quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Monges em oração

Rev. Dan Baumgartner

Monks at prayer originalmente publicado em Bethany Briefs, órgão oficial da Bethany Presbyterian Church, Seattle, Washington, EUA, em setembro de 2008. Todos os direitos reservados ao autor.

Em junho, participei de um seminário chamado "Writing and the Pastoral Life" ["O escrever e a vida pastoral"], com Eugene Peterson. Foi sediado em Collegeville, Minnesota, lar da Universidade e Abadia Beneditina de São João, e me provocou a refletir um bocado sobre o que é seguir Jesus a longo prazo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Por que presbiterianos deveriam ler o Livro de Oração Comum?

por John Ross
tradução de Eduardo Henrique Chagas

Why Should Presbyterians Read the Book of Common Prayer? originalmente publicado em Recycled Missionaries. Traduzido com permissão. A tradução é de inteira responsabilidade do Tradutor.


Uma versão deste artigo foi lida na conferência Positively Presbyterian em Larbert, agosto de 2012.

A revolta contra a introdução do Livro de Oração inglês na Escócia em 1637.

Introdução

Por que presbiterianos confessionais deveriam se interessar pelo Livro de Oração Comum? Será um sinal de que abandonamos nossa herança tradicional e perdemos nossa perspectiva histórica distinta? Se for, estamos em boa companhia. Thomas Chalmers uma vez escreveu a um amigo anglicano: "Admiro por demais (...) os seus Artigos, seu Livro de Oração, suas Homilias."1

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Valores essenciais: Unidade



Sem. Eduardo H. Chagas

SERMÃO
I Coríntios 1.10-17

Sermão pregado à Igreja Presbiteriana Independente de Araraquara em 26 de janeiro de 2014, 3.º Domingo do Tempo Comum, Ano A.


INTRODUÇÃO

No Brasil existe um ditado, com o qual nós não podemos concordar, de que “política, futebol e religião não se discute”. Nós bem sabemos por que o ditado existe. É muito difícil para pessoas que têm opiniões diferentes nesses três assuntos trocar ideias de forma racional, objetiva, sem que as paixões que esses assuntos despertam façam o debate esquentar.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Solenidade do Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo (S. Mateus 3.13-17)

Sem. Eduardo H. Chagas.

Comentário ao Evangelho do Dia (1º Domingo após a Epifania, Batismo do Senhor, ano A), proferido à Igreja Presbiteriana de Franca em 12 de janeiro de 2014.


Hoje, pelo calendário litúrgico, comemoramos o Batismo do Senhor Jesus. É a segunda etapa da Epifania, ou seja, da revelação de Jesus ao mundo como Rei e Senhor. A primeira, como vimos na semana passada, foi a adoração dos magos, emblemática de que todos os povos, línguas e nações um dia se prostrarão diante do Senhor Jesus e o adorarão, como o Apocalipse também afirma.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

"O culto litúrgico é morto!"



Por James Shiels.

Texto originalmente publicado em A Wandering Pilgrim: Liturgical Worship is dead, 31 de julho de 2011. Traduzido com permissão.



"O culto litúrgico é morto."

"Deus só gosta de orações espontâneas, não de 'orações enlatadas'."

"O culto anglicano é chato! Levante-se, dance, divirta-se!"

Eu escutei cada uma dessas objeções (e tantas outras) contra o culto litúrgico. Quando eu era um protestante evangelical, provavelmente eu mesmo teria feito essas afirmações, apesar de jamais ter participado de uma igreja fortemente litúrgica. Minha opinião sobre o culto litúrgico era bem típica dos demais evangelicais: ritual morto. É, eu achava que igrejas litúrgicas eram mortas. Para um não-cristão, a palavra "litúrgico" pode indicar que o culto é desanimado, mas, como cristãos, as consequências são bem mais sérias. Quando alguém diz que uma igreja é "morta", isto não significa apenas que o culto é chato ou engessado, mas que ela não segue a vontade de Deus, que ela deu as costas ao "verdadeiro" culto cristão ou, pior ainda, que Deus deu as costas para essa igreja. Apesar da firmeza da minha opinião, eu nunca sequer me incomodei em pesquisar o que seria o culto litúrgico, nem sequer sabia o que litúrgico significava, muito menos a sua história. Para mim, litúrgico significava ritual e repetição mecânica, e eu com certeza jamais me envolveria com nada disso.