Minnesota, lar da Universidade e Abadia Beneditina de São João, e me provocou a refletir um bocado sobre o que é seguir Jesus a longo prazo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Por que presbiterianos deveriam ler o Livro de Oração Comum?

por John Ross
tradução de Eduardo Henrique Chagas

Why Should Presbyterians Read the Book of Common Prayer? originalmente publicado em Recycled Missionaries. Traduzido com permissão. A tradução é de inteira responsabilidade do Tradutor.


Uma versão deste artigo foi lida na conferência Positively Presbyterian em Larbert, agosto de 2012.

A revolta contra a introdução do Livro de Oração inglês na Escócia em 1637.

Introdução

Por que presbiterianos confessionais deveriam se interessar pelo Livro de Oração Comum? Será um sinal de que abandonamos nossa herança tradicional e perdemos nossa perspectiva histórica distinta? Se for, estamos em boa companhia. Thomas Chalmers uma vez escreveu a um amigo anglicano: "Admiro por demais (...) os seus Artigos, seu Livro de Oração, suas Homilias."1