<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901</id><updated>2012-02-16T08:11:11.199-02:00</updated><category term='Reviews'/><category term='Música'/><category term='Paramentos litúrgicos'/><category term='Liturgia Comparada'/><category term='Arquitetura'/><category term='História'/><category term='Prática Litúrgica'/><category term='Sermões'/><category term='Batismo'/><category term='Oração'/><category term='Diversos'/><category term='Modelos de liturgia'/><category term='Calendário Cristão'/><category term='Série: Uma reforma bem conservadora'/><category term='Vídeos'/><category term='Teologia do Culto'/><category term='Série: Liturgia Evangélica'/><category term='Pregação'/><category term='Série: Presbiterianos e Liturgia'/><category term='Santa Ceia'/><title type='text'>Sociedade pela Liturgia Reformada</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>110</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-9141081003420941564</id><published>2011-10-17T18:00:00.000-02:00</published><updated>2011-10-17T17:59:45.815-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paramentos litúrgicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>Sobre togas e túnicas</title><content type='html'>Nos comentários do post &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2008/07/presbiterato-e-vestes-talares.html"&gt;Presbiterato e vestes talares&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, Thiago Titillo deixou perguntas que eu acho que valem um post próprio. Vamos a elas!&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;1) Há diferença entre "toga" e "túnica"?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se vende na maioria das lojas brasileiras de paramentos com o nome de "túnica", geralmente é a alba. Veja: na &lt;a href="http://www.caminhodalux.com.br/loja/detalhes.asp?id=179&amp;amp;produto=314"&gt;Caminho da Lux&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.artesacro.com.br/paramentos-liturgicos/tunicas/"&gt;Arte Sacro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.cordis.com.br/v1/?page=produtos2&amp;amp;cat=b9b5b12a23&amp;amp;subcat=32&amp;amp;nome=T%FAnicas&amp;amp;nome2=T%FAnicas"&gt;Cordis&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.deaparamentos.com.br/produtos/paramentos/tunicas"&gt;D&amp;amp;A Paramentos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://casadoclero.lojatemporaria.com/paramentaria/tunicas"&gt;Casa do Clero&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.mebnet.comercial.ws/santaines/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;amp;tipo_busca=categoria&amp;amp;codigo_categoria=17"&gt;Paramentos Santa Inês &lt;/a&gt;etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse no outro artigo, a alba é historicamente a roupa de todos os cristãos batizados, e &lt;b&gt;especialmente&lt;/b&gt; nos meios batistas isso é verdade, porque é costumeiro em muitos lugares que o pessoal seja batizado usando uma versão adaptada da alba. Ela enfatiza o Santo Batismo como o início da vida cristã. E creio que, para um batista, isso fala fortemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fORjwreWIRY/Tpx5fiUL1NI/AAAAAAAABNg/5pMrycztATM/s1600/baptism.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="124" src="http://2.bp.blogspot.com/-fORjwreWIRY/Tpx5fiUL1NI/AAAAAAAABNg/5pMrycztATM/s200/baptism.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; A toga, como já dissemos várias vezes também, enfatiza por outro lado o papel de docência do ministro, porque é um traje acadêmico na sua origem e natureza. Abaixo, procissão acadêmica em Princeton:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-490OHdLh4HE/Tpx6S_0tffI/AAAAAAAABNo/HIISvDBAZF8/s1600/Princeton.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/-490OHdLh4HE/Tpx6S_0tffI/AAAAAAAABNo/HIISvDBAZF8/s200/Princeton.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; A estola, quando usada (seja sobre a alba, seja sobre a toga), representa a investidura da Igreja, o reconhecimento que ela faz de que esta pessoa foi vocacionada por Deus para ministrar a sua Palavra e os seus Sacramentos/Ordenanças. O pastor não está ali só porque quer, ou porque é bonito, charmoso ou carismático. O pastor foi vocacionado, chamado por Deus para uma missão. A estola é a marca dessa vocação. Aqui, o Rev. Sean G. Walters recebe a estola, após a imposição de mãos do pastor sinodal, na Christ Lutheran Church, em New Castle, Pensilvânia (EUA):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UHax18PwDD8/Tpx6b6wIejI/AAAAAAAABNw/A2M4qcyrCRU/s1600/094.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-UHax18PwDD8/Tpx6b6wIejI/AAAAAAAABNw/A2M4qcyrCRU/s200/094.jpg" width="146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Afora o significado por trás da toga e da túnica/alba, os cortes e os tecidos usados são bem diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; A alba costuma ser feita de um tecido leve (porque os católicos usam toneladas de outras coisas por cima dela). Por isso, ela é bem adequada pra qualquer clima. Recomendo as de fibra natural, especialmente linho e algodão. Amarrotam e são horríveis para passar a ferro, mas ao contrário do poliéster, tecidos naturais RESPIRAM! Geralmente ela tem uma gola alta e você não precisa se preocupar com o que veste por baixo. Se estiver calor, uma camiseta branca já resolve! Outra vantagem é que o desenho é fácil de pegar, a maioria das costureiras pode fazer uma pra você pela metade ou menos do preço das lojas de paramentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--CaKLGq1GwU/Tpx9YUg7viI/AAAAAAAABOQ/sQTRWglGVKM/s1600/alb450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/--CaKLGq1GwU/Tpx9YUg7viI/AAAAAAAABOQ/sQTRWglGVKM/s200/alb450.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A toga, por sua vez, é por natureza uma roupa pesada. Vão uns 6 a 7 metros de pano na confecção do modelo genebrino, e precisa ser um pano pesado pras pregas ficarem legais. Pra se ter uma idéia do drama, esta foto foi tirada &lt;a href="http://sewingtodistraction.blogspot.com/2008/05/finshing-touches.html"&gt;do blog de uma moça&lt;/a&gt;, agora doutora em ciências da computação, que resolveu fazer sua própria toga quando terminava seu doutorado. A toga ainda não estava pronta:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P4CZpyXxXX4/Tpx7Kos-wtI/AAAAAAAABN4/hT8YXyfoJEI/s1600/partialConstructionBack.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-P4CZpyXxXX4/Tpx7Kos-wtI/AAAAAAAABN4/hT8YXyfoJEI/s200/partialConstructionBack.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; Crepe ou oxford são o que as grandes fábricas americanas usam. Elas oferecem lã fria também, que dá um caimento infinitamente superior (e acredite, conforto térmico também), mas triplica o preço. Ela é tradicionalmente feita com uma gola em V, então você precisa usar uma camisa clerical, ou camisa e gravata, por baixo. E não é qualquer costureira que vai encarar um projeto desses. A senhora que fez a do meu tio, pastor da IPI graduado em Londrina, jura que nunca mais quer ter de fazer um pregueado desses na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma alternativa é o modelo do talar luterano, bem mais simples, leve e econômico (tá, mais ou menos). E se for feito na medida certa, não mostra a camisa que você usa por baixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gGkEm1pdVF8/Tpx7v3PCb3I/AAAAAAAABOI/6036ZwWBzEU/s1600/767_org.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-gGkEm1pdVF8/Tpx7v3PCb3I/AAAAAAAABOI/6036ZwWBzEU/s200/767_org.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atualização, 17/10/2011:&lt;/b&gt; É bom esclarecer que esse modelo de talar não é exclusivo dos luteranos. Reformados e congregacionais europeus (inclusive batistas) usam sempre esse mesmo modelo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2) Para um ministro batista (meu caso) qual seria a melhor indicação e como os ministros batistas que fazem uso do aparato(nos EUA, pois aqui é raro) o usam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ps.: Lembro-me do Pastor Fausto com sua "toga" ("túnica"? é a mesma coisa?) preta e um pequeno detalhe vermelho à altura do pescoço, ministrando na PIB RJ.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Bom, os batistas como os conhecemos hoje são meio que dissidentes do congregacionalismo britânico (Confissão de Fé de Londres etc.). As togas que eles usavam eram as mesmas dos ministros congregacionais e presbiterianos de lá, que eram as das universidades onde cada ministro se graduava.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As togas britânicas em geral são abertas na frente e nas mangas, o que exige que se vista batina por baixo delas (ou, mais recentemente, terno e gravata). Esse é o visual típico dos ministros da Igreja da Escócia e da United Reformed Church:&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SQDhfKtpDM4/TpyIRb70TII/AAAAAAAABPA/U0sAKgNVhws/s1600/je-walker-photo-fullsize.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-SQDhfKtpDM4/TpyIRb70TII/AAAAAAAABPA/U0sAKgNVhws/s200/je-walker-photo-fullsize.jpg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o pequeno detalhe que os Moderadores das Assembléias Gerais das igrejas presbiterianas britânicas e irlandesas usam uma toga decorada com borlas, e muitas vezes, batinas de cores diferentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kAclPOaGqAc/TpyEONwu9yI/AAAAAAAABOo/FhM7Qkmxy1s/s1600/913_org.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://4.bp.blogspot.com/-kAclPOaGqAc/TpyEONwu9yI/AAAAAAAABOo/FhM7Qkmxy1s/s200/913_org.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, alguns ministros começam a abandonar a toga e usar só a batina [e estola], com peitilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atualização, 17/10/2011:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Enquanto isso, outros britânicos se bandeiam pro sistema americano, que padroniza o corte das togas acadêmicas.&amp;nbsp;Essa toga padronizada, que vendem nos EUA com o nome de &lt;i&gt;Geneva&lt;/i&gt;, é o modelo que nós conhecemos melhor aqui no Brasil: gola em V, normalmente vestida fechada, sem batina por baixo, mas com gravata, camisa e calça sociais, ou camisa de colarinho clerical. (Vale lembrar que em Genebra, como no resto da Europa, usam o modelo do talar alemão, não a &lt;i&gt;Geneva &lt;/i&gt;americana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DrhBGLt0K2k/TpyHFTQCcMI/AAAAAAAABOw/JECK-AOw0Jk/s1600/pastors.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/-DrhBGLt0K2k/TpyHFTQCcMI/AAAAAAAABOw/JECK-AOw0Jk/s200/pastors.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, considerando principalmente que nós fomos missão das igrejas americanas, que foi deles que nós herdamos as nossas togas (os poucos de nos que as usamos), o mais usual &amp;nbsp;no Brasil é puxar pro sistema americano. Assim, com uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Geneva &lt;/span&gt;preta normal (com ou sem a orla em veludo) você não estaria fora da linha. Quem já tem doutorado pode usar a toga doutoral, que pode ser o que seu pastor usava. Mas leia a resposta da sua pergunta 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também há precedente nos EUA para quem quiser usar a alba. Mas entre os batistas que usam trajes litúrgicos, a turma da alba é uma minoria BEM reduzida (exceto, claro, em dia de batismo!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem usa toga, pode ou não pode usar estola junto. Quem usa alba, sempre usa a estola. E há por todos os lados quem faça o "meio-termo" e use toga branca, com ou sem estola (embora, na minha opinião, isso deixe o cara parecido com o Rev. Lovejoy...&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VrpW7zRL1Hc/TpyBcc2-uyI/AAAAAAAABOY/wVOUtd8F_lA/s1600/Reverendo_Lovejoy.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-VrpW7zRL1Hc/TpyBcc2-uyI/AAAAAAAABOY/wVOUtd8F_lA/s200/Reverendo_Lovejoy.png" width="175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; 3) Há alguma predileção de cor para os ministros batistas que fazem uso do aparato. O que você pode me indicar, tanto para a toga (túnica) como para a estola?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Ao contrário do que eu disse anteriormente, não existe uma cor ou modelo de toga essencialmente batista. Qualquer toga preta, especialmente a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Geneva&lt;/span&gt;, vai te deixar bem. Os batistas que fogem disso costumam usar as togas de suas graduações acadêmicas (a orla em veludo segue a cor do curso -- e as cores nos EUA não são as mesmas nossas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exceto, é claro, pelos pastores batistas negros. Esses encaram o  que tiver de mais colorido e chamativo no catálogo. É da cultura deles.  Aliás, foram eles que resgataram o uso de paramentos litúrgicos  considerados "católicos", como batinas, casulas e até mesmo os trajes  episcopais, para dentro da tradição batista americana. Abaixo, Rev. David R. Scott, da &lt;a href="http://www.ermbc.org/"&gt;Emmaus Road Missionary Baptist Church&lt;/a&gt;, College Park, Georgia, EUA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3nNJBUoFvo4/TpyB9Isu8nI/AAAAAAAABOg/g8vPQ-EniqM/s1600/p10787ta102920_20_0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-3nNJBUoFvo4/TpyB9Isu8nI/AAAAAAAABOg/g8vPQ-EniqM/s200/p10787ta102920_20_0.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; De qualquer forma, dê uma olhadinha no &lt;a href="http://www.murphyrobes.com/index.cfm?event=category.display&amp;amp;catid=45"&gt;catálogo da Murphy &lt;/a&gt;para ter uma idéia. Tirando os modelos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Geneva&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wesley&lt;/span&gt;, praticamente tudo o que tem lá foi pedido de algum batista que a empresa botou no catálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;4) Quanto a modelo, corte, cor, etc., gostaria de saber qual melhor se enquadra para um ministro batista.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como já disse, é impossível errar com uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Geneva &lt;/span&gt;preta. Especialmente se você for usar estola, já que nem todas as cores de estolas combinam com qualquer cor de toga. Mas há essa tradição batista de usar toga azul, que vem dos pastores com PhD (azul é a cor da toga de PhD). Alguns acharam bonito e copiaram, mesmo sem ter essa pós-graduação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for usar estola, tem todo aquele código para as cores segundo o calendário litúrgico, que raríssimos batistas adotam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;li&gt;Festas Cristológicas (Natal, Páscoa, Ascenção, Cristo Rei), Domingo da Trindade e casamentos: Branco, com ou sem detalhes em dourado, ou dourado mesmo (nas festas cristológicas).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Comemorações do Espírito Santo e da Igreja (Pentecostes, ordenações, Profissões de fé e batizados, aniversário da igreja local, Reforma Protestante) e na Sexta-feira da Paixão: Vermelho&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tempos Penitenciais (Quaresma, funerais e ocasiões de clamor da Igreja que exijam contrição, jejuns e oração, como desastres naturais, guerras etc.): Roxo. No Sábado Santo e em funerais há a opção de usar preto ou nada.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Advento: Azul&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O resto do ano: Verde.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Enquanto/se sua igreja não adotar o Calendário Litúrgico, você se vira muito bem com uma estola dupla-face branca e vermelha. Branco serve para qualquer ocasião (todo domingo comemoramos a Ressurreição de Cristo!), exceto "dias vermelhos". Em funerais e tempos de penitência, pode ir sem estola, se estiver de toga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se optar pela alba, use branco. Anda uma modinha de usar aquela cor meio  encardida que a mulherada chama de "ecru", mas a alba se chama "alba"  porque é branca! Fuja também dos modelos com renda demais. Fica horrível. E, se for usar alba, precisa usar estola junto (menos, claro, na hora de ministrar o Batismo... não é saudável pro bolso ficar molhando essas estolas com bordado em fio de ouro...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Mas por favor, independentemente da sua escolha  entre alba e toga (e modelo de toga), use &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;calça social e sapatos pretos  por baixo&lt;/span&gt;. Nada grita mais  "DESLEIXO!!!" do que uma calça jeans surrada e tênis  branco aparecendo  por baixo de trajes talares (coralistas, estou falando com vocês  também!). &lt;/span&gt;E jamais,  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;JAMAIS &lt;/span&gt;cruze as pernas  quando  estiver trajando talares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0K6r_27O1l4/Tpx4gGrko7I/AAAAAAAABNY/6snmsm2un5s/s1600/Professors_Graduation_0607brighten.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-0K6r_27O1l4/Tpx4gGrko7I/AAAAAAAABNY/6snmsm2un5s/s200/Professors_Graduation_0607brighten.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acima, professores da Faculdade de Matemática  Aplicada da  Universidade de Washington (EUA).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-9141081003420941564?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=9141081003420941564' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9141081003420941564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9141081003420941564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/sobre-togas-e-tunicas.html' title='Sobre togas e túnicas'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fORjwreWIRY/Tpx5fiUL1NI/AAAAAAAABNg/5pMrycztATM/s72-c/baptism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6566108588711362706</id><published>2011-07-25T15:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-25T15:11:24.513-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Ceia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Conversa com Nathan</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;i style="font-weight: normal;"&gt;Por David Chilton&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;Conversations with Nathan &lt;/b&gt;extraído e traduzido de &lt;a href="http://date-dabitur.com/conversations-with-nathan/"&gt;Date-Dabitur&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: &lt;/b&gt;Esta conversa, ou uma versão razoavelmente próxima dela, aconteceu recentemente em uma noite de domingo, quando meu filho de sete anos de idade, Nathan, e eu, visitamos uma igreja evangélica para um culto especial. Embora ela tenha acontecido em várias partes (terminando tarde da noite, naquele domingo), para fins literários eu reconstruí a conversa como se tivesse acontecido inteira durante o culto. Confesso que boa parte dela aconteceu durante o culto mesmo, enquanto eu tentava explicar o culto evangélico para um jovem impressionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Nathan: &lt;/b&gt;Pai, essa liturgia é bem esquisita...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bem, não é exatamente uma liturgia. Eles não acreditam em liturgia nesta igreja.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Como eles podem não acreditar em liturgia? Liturgia não é simplesmente o que a gente faz na igreja?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Sim. Mas o que eu quero dizer é que eles não acreditam em ter um culto preparado e escrito de antemão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles acham que se lerem algo que está escrito, eles não estarão falando de coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eles só precisam pensar no que significa, e concordar com isso, então eles estarão fazendo de coração, não é?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É! Mas eles não acreditam nisso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas alguém aqui deve acreditar, porque todo mundo aqui cantou do mesmo hinário. Eles não fazem de coração quando cantam os hinos?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Com certeza. Mas eles acham que com as orações é diferente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Quer dizer que eles podem concordar com uma letra de música que lêem, mas não sabem como concordar com uma oração que eles lerem?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Alguma coisa assim.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então por que eles não decoram as orações?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Porque eles acham que assim também não será de coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eles podem decorar as músicas e cantar de coração?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro! Mas eles acham que música é diferente. Você pode ler ou decorar uma música e ainda cantar de coração. Mas se ler ou decorar as palavras sem música, não será de coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então eles não decoram versículos bíblicos?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro que decoram!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas não fazem de coração?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro que fazem!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Sem música?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Como?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Podemos mudar de assunto?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tá. Por que a gente não confessou os pecados no começo do culto?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Esta igreja não acredita nisso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;QUÊ?!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Shiu. Fala baixo. Quero dizer que eles não acham que a igreja precisa fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Não precisamos ser perdoados?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro. Mas eles não acham que isso deva acontecer na igreja.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E o Credo? Por que não dissemos o Credo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, em parte porque isso é litúrgico. E eles acham que não será de coração, se eles disserem.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan:&lt;/b&gt; Eles poderiam cantá-lo...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles não sabem.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Ah! Não faz tempo que eles são cristãos, hein? Vamos ensinar pra eles! &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Vamos não.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Porque eles não vão querer fazer isso, mesmo. Porque é litúrgico.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que eles têm tanto medo de liturgia? Nós podíamos explicar que não é difícil fazer de coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Mas eles não vão querer fazer mesmo assim. Eles querem fazer diferente toda semana.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mesmo? Diferente toda semana?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;O que eles fazem de diferente? De vez em quando eles recebem as ofertas no começo do culto em vez do meio?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não, isso é sempre no mesmo momento do culto.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;De vez em quando eles têm o sermão no começo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não, isso é na mesma hora também.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então o que eles fazem de diferente?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles cantam músicas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Nossa igreja também.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;No fim das contas, a diferença é que eles não têm orações e responsos pra congregação ler.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai:&lt;/b&gt; Eles acham que ler orações e responsos atrapalham a adoração do povo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mesmo? E o que eles acham que o povo tem que fazer, então?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Só sentar aqui e não fazer nada.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Isso é adoração? Não fica chato?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não se os presbíteros mantiverem as coisas interessantes o bastante lá no palco.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Presbíteros? Que presbíteros? Quer dizer que aqueles caras lá na plataforma são presbíteros?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Tipo isso. Mas eles nem sempre usam esse nome.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por quê eles não estão vestindo toga e colarinho pra gente saber o que eles são?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles dizem que os presbíteros não devem usar roupas especiais.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles acham que não tem nada de especial nas roupas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Policiais, soldados e juízes usam roupas especiais.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, eles acham que a roupa não é especial para os presbíteros. Eles acham que os presbíteros devem parecer com todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então por que aquele ali está vestindo um terno bordô com uma camisa azul, uma gravata verde e um cinto branco?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, ainda assim é um terno. A questão é que ele pode vestir o que quiser.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Quer dizer que um presbítero poderia vestir toga e colarinho se quisesse?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Ele pode vestir qualquer coisa, menos toga e colarinho.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então eles acham que a roupa é especial!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bem...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Ali! Fizeram de novo!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Fizeram o quê?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Ele disse "amém". Viu? É por isso que esse lugar precisa de um livro de liturgia! Metade do povo não sabe quando dizer as coisas!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Te falei. Eles não mexem com liturgia aqui.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Alguns sim. Ouviu? Alguém falou de novo. Se tivessem um livro, poderíamos dizer juntos. Isso evitaria que umas pessoas errassem e falassem enquanto outras pessoas estão falando.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Nathan, estou te falando, não tem liturgia. As pessoas falam "amém" qualquer hora em que der vontade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;QUÊ?! Onde a Bíblia manda fazer isso?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não manda.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então por quê eles fazem isso? Não têm medo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Por que deveriam ter medo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Porque é um voto, uma declaração de aliança. Não quer dizer que nós concordamos com Deus, e que se nós não mantivermos a nossa promessa, estamos pedindo a Deus pra nos destruir? Não é até um nome especial dado a Jesus?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É. Mas eles não sabem disso. Eles acham que significa outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;O que eles acham que "amém" significa?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles acham que significa "Eu tô feliz".&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Olha só!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;O quê?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tem gente levantando as mãos!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;E daí?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Na nossa igreja, os presbíteros levantam as mãos pra Deus quando oram. Mas nessa igreja, todo mundo faz isso, quando têm vontade. E eles improvisam sua própria liturgia durante o culto. Sabe o que eu acho?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;O quê?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Que todo mundo nesta igreja é presbítero, menos os presbíteros.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Deve ser a melhor descrição que eu já ouvi.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Pai, sabe duma coisa? Esses presbíteros estão de pegadinha com a gente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Como assim?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Eles têm sim uma liturgia pras orações deles. Eles continuam falando as mesmas coisas de novo e de novo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Mesmo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;É! Não sei o que querem dizer com isso, mas tem duas palavras especiais que eles ficam repetindo em todas as orações deles.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Que palavras?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, a primeira é "tanto". Eles falam de monte. "Senhor, nós queremos tanto te agradecer tanto por ser tão especial.", tipo isso. Deve estar escrito em algum lugar, porque todos eles fazem isso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;E qual é a outra palavra?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Não é uma palavra. É um som com a língua, tipo um "tsk".&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Quê?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tsk. Tsk.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Do que você está falando?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Escuta. É tipo "Senhor, tsk, nós queremos tanto, tsk, te agradecer, tsk, tanto, Senhor, tsk, por ser tão, tsk, especial, tsk." Viu?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai. &lt;/b&gt;Tá, sossega e escuta o solo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Peraí, o que esse cara tá fazendo? Que esquisito...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Shiu. Ele só tá cantando.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;É, mas ele tá todo se balançando, parece que ele vai cair.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, é assim que os cantores daqui fazem. Ele só tá tentando balançar no compasso da música.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por quê? É meio ridículo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, vamos ver. Por quê nós temos um coral na nossa igreja? O que você acha que eles estão fazendo lá em cima?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;É parte do nosso culto. Eles nos ajudam a adorar a Deus.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Certo. Agora, por que você acha que essa igreja tem solistas?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, acho que eles estão tentando adorar também. Mas parece mais que eles estão tentando parecer que estão na TV.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Que nem na MTV?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Nem tanto. Mas parece que eles querem que o povo olhe pra eles em vez de orar. A menos que... Você acha que talvez ele só esteja meio enjoado?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Falamos disso depois. Hora da comunhão, agora.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Que é isso aqui?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Shiu. É pão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Qual é, pai? Que é isso aqui?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Sério, é pão. Um pedacinho de pão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Me parece mais um pedaço de bolacha de água e sal.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, é. É um pedaço de bolacha de água e sal.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Vamos dar algum dinheiro pra eles poderem comprar pão de verdade?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles têm dinheiro pra isso. Mas preferem fazer assim.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que alguém iria querer comer isso? Eles gostam do sabor?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Provavelmente não.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então por que eles iriam querer comer algo que não gostam, especialmente na Comunhão? Nós deveríamos estar felizes quando comemos com Deus.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Fica quietinho, hora de beber o vinho.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tá... Eca! Que troço é esse?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Hum... é...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tem gosto de Ki-Suco sabor uva.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Suco de uva, provavelmente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;O gosto não é bom, não. Será que esqueceram de comprar vinho?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Eles não bebem vinho aqui.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;QUÊ?!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;SHIU!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que eles não bebem vinho?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles não acreditam nisso. Acham que é errado.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas o gosto é bom!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, sabor não é tudo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas Deus fez o vinho pra gente beber, especialmente na Comunhão. Ele nos deixa felizes, e deixa Deus feliz também!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Correto.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;A Bíblia diz que é errado?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então por que eles dizem que é? E por quê bebem esse suco nojento? E comem essas bolachas horrorosas? Não é à toa que estão tão tristes!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Quê?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, olha pra eles. Olha como estão tristes. Não parece que estão curtindo isso, né?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, não...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, eles não estão gostando nada disso. Mas você&amp;nbsp; não me ensinou que a Comunhão é um jantar especial com Jesus?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai:&lt;/b&gt; Sim.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E quando nós viemos pra Comunhão, a igreja inteira é levada ao céu?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Correto.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E quando nós vamos para o céu para estar com Jesus e jantar com ele, nós&amp;nbsp; deveríamos estar felizes, certo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Certo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, por que esse pessoal não está feliz? Eles acham que o céu é um lugar triste?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Acho que estão tristes porque estão pensando em seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eles foram perdoados e agora estão no céu! Deveriam estar pensando em Jesus!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Ah, eles também estão pensando nele. Estão tristes porque estão pensando nele morrendo na cruz.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas ele não está mais morrendo. O motivo de estarmos fazendo isso é justamente porque ele ressuscitou, não é?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, acho que eles não podem estar tristes por causa de Jesus. Acho que estão tristes porque tiveram de comer essas bolachas nojentas e aquele Ki-Suco sem graça.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Suco de uva.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Ki-Suco. Ei, pai, por que eles estão olhando torto pra mim?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Hum... É porque você recebeu a Comunhão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E daí? Todo mundo recebeu.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;As crianças não.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Porque eles não deixam.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;QUÊ?!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;SHIU! Eles só deixam adultos tomar a Comunhão nesta igreja.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por quê? Se você foi batizado, você pode receber a Comunhão, certo? Até bebês podem receber a Comunhão, porque Jesus os alimenta também! Crianças precisam da Comunhão tanto quanto os adultos!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Mas essas crianças não foram batizadas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;QUÊ?!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Shiu. É verdade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que eles não querem que seus filhos participem da Aliança?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, eles querem. Eles só não acreditam que crianças possam ser cristãos até que fiquem mais velhos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Que coisa besta! Deus pode tornar qualquer um cristão. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, eu quis dizer que eles não acham que Deus vai tornar seus filhos cristãos. Até que fiquem mais velhos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas Jesus quer que as criancinhas venham a ele. Até os bebês. Ele disse isso, não disse?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Disse.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Olha. Essas pessoas têm famílias, certo? Eles não alimentam seus bebês? Eles não fazem seus filhos sentar num cantinho e esperar que cresçam antes que possam comer. Então por que Deus não alimentaria seus filhos também? Deve ser triste para as crianças assistir o resto da família comendo sem eles.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Mas eles não acham que seus filhos são filhos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eles não ensinam seus filhos a orar?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Ensinam.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E eles oram pra quem? Os filhos deles chamam Deus de "Pai"? Tipo igual no Pai Nosso? Peraí. Você não vai me dizer que eles não acreditam no Pai Nosso, vai?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro, eles acreditam. Muitos deles ensinam a oração para seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, se eles ensinam seus filhos a dizer "Pai nosso", significa que eles acham que seus filhos também são filhos de Deus. Certo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Humm... Mais ou menos. Mas...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eles não os batizam em Jesus. Então como eles podem ser filhos de Deus, se não fazem parte da Aliança?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;É exatamente por isso que não dão a Comunhão para eles.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Isso é tão confuso pra eles quanto é pra mim?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Acho que seria, se eles parassem pra pensar nisso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Bom, como seus filhos viram cristãos, se os pais não os trazem pra ser batizados?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Quando eles ficarem mais velhos, eles é que devem decidir.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Se devem ou não obedecer a Deus? Isso é bem besta. Eles precisam esperar até ficarem mais velhos pra decidir se querem obedecer seus pais também?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Geralmente não. Mas eles querem que seus filhos esperem até que fiquem velhos o bastante para amar a Deus.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas eu amo Deus. Sempre amei. E a Bíblia diz que as pessoas podem conhecer Deus mesmo enquanto estão na barriga de suas mães, não é?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, esse pessoal acha que você tem de esperar até que fique mais velho e mais inteligente, pra poder entender o que isso significa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Quer dizer que você não pode jantar com Jesus até que entenda o que isso significa?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;A idéia é essa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Pai, os adultos entendem tudo o que a Comunhão significa?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Algumas pessoas provavelmente acham que entendem.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Eu acho que esse pessoal não entende muito, não. Se entendessem, eles trariam seus filhos pra Aliança e os deixariam jantar no céu com eles. E de qualquer forma, como as crianças vão aprender o que ela significa sem participar? É como tentar se alimentar lendo uma receita, em vez de comer a comida!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Boa! Vou me lembrar dessa!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tá, então como um garoto consegue receber a Comunhão por aqui?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, quando ele ficar mais velho, tipo com uns 12 anos, ele pede a Jesus que venha morar no seu coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Não zoa, pai, isso é sério!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não estou de zoeira. Eles dizem pra você pedir pra Jesus morar no seu coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Essa eu nunca ouvi. Está na Bíblia?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Mas eles acham que sim. É só uma expressão que alguém inventou e significa se tornar cristão. Eles também chamam de "receber a Cristo", que é um pouco mais bíblico.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas Jesus está no céu. E nós o recebemos todo domingo, toda vez que comemos o seu corpo e bebemos o seu sangue.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Fala baixo, sim? Eles não falam assim por aqui.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Jesus falava.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eu sei. Mas eles não sabem disso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Vamos ensinar pra eles!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Vamos não, tá? Agora não.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Tá bom. Mas volta, como as crianças podem se tornar cristãos e receber a Comunhão? Quando eles ficam mais velhos e pedem a Jesus para "morar nos seus corações", certo? Então eles simplesmente vão e fazem isso quando chegam aos 12?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não exatamente. Os adultos precisam ter certeza de que as crianças estão fazendo isso de coração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;E como eles podem saber isso?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;As crianças têm de chorar quando fazem isso.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Chorar? Tipo, lágrimas de verdade? Como eles conseguem se fazer chorar?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, algumas igrejas passam um bom tempo praticando. Mas basicamente, eles botam um pregador lá em cima contando histórias bem tristes, tão tristes que fazem o pessoal chorar. Então os garotos choram e vão andando pra frente da igreja e pedem pra Jesus ir morar nos seus corações. De vez em quando isso acontece no verão. As crianças vão pra um acampamento especial onde eles escutam pregações. Então, na última noite, eles ficam em volta de uma fogueira e...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Escutam histórias de terror?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Histórias tristes.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Ahm. Droga.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Então eles choram, e jogam gravetos no fogo, e pedem a Jesus para morar em seus corações.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que eles jogam gravetos no fogo? Eles acham que têm de fazer isso pra entrar pra Aliança?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Eles acham que é assim que se deve fazer se você estiver acampando. É parte da Liturgia de Acampamento deles. Mas se você estiver em casa, não precisa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Aí eles podem receber a Comunhão?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Eles geralmente precisam esperar, ter umas aulas pra aprender o que significa ser cristão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Peraí. O que eles estiveram fazendo enquanto cresciam? Eles já não tiveram um monte de aulas? Alguma criança consegue receber a Comunhão por aqui?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Claro, eventualmente. Depois que ele termina essas aulas, ele pode receber sempre, junto com todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Todo domingo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Não. Todo mês, ou algo assim.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Por que não todo domingo? Eles não vão pra igreja todo domingo?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Vão. Mas eles não recebem a Comunhão todo domingo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Então o que eles fazem, se não têm a Comunhão? Não é por causa dela que nós vamos à igreja, pra podermos ir pro céu e jantar na casa de Jesus?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, eles cantam músicas e escutam um sermão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Mas isso é parte da Liturgia da Comunhão. Comunhão é o que dá sentido pro culto, não é? Nós adoramos a Deus e então ele nos alimenta com sua comida. Então pra quê eles vêm pra igreja? Eles não vêm pra encontrar Deus?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Vêm. Mas eles acham que o encontram ao escutar um sermão e se animarem com o que o pregador diz, se ele for interessante o suficiente pra ser ouvido. Se ele não for um bom pregador, eles acham que não se encontraram com Deus.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Olha, esse pessoal não sabe que a Comunhão deixa eles fortes pra encarar o resto da semana? Como alguém consegue ficar sem comer por um mês e ainda ter força pra fazer seu trabalho?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Bom, eles acham que se receberem a Comunhão toda semana, não será especial.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Não parece que é muito especial pra eles, de qualquer jeito. Talvez fosse bem mais especial se eles recebessem toda semana e dessem pros seus filhos. Talvez aí até os adultos entenderiam o que ela significa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Você provavelmente está certo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Peraí, pai... Acho que entendi o verdadeiro motivo de eles não terem Comunhão sempre.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pai: &lt;/b&gt;Qual é?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathan: &lt;/b&gt;Porque é bolacha de água e sal e Ki-Suco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6566108588711362706?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6566108588711362706' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6566108588711362706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6566108588711362706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/07/conversa-com-nathan.html' title='Conversa com Nathan'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8385051169977255953</id><published>2011-06-20T10:37:00.001-03:00</published><updated>2011-06-20T11:19:39.039-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liturgia Comparada'/><title type='text'>Liturgia Comparada: Pentecostes 2011</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s1600/IMG00058-20100329-1037.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s200/IMG00058-20100329-1037.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Na semana passada, a Igreja Cristã em todo o mundo comemorou o marco da sua fundação, a descida do Espírito Santo sobre os Doze Apóstolos em Jerusalém, começando com isso também a evangelização de todos os povos e línguas, no cumprimento da Grande Comissão dada por Nosso Senhor Jesus Cristo a seus discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, durante uma discussão no Orkut, veio a sugestão de comparar as celebrações de Pentecostes de diferentes igrejas, que é o que farei neste artigo, entre a liturgia que nós mesmos sugerimos, e a praticada na Catedral da Igreja Católica Romana de minha cidade. Um arquivo com as liturgias postas lado a lado, em colunas, &lt;a href="http://www.4shared.com/document/N8jB9DYv/Pentecostes_comparado.html"&gt;pode ser baixado aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/N8jB9DYv/Pentecostes_comparado.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8385051169977255953?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8385051169977255953' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8385051169977255953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8385051169977255953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/06/liturgia-comparada-pentecostes-2011.html' title='Liturgia Comparada: Pentecostes 2011'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s72-c/IMG00058-20100329-1037.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7722301397120903005</id><published>2011-06-18T10:48:00.000-03:00</published><updated>2011-06-18T10:48:53.299-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Liturgia: Trindade 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nZGoNCJpn6Y/TfynR6FStJI/AAAAAAAABAw/Zv9NiZil9lI/s1600/triquetra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" src="http://1.bp.blogspot.com/-nZGoNCJpn6Y/TfynR6FStJI/AAAAAAAABAw/Zv9NiZil9lI/s200/triquetra.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Proposta de Ordem de Culto para o próximo domingo, 19 de junho de 2011, Solenidade da Santíssima Trindade, Ano A. &lt;a href="http://www.4shared.com/document/8C31jg_y/Trindade_2011.html"&gt;O boletim pode ser baixado aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt; 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font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Intróito &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Trisagion&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-variant: small-caps;"&gt;Canto de Entrada e Processional&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1Q5yul4BYgA"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 04 – Culto à Trindade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 361.5pt; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Doxologia&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_867329009"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gYcy_j6vOqI"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 06 – Trindade Adorada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 361.5pt; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Canto Penitencial&amp;nbsp;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ccel.org/cceh/0009/000971a.mid"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 76 – Compaixão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Canto de Louvor&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Ó profundidade da riqueza&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt; text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;LITURGIA DA PALAVRA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Primeira Leitura&amp;nbsp; &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Gn. 1.1-2.4a&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;Salmo (leitura responsiva)&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Sl. 8&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;Gloria Patri &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TfLPnoFBhII"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 05 – Trindade Adorada (Meineke)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Segunda Leitura&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;II Co. 13.11-13&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Seqüência &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PuczKTJHZ48"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;A majestade e glória do teu nome&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PLs9XnoY23o"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Aclamaçãodo Evangelho &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt; text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Leitura do Evangelho&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Mt. 28.16-20&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Confissão de Fé &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Credo Niceno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;LITURGIA DA EUCARISTIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Ofertório &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wm7iwh3Nxgs"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 328 – Deus do universo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Consagração das ofertas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Sanctus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UsLLZ3sKQZo"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Franz Schubert (da &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Missa Alemã&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt; text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Canto Eucarístico&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wddgXalmDUY"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;NC 269 – Pureza no Sangue de Cristo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;RITOS FINAIS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 2.0cm right 333.15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FFOwIOuArKU"&gt;NuncDimittis&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Lc. 2.29-32&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;  &lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;A Bênção Aaraônica &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Nm. 6.24-26&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: 2.0cm right 361.5pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Responso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt; &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Amém tríplice (dinamarquês)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm; tab-stops: right 361.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-variant: small-caps; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Canto Final e Recessional&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-FMwtlYDQSs"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;Hino de São Patrício&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin-left: 2.0cm; tab-stops: right 361.5pt; text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-7722301397120903005?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=7722301397120903005' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7722301397120903005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7722301397120903005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/06/liturgia-trindade-2011.html' title='Liturgia: Trindade 2011'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nZGoNCJpn6Y/TfynR6FStJI/AAAAAAAABAw/Zv9NiZil9lI/s72-c/triquetra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-788437784062641055</id><published>2011-06-07T15:48:00.000-03:00</published><updated>2011-06-07T15:48:47.533-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Liturgia: Pentecostes 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s1600/IMG00058-20100329-1037.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s200/IMG00058-20100329-1037.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Proposta de Ordem de Culto para o próximo domingo, 12 de junho de 2011, Solenidade de Pentecostes, Ano A. &lt;a href="http://www.4shared.com/document/cDc3x4K8/Pentecostes_2011.html"&gt;O boletim pode ser baixado aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Textos e músicas: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(com links para as músicas no YouTube ou em outras fontes)&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;RITOS INICIAIS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prelúdio:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5W6vM5Uq0Fg"&gt;&lt;i&gt;Gaston Litaize – Prelude liturgique n. 16&lt;/i&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Intróito&lt;/b&gt;&lt;b&gt;:&lt;/b&gt;&lt;i&gt; &lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1006206292"&gt;Thomas Attwood &lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8r8TA5pP-kE"&gt;&lt;i&gt;– Vem, Espírito, inspirar&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto de Entrada e Processional: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dlOYE6NiS1M"&gt;&lt;i&gt;Salve, dia festivo!&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sentenças Bíblicas:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Rm. 5.5; Rm. 8.14&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Doxologia: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=N-rBk4mRHJM"&gt;&lt;i&gt;NC 86 – Espírito do trino Deus&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Sumário da Lei: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Mt. 22.37-40&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Kyrie Eleison: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ei5jLcXly80"&gt;John Merbecke&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chamado à Penitência: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Hb. 4.14-16&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto Penitencial: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Espírito Santo de Deus&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Absolvição: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;I Tm. 1.15; I Pe. 2.24&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto de Louvor: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2y-Dce-03no"&gt;&lt;i&gt;O Espírito de Deus está aqui&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;LITURGIA DA PALAVRA &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeira Leitura: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;At. 2.1-21&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Salmo: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Sl. 104.24-34&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Gloria Patri: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TfLPnoFBhII"&gt;&lt;i&gt;Meineke (NC 05, primeira música)&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segunda Leitura: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;I Co. 12.3b-13&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Aclamação ao Evangelho: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Buscai primeiro o reino de Deus&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leitura do Evangelho: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Jo. 20.19-23&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Confissão de Fé: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Credo Niceno&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ofertório: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.oremus.org/hymnal/c/c305.html"&gt;&lt;i&gt;HA 94 – Veni Sancte Spiritus&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; LITURGIA DA EUCARISTIA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Sanctus: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UsLLZ3sKQZo"&gt;Franz Schubert (da Missa Alemã)&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto Eucarístico: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wddgXalmDUY"&gt;&lt;i&gt;HA 152 – A Mesa do Senhor&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Nunc Dimittis: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FFOwIOuArKU"&gt;&lt;i&gt;da Liturgia luterana&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;RITOS FINAIS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bênção: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;A Bênção Aaraônica (Nm. 6.24-26)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Responso: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Amém Tríplice (dinamarquês)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto Final: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aJ7Wu1gO_kQ"&gt;&lt;i&gt;NC 368 – Despedida &lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, criticas, comentários e sugestões, são muito bem-vindos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-788437784062641055?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=788437784062641055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/788437784062641055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/788437784062641055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/06/liturgia-pentecostes-2011.html' title='Liturgia: Pentecostes 2011'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RrvmPX2m_sw/Te5nLtr2scI/AAAAAAAABAg/bgdZk2Lwa9I/s72-c/IMG00058-20100329-1037.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7232585144715522108</id><published>2011-05-25T17:25:00.001-03:00</published><updated>2011-05-25T17:28:49.283-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Iniciação Cristã</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dzF05hjDSQo/Td1iRA3xFDI/AAAAAAAABAM/Q5gbNhjyqMY/s1600/infant_baptism.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://4.bp.blogspot.com/-dzF05hjDSQo/Td1iRA3xFDI/AAAAAAAABAM/Q5gbNhjyqMY/s200/infant_baptism.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Sociedade pela Liturgia Reformada publica, hoje, seu Ritual de Iniciação Cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os primórdios da Reforma, grande atenção foi dada a esses ritos, que não apenas marcam eventos sociais (como o nascimento e a passagem à vida adulta), mas refletem de forma marcante e visível eventos centrais da própria fé cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santo Batismo, em todas as tradições cristãs, é tido como o sinal visível pelo qual a pessoa é incorporada, enxertada, no Corpo de Cristo, que é sua Santa Igreja. A tradição reformada, fazendo coro à maioria das tradições cristãs, considera tanto os crentes quanto seus filhos como herdeiros de uma aliança eterna entre Deus e seu povo escolhido; a princípio, Israel e, hoje, a Igreja. E o estudo e reforma do rito batismal foi sempre uma das primeiras providências de todos os Reformadores envolvidos na promoção de uma liturgia biblicamente informada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também se contempla formas para a Pública Profissão de Fé e Batismo de adultos, bem como para a Confirmação dos Votos Batismais de adultos batizados na infância, ato que os documentos presbiterianos geralmente reúnem sob o título de Pública Profissão de Fé. Por meio desse ato consciente e voluntário, o cristão afirma sua convicção diante de Deus e da Igreja, e assim passa a participar plenamente de sua comunhão. Nas igrejas que não admitem a pedocomunhão, isto significa, além dos direitos políticos inerentes à plena membresia da Igreja, o direito de participar do Sacramento da Eucaristia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estão presentes formas para o Batismo de emergência (realizado em visitação a enfermos conversos em risco iminente de vida), bem como para a recepção de membros por transferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, opiniões sobre o texto, a forma, o conteúdo teológico e a fluidez desses Ritos, e mesmo a sua "usabilidade" nas igrejas locais, são muito bem-vindas. É o desejo da Sociedade pela Liturgia Reformada que este documento seja útil e edificante para todos quantos dele se valerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquivo pode ser baixado &lt;a href="http://www.4shared.com/document/r4Izrmr7/Iniciao_Crist_2011.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, ou na barra lateral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-7232585144715522108?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=7232585144715522108' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7232585144715522108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7232585144715522108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/05/iniciacao-crista.html' title='Iniciação Cristã'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dzF05hjDSQo/Td1iRA3xFDI/AAAAAAAABAM/Q5gbNhjyqMY/s72-c/infant_baptism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6532433308821181853</id><published>2011-05-09T11:54:00.374-03:00</published><updated>2011-05-24T11:34:20.940-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reviews'/><title type='text'>Liturgia: Manual para o Culto Público</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Iriso26aVtM/Tdu_3a4RMwI/AAAAAAAAA_8/XgP4fbNt0SE/s1600/24052011604.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-Iriso26aVtM/Tdu_3a4RMwI/AAAAAAAAA_8/XgP4fbNt0SE/s200/24052011604.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Veio-me às mãos o volume &lt;i&gt;Liturgia: manual para o Culto Público&lt;/i&gt;, publicado em 1942 pela extinta Confederação Evangélica do Brasil. Pretendo fazer aqui uma descrição e avaliação do seu conteúdo, já que, de sua história em particular, não consegui obter muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Confederação Evangélica do Brasil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CEB foi o mais representativo órgão pan-protestante na história do Brasil. Embora também houvesse entre eles luteranos e anglicanos, a maior representatividade em seu corpo era dos chamados "protestantes de missão" (principalmente presbiterianos, metodistas e congregacionais), de persuasão mais evangelical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter promovido importantes congressos em sua época, a CEB foi também responsável pela compilação e edição do &lt;i&gt;Hinário Evangélico&lt;/i&gt; (1945), originalmente concebido como um hinário pan-protestante, alternativa propriamente litúrgica ao então já antigo &lt;i&gt;Salmos e Hinos&lt;/i&gt;, da Igreja Congregacional e de tônica mais avivalista/evangelística. O HE é, provavelmente, o legado mais duradouro da CEB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante notar que os metodistas sempre foram os maiores envolvidos nesse órgão (a Imprensa Metodista foi quem imprimiu suas publicações), e foram a única denominação a adotar o HE como hinário oficial, o que fazem até hoje (a despeito do projeto de um novo hinário). A Igreja Presbiteriana do Brasil, que desde os anos 1960 lutava para conseguir organizar e publicar o seu próprio, deixou as igrejas locais à vontade para escolher seu hinário nesse meio tempo. A imensa maioria das congregações adotou o HE até a publicação do &lt;i&gt;Novo Cântico &lt;/i&gt;em 1989. A Igreja Presbiteriana Independente, por outro lado, permaneceu firme na adoção do SH até a publicação, em 2003, do &lt;i&gt;Cantai todos os povos&lt;/i&gt;. E os congregacionais jamais abandonaram seu próprio hinário, atualizado pela última vez em 1975.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Confederação, devido a sua preocupação com a responsabilidade social da Igreja, manifesta principalmente em seus últimos congressos, em fins da década de 1950 e início da de 1960, foi forçosamente dissolvida a partir do golpe militar de 1964.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Liturgia: Manual para o Culto Público&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume traz seu &lt;i&gt;Imprimatur &lt;/i&gt;no verso da folha de rosto: "Esta LITURGIA foi elaborada por uma Comissão especial, e aprovada pela 4.ª Assembléia da Confederação Evangélica do Brasil em julho de 1942".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue com um prefácio intitulado "Preliminares", no qual afirma seu caráter facultativo, oferecido que é às "Igrejas que, não fazendo uso de liturgias tradicionais [a exemplo do luteranismo e do anglicanismo, N.E.], desejem adotar novas fórmulas, que possam melhorar o culto e que se adaptem às suas circunstâncias" (p. 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Gouvêa Mendonça, em &lt;i&gt;Introdução ao protestantismo no Brasil&lt;/i&gt; (Loyola, 2002, p. 197), com efeito destaca o estado de aridez em que se encontrava o culto protestante de missão no Brasil em fins do século XIX e início do século XX.A despeito das teologias oficiais das diversas denominações, o culto de todas elas muito se assemelhava não com qualquer ordem de Culto Público histórica de suas tradições, mas sim com as &lt;i&gt;Revival Meetings&lt;/i&gt;, as conferências e acampamentos característicos do avivalismo de fronteira norte-americano do final do século XIX: orações entremeadas de cânticos num ambiente altamente emocional, culminando com uma prédica sempre de tema evangelístico, e concluída com um apelo emotivo à conversão ou reconsagração de vida. Os Sacramentos eram considerados meros apêndices do Culto, e por vezes até mesmo como entraves à tarefa, considerada central, do evangelismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;As Preliminares delineiam também rubricas gerais para a execução do Culto. Explicam o esquema geral de todas as 15 Ordens Litúrgicas incluídas no volume (chamadas "Programas"), que seguem o padrão avivalista de Invocação-Adoração-Confissão-Absolvição-Louvor-Ofertório-Edificação-Conclusão, baseado no texto de Isaías 6. Cada uma das ordens tem uma ênfase especial em adoração, confissão ou edificação. Também indicam a intenção de que o Culto seja diálogo entre Deus e o homem (diferente da ênfase corrente da época, em que o Culto era uma grande palestra dada pelo homem tendo Deus como assunto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra rubrica de destaque é a de que cada oração feita no Culto limite-se ao assunto ou ao ato litúrgico que ocorre no momento, algo que deveria ser reforçado ainda hoje (quantas vezes na oração de Confissão de Pecados não se pede a aceitação do Culto -- sobre a qual, em tese, já se pediu no início -- se agradece também a liberdade de Culto, pede-se que Deus "toque" os corações dos irmãos faltosos, abençoe o pastor que trará "a mensagem" e ainda divaga-se por qualquer assunto que tenha ocupado a mídia na semana?). Também recomenda-se que os hinos escolhidos reflitam o ato litúrgico a que servem de preparação ou resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merece destaque, ainda, a rubrica sobre coros (ou, em São Paulo, "corais"), de que, nas igrejas que os tiverem, a música escolhida seja realmente sacra, e que eles cantem sem anúncio ou apresentação, o que também serviria muito bem para os "ministérios" de "louvor" contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também recomenda-se que sejam evitados anúncios no decorrer da Liturgia, pois "perturbam a harmonia do serviço litúrgico". As leituras bíblicas e números dos hinos deveriam ser dispostos em quadros à frente da congregação, de modo que seu anúncio fosse dispensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconselha-se que, quando a mobília da igreja o possibilitar, as orações de confissão e de edificação sejam feitas com o povo de joelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, avisam que os textos bíblicos do volume são extraídos da tradução de Almeida (à época, versão Revista e Corrigida) e as músicas, do &lt;i&gt;Hinário Evangélico&lt;/i&gt;, então em fase de elaboração pela CEB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os "Programas" de Culto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chamados "Programas", como já dissemos, seguem a estrutura geral do culto avivalista. Principiam sempre com o ato de &lt;i&gt;Invocação e Adoração&lt;/i&gt;, consistente de versículos bíblicos lidos pelo "Dirigente", seguidos de uma leitura uníssona ou alternada pela congregação, ou um hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ato de &lt;i&gt;Confissão&lt;/i&gt;, o oficiante faz um chamado à penitência, ou a congregação faz uma leitura bíblica responsiva, seguindo-se oração silenciosa e oração pública feita pelo "Dirigente". Segue-se uma absolvição bíblica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ato de &lt;i&gt;Louvor&lt;/i&gt;, entoa-se um hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclui-se, no ato de &lt;i&gt;Edificação&lt;/i&gt;, uma possível leitura bíblica alternada, um hino, leitura bíblica e sermão pelo pregador, a Oração do Senhor ou o Credo Apostólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como &lt;i&gt;Conclusão&lt;/i&gt;, segue-se um hino e a Bênção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Programas 13 e 14 trazem o Sacramento da &lt;i&gt;Comunhão&lt;/i&gt; após a Conclusão, omitindo a Bênção, com a simples rubrica: &lt;i&gt;Após esta preparação geral, a Santa Ceia do Senhor será ministrada, conforme o ritual preferido; e com esse ato solene, encerra-se o culto.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa 15 é o mais interessante, por trazer uma proposta de ritual para a Santa Ceia com um sabor que lembra, surpreendentemente, o anglicano (por influência metodista, sem dúvida). Também é curioso que inverta a ordem geral do Culto, começando com Invocação e Adoração e seguindo-se imediatamente a Edificação, com uma "Breve Meditação" no lugar do Sermão. A Confissão é deixada como preparação para a participação no Sacramento da Comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ordem começa com uma sentença bíblica pelo oficiante, uma oração congregacional responsiva, outra sentença bíblica e o cântico do &lt;i&gt;Gloria Patri&lt;/i&gt;: "Glória ao Pai, e ao Filho, e ao Espírito Santo; como era no princípio, é agora e será sempre; por todos os séculos. Amém."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se a Edificação ("Breve Meditação" seguida de um hino) e passa-se ao longo ato de Confissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este traz o Decálogo seguido da petição congregacional "Senhor, compadece-te de nós e inclina nossos corações a guardar esta lei", prática notoriamente anglicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também traz uma leitura responsiva de salmos penitenciais seguida do cântico do &lt;i&gt;Agnus Dei&lt;/i&gt;: "Cordeiro de Deus, que tiras o pecado do mundo, tem misericórdia de nós e dá-nos a tua paz".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passa-se à Confissão Geral de pecados, lida em uníssono pela igreja, seguida da absolvição, também traduzida da liturgia anglicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se um ato de &lt;i&gt;Preparação&lt;/i&gt; para o Sacramento, em que se convida a Igreja a, cada um examinando-se a si mesmo, participar da Mesa do Senhor. Lê-se as Palavras da Instituição, seguidas de um hino eucarístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então segue-se a &lt;i&gt;Consagração &lt;/i&gt;dos elementos eucarísticos, com duas opções para a sua distribuição (vindo os fiéis à Mesa, ou conservando-se nos bancos, ajoelhando-se ou permanecendo de pé), sempre começando com a comunhão do ministro e dos oficiais, depois a do povo. Durante a distribuição, recita-se a fórmula anglicana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O Corpo de Nosso Senhor Jesús Cristo, que foi dado por vós, conserve a vossa alma e o vosso corpo para a vida eterna. Tomai e comei, em memória de haver Cristo morrido por vós, e dele alimentai-vos em vosso coração, pela fé, com ações de graças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sangue de Nosso Senhor Jesús Cristo, que foi derramado por vós, conserve a vossa alma e o vosso corpo para a vida eterna. Bebei, em memória de haver sido o sangue de Cristo derramado por vós, e sede agradecidos.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Segue-se ato de &lt;i&gt;Consagração &lt;/i&gt;da congregação, com sentença bíblica, hino e a recitação do Credo Apostólico. Como &lt;i&gt;Conclusão&lt;/i&gt;, o ministro impetra a Bênção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leituras Bíblicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Liturgia &lt;/i&gt;difere dos Manuais de Culto denominacionais pelo fato de que era sua intenção que não apenas os pastores, mas também as igrejas o tivessem em mãos durante o Culto, como fazem principalmente os anglicanos. A marca maior disto é o capítulo com 52 leituras bíblicas responsivas, coladas de textos bíblicos diversos, e correspondentes aos diferentes atos do Culto, segundo os 15 "Programas" litúrgicos fornecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se hoje, a prática de leituras responsivas no Culto é corriqueira, vale lembrar que no fim do século XIX e até o começo do século XX, a leitura bíblica era considerada prerrogativa do ministro ou oficiante do culto, devendo os fiéis acompanhá-la silenciosamente em suas próprias bíblicas. Nos Estados Unidos, de fato, igrejas se dividiram por causa da introdução dessa "inovação", sendo a participação vocal da congregação (exceto por hinos, pela Oração do Senhor e, ocasionalmente, do Credo Apostólico) vista com desconfiança como influência anglicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bênçãos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um capítulo, de uma só página, contendo cinco bênçãos bíblicas para uso na conclusão do Culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cânticos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez mais digno de nota seja o capítulo de cânticos, contendo alguns que acabaram não entrando na composição do Hinário Evangélico, tais como versões diferentes do &lt;i&gt;Gloria Patri&lt;/i&gt;, com músicas de William Jackson e Franz Joseph Haydn, um &lt;i&gt;Kyrie Eleison&lt;/i&gt; com música de Thomas Tallis, e um &lt;i&gt;Agnus Dei &lt;/i&gt;anônimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um ponto de vista litúrgico, o &lt;i&gt;Liturgia&lt;/i&gt; não é uma obra inovadora; não promoveu ruptura com o padrão vigente do Culto avivalista, e muito provavelmente não teria sucesso em seu tempo se o tentasse. Sua intenção não era essa. O que ele de fato se propôs a ser, foi uma tentativa bem informada de melhorar a qualidade do Culto Público de sua época, promovendo uma maior fluidez na sua execução, uma maior variedade nas leituras bíblicas, uma maior familiaridade com os cânticos litúrgicos históricos, uma maior integração entre os atos do Culto por meio também da adequada seleção da hinódia; enfim, de alguma forma amenizar a aridez das "conferências evangelísticas com prelúdio musical" em que o Culto havia se transformado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia histórica que temos, sobretudo da obra de Mendonça (2002, p. 197), é que ele não teve grande alcance em sua proposta. Não foi adotado em larga escala por nenhuma denominação, mesmo a metodista, sua maior promotora. Presbiterianos e Metodistas permaneceram com seus &lt;i&gt;Ritual &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Manual do Culto &lt;/i&gt;próprios, em que, embora empregassem o mesmo esquema básico de Culto baseado em Isaías 6, o faziam com menor ênfase e detalhes na forma de execução, julgando ocioso falar de algo que, em tese, e apenas em tese, "todo mundo sabe fazer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra tem, no entanto, seus méritos, e merece ser lembrada por eles, pela ousadia de tentar promover reformas e melhoras numa área tão sensível (de fato, talvez a mais sensível de toda eclesiologia) como é a Liturgia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6532433308821181853?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6532433308821181853' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6532433308821181853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6532433308821181853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/05/liturgia-manual-para-o-culto-publico.html' title='Liturgia: Manual para o Culto Público'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Iriso26aVtM/Tdu_3a4RMwI/AAAAAAAAA_8/XgP4fbNt0SE/s72-c/24052011604.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6587402179053368397</id><published>2011-05-01T08:44:00.001-03:00</published><updated>2011-05-01T08:50:04.271-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>O Sagrado Matrimônio, segunda edição</title><content type='html'>"Casamento" foi o assunto da semana no mundo todo, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a oportunidade, a SLR publica a segunda edição do &lt;i&gt;Sagrado Matrimônio: formas litúrgicas para a celebração do Casamento cristão&lt;/i&gt;, que pode ser baixada &lt;a href="http://www.4shared.com/document/WXp85XWv/O_Sagrado_Matrimnio_2011.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; (ou no menu lateral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura é a mesma: preparamos dois Ritos. O Rito I, mais formal, é um Culto Público completo com a ministração da Santa Ceia, antes da qual se insere a Liturgia Nupcial. O Rito II é uma forma simplificada, que pode ser empregada dentro ou fora de um templo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os Ritos, há vários textos opcionais, mais ou menos formais, e há a possibilidade de o Ministro oficiante usar seus próprios textos nos momentos principais, além de o casal poder formular seus próprios votos. Poucas mudanças foram feitas nas rubricas, para tornar a execução da Liturgia mais clara, bem como algumas revisões no próprio texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, comentários e críticas são muito bem-vindos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda nesta semana, publicaremos também a tradução da liturgia usada no casamento real, na Inglaterra. Fique ligado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6587402179053368397?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6587402179053368397' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6587402179053368397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6587402179053368397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/05/o-sagrado-matrimonio-segunda-edicao.html' title='O Sagrado Matrimônio, segunda edição'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-1267126818861894713</id><published>2011-04-18T09:22:00.001-03:00</published><updated>2011-04-18T09:53:31.662-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calendário Cristão'/><title type='text'>A Semana Santa e o Ano Cristão</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Editorial publicado como encarte extra no &lt;/i&gt;Boletim Informativo &lt;i&gt;da Igreja Presbiteriana de Franca, 17 de abril de 2011, Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, ano XII, n. 271.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As festas e tempos do ano cristão (ou calendário litúrgico) oferecem um meio de organizar a vida anual da Igreja conforme a vida de Cristo e os eventos da história da salvação. O &lt;i&gt;Lecionário Comum Revisado &lt;/i&gt;é uma forma de organizar as leituras bíblicas do Antigo e do Novo Testamentos em torno do ano cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Semana Santa &lt;/b&gt;constitui o centro de todo o calendário litúrgico. Nela, relembramos como Cristo entregou sua vida por amor do mundo. Ela começa com o &lt;b&gt;Domingo de Ramos e da Paixão&lt;/b&gt;, no qual lemos a multidão aclamando Jesus, querendo coroá-lo Rei. Porém, à medida que a história se desenrola, vemos os gritos de “Hosana!” substituídos por brados de “Crucificai-o!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da segunda-feira à quarta-feira da Semana Santa, lemos as antigas profecias e as explicações do próprio Senhor Jesus sobre a necessidade e o significado de sua morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Quinta-feira Santa &lt;/b&gt;abre o &lt;b&gt;Tríduo Pascal &lt;/b&gt;(ou “Os Três Dias Santos”), que são o clímax da Semana Santa e de todo o ano cristão. Nela, lemos a instituição da Páscoa judaica por Moisés, a qual Jesus comemorou com seus discípulos, transformando-a na Santa Ceia cristã. Vemos a lição de humildade que o Senhor deu ao lavar-lhes os pés, e o “novo mandamento” que ele nos deu, que nos amemos uns aos outros assim como ele nos amou. Historicamente, a Quinta-feira Santa era o dia em que as pessoas que haviam sido suspensas da comunhão, depois de cumprir a etapa final e mais rigorosa da disciplina na Quaresma, eram reintegradas à Mesa do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;b&gt;Sexta-feira Santa&lt;/b&gt;, relembramos o sofrimento e a morte do Senhor Jesus na cruz do Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Grande Vigília Pascal&lt;/b&gt;, na noite ou madrugada de sábado para domingo, é o primeiro culto do tempo da Páscoa. É uma oportunidade em que a Igreja medita nos grandes feitos de Deus na história da salvação, orando e cantando salmos, hinos e cânticos entre uma leitura e outra. Historicamente, era quando os catecúmenos (novos membros) eram batizados e recebidos à comunhão da Igreja primitiva, depois de todo um ano de preparo. Até hoje, nas igrejas ortodoxas orientais, a Grande Vigília dura toda a noite e emenda-se com o Culto da &lt;b&gt;Ressurreição do Senhor&lt;/b&gt;, comemorada ao nascer do sol. O outro nome que se dá ao Sábado Santo, “Sábado de Aleluia”, vem do fato de que a Igreja deixava de cantar aleluias e cânticos festivos durante a Quaresma, guardando-os para a Páscoa. A Grande Vigília começa com as luzes apagadas e com o tom de contrição da Quaresma, mas pouco a pouco vai se iluminando, crescendo, e se encerra com um grande clamor de aleluias por todo o povo, pois Cristo ressuscitou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no &lt;b&gt;Domingo de Páscoa&lt;/b&gt;, encerra-se definitivamente a Quaresma: o foco da meditação da Igreja deixa de ser a cruz e o sofrimento do Senhor Jesus, e, nas próximas sete semanas, passa a ser o seu glorioso triunfo sobre o pecado e a morte, vitória que ele conquistou não só para si mesmo, mas também para todos nós, sua Santa Igreja, ontem, hoje e sempre. Aleluia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Eduardo H. Chagas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Candidato ao Sagrado Ministério&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-1267126818861894713?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=1267126818861894713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1267126818861894713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1267126818861894713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/04/semana-santa-e-o-ano-cristao.html' title='A Semana Santa e o Ano Cristão'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-1087369359304462145</id><published>2011-04-02T09:46:00.002-03:00</published><updated>2011-04-02T09:53:14.513-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>A Liturgia de Calvino na Igreja de Genebra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Introdução &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Liturgia de Genebra, segundo praticada pelo Reformador João Calvino, é historicamente considerada o ponto de partida de toda a prática litúrgica reformada e, de certa forma, influenciou toda a prática litúrgica protestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A História nos informa que houve dois momentos distintos na prática litúrgica de Calvino. A princípio, sua primeira estadia em Genebra (1536-1538), durante a qual limitou-se a continuar praticando a Liturgia adotada por seu colega, anfitrião e antecessor, Guilherme Farel, a qual trazia alguma influência da chamada Reforma Radical. Notava-se por isso, na primeira Liturgia reformada de Genebra, um menor aproveitamento de textos e elementos litúrgicos da tradição cristã histórica, posto que ainda associados, tanto no imaginário popular quanto no de boa parte dos próprios Reformadores, com a liturgia romanista à qual passavam a abjurar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma série de tensões e desentendimentos com o Conselho da Cidade de Genebra, Calvino e Farel acabaram expulsos da cidade. Farel recebeu um convite para dirigir a Igreja em Neuchâtel; Calvino foi convidado a pastorear uma igreja de refugiados estrangeiros em Estrasburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante seu exílio em nesta cidade (1538-1541), Calvino foi profundamente influenciado pela teologia e principalmente pela prática litúrgica de seu mais experiente e principal Reformador, Martin Bucer (o qual também exerceu, posteriormente, profunda influência na elaboração dos &lt;i&gt;Trinta e Nove Artigos de Religião &lt;/i&gt;e dos primeiros &lt;i&gt;Livros de Oração Comum &lt;/i&gt;anglicanos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática de Bucer, mais afeita e tolerante ao uso de formas e textos da tradição cristã histórica na Liturgia, veio a moldar a própria abordagem de Calvino; tanto que, quando este publicou sua própria Liturgia, a intitulou &lt;i&gt;A Forma das Orações e Hinos da Igreja, com o Modo de Ministração dos Sacramentos e a Forma para a Celebração do Matrimônio, segundo o Uso da Igreja Primitiva&lt;/i&gt;. A abordagem de Calvino e Bucer, portanto, não se constituía num simples expurgo, ou em uma “reinvenção da roda” a partir do zero, mas numa intenção de regresso às formas praticadas pela Igreja primitiva. Foi com essa abordagem que Calvino regressou a Genebra em 1541, após grande insistência por parte do Conselho da Cidade, o qual, acossado por dificuldades internas e externas, reconsiderara as expulsões de Calvino e Farel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos autores já fizeram notar que a Liturgia de Calvino é pouco responsiva quanto a suas partes faladas: o Ministro sozinho lê a Liturgia; o Ministro sozinho lê e expõe as Escrituras; o Ministro sozinho lê ou faz extemporaneamente todas as orações, às quais o povo simplesmente responde “amém”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se disse, não sem propriedade, que no Culto de Calvino “a liturgia do povo é cantar”. Com efeito, as únicas partes faladas por todo o povo são o Credo Apostólico e a Oração do Senhor. Todas as demais participações da congregação são cantadas na forma de Salmos e outros textos bíblicos musicados, além de alguns poucos hinos tradicionais, como respostas entoadas a cada ato do Culto dirigido pelo Ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta característica do Culto de Genebra já foi empregada como justificativa para rejeitar qualquer forma de desenvolvimento de responsos falados pela congregação na Liturgia das igrejas reformadas. E mesmo os responsos cantados foram objeto de expurgo em alguns desenvolvimentos posteriores da Reforma, sobretudo os mais estritos quanto à salmodia (que chegaram ao extremo de excluir até mesmo o canto de outros textos bíblicos no Culto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, os responsos do povo não foram eliminados da Missa medieval. Eles não existiam nela. Todos os responsos na Liturgia romana da época eram feitos entre o sacerdote e o coro, ou entre aquele e um acólito, assim como são, até hoje, na Liturgia das igrejas ortodoxas orientais. A função do povo nessas Liturgias era contemplar em silêncio a realização dos santos mistérios, não participar dela. O Culto, na Liturgia medieval, era sacrifício oferecido a Deus pelo sacerdote em benefício do povo, em uma relação de analogia e continuidade com a prática do Antigo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a ausência de responsos do povo na verdade não foi uma subtração; os reformados concentraram na figura do Ministro simultaneamente os papéis do sacerdote e de boa parte dos textos do coro ou do acólito, transformando todo esse conteúdo litúrgico em prosa corrida, a qual era lida exclusivamente pelo Ministro. Um desenvolvimento diferente, portanto, do que ocorreu com os luteranos e anglicanos, os quais entregaram o papel do coro ou acólito ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica da Liturgia genebrina que se perpetuou em formas que dela descenderam é uma certa medida de prolixidade, tanto nas orações quanto na Exortação pré-eucarística. É importante notar, no entanto, o contexto dos primeiros liturgistas reformados e sua intenção na elaboração de seus textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Reforma Protestante era fenômeno recente, e o povo não se encontrava, em sua maior parte, catequizado nos princípios e doutrinas desse cristianismo recém-reformado. De modo que eles não apenas transferiram os textos do sacerdote e do coro para o Ministro, mas ainda os reescreveram, ampliando-os em vista da agenda teológica da Reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, as Escolas Dominicais nos moldes contemporâneos, como instrumentos de educação cristã continuada, não surgiram senão no final do século XIX, e a catequese era considerada um fardo destinado às crianças. Restava aos Reformadores valerem-se da Liturgia dominical, à qual todos eram obrigados a comparecer, como instrumento de doutrinação do povo, por meio da reiterada leitura dos mesmos textos, das mesmas doutrinas, domingo após domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que Calvino, mesmo ao fim da sua vida, não julgava sua Liturgia e a prática litúrgica de Genebra como obras prontas, acabadas e irretocáveis. Ele mesmo deixou muitos comentários e críticas, principalmente em suas cartas, para que seus sucessores pudessem encaminhar as devidas correções, a seu tempo. Assim, nem mesmo hoje, quando republicamos e estudamos sua Liturgia, deveríamos nós adotar servilmente a Forma como aqui a vemos, como se a tentar regressar à situação de Genebra no século XVI. Antes, é nosso papel examinar o espírito desta Liturgia, à luz do contexto de sua época e de sua intenção principal, a qual era instruir o povo na sã doutrina cristã, de modo a assim informar e reformar nossa própria prática litúrgica, em nosso tempo e lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é nesse desejo que a Sociedade pela Liturgia Reformada agora publica a Liturgia da Igreja de Genebra, segundo legada pelo Reformador João Calvino, com algumas poucas adaptações em suas rubricas de modo a permitir sua execução, mas cujo texto permanece fiel aos originais recebidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Deus toda a glória, agora e para sempre, em Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Franca, 3 de abril de 2011, IV Domingo na Quaresma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Eduardo H. Chagas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Editor&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O arquivo pode ser baixado &lt;a href="http://www.4shared.com/document/UMaROk3H/Liturgia_Calvino.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-1087369359304462145?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=1087369359304462145' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1087369359304462145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1087369359304462145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/04/liturgia-de-calvino-na-igreja-de.html' title='A Liturgia de Calvino na Igreja de Genebra'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6386215223344142367</id><published>2011-03-21T18:26:00.001-03:00</published><updated>2011-03-22T18:10:59.965-03:00</updated><title type='text'>Quais as partes, em sequência, da liturgia da Igreja Presbiteriana do Brasil?</title><content type='html'>&lt;i&gt;Do Yahoo! Respostas.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Gostaria de saber sobre a liturgia, com detalhes, pois estou  participando de uma congregação recém criada, da Igreja Presbiteriana, e  tenho que dirigir a liturgia.&lt;/i&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partes do Culto Público reformado (do qual a Igreja Presbiteriana é herdeira) são as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;RITOS INICIAIS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Intróito &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(música instrumental) &lt;/i&gt;ou &lt;b&gt;Prelúdio &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(música cantada pelo Coral ou conjunto de louvor)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o Intróito quanto o Prelúdio têm como objetivo preparar o espírito dos presentes para a atitude de quietude, contemplação e reverência necessária para o Culto. Deve ser música suave, tranqüila, no espírito do Salmo 46.10: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto de Entrada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hino ou cântico cantado por toda a igreja, que se reúne para prestar Culto ao seu Senhor. Durante esse Canto, o Coral e o Ministro (o Pastor), ou Oficiante, podem entrar pelo corredor central do templo e tomar seus lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Saudação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Oficiante saúda a congregação em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt. 28.19), ou usando outra saudação bíblica (p. ex., I Co. 16.23, Gl. 6.18, Ef. 6.23, Ef. 6.24, Fp. 4.23 etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é momento de fazer gracinhas ou piadinhas para o povo rir, nem falar do futebol. É o momento solene em que o Povo de Deus entra na presença de seu Senhor, assim como o Sumo Sacerdote entrava, com a maior reverência, no Santo dos Santos. Todos somos agora sacerdotes no Reino de Cristo, e devemos ter essa reverência na presença de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Oração Introdutória&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oração feita pelo Oficiante pela aceitação por Deus do Culto que será prestado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Responso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um hino ou cântico que louvam (louvar = falar bem de) o nome do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é momento para cânticos de "comunhão", de "guerra", de "consagração", ou de qualquer outro tema. É momento para apenas engrandecer a Deus. Para outros temas, há outros momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Penitência &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(ou "Contrição").&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um texto bíblico é lido (por exemplo, os Dez Mandamentos, ou I Jo. 1.5-10, ou Hb. 4.14-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um hino ou cântico penitencial pode ser cantado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Oficiante convida o povo a confessar seus pecados (de preferência, se pondo de joelhos) e pedir a Deus perdão e purificação de todo o mal, primeiro cada um individualmente, em silêncio, e depois o Oficiante, ou alguém convidado por ele, faz uma oração pública ("audível") pelo perdão dos pecados de toda a congregação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Absolvição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um versículo bíblico é lido, assegurando os fiéis do perdão que Deus concede aos que confessam seus pecados com arrependimento e fé. (P. ex., I Jo. 1.9, ou Sl. 32.1-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canto de Louvor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, pode ser cantado um hino ou cântico que louva a Deus e agradece a ele pela obra da salvação realizada em Cristo Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;LITURGIA DA PALAVRA &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Oração do Dia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se uma oração sobre os temas das leituras do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leituras Bíblicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É da tradição cristã e reformada ter três leituras principais da Bíblia no Culto (fora os textos da própria liturgia). Uma do Antigo Testamento, uma do Novo Testamento (de Atos, das Cartas ou do Apocalipse) e uma do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a leitura do Antigo e a do Novo Testamentos, é comum fazer a leitura responsiva, ou de preferência cantar, um Salmo que tenha a ver com as outras leituras do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que o povo escute sempre bastante a Palavra de Deus lida no Culto, e não apenas o pequeno trecho que serve de base para o Sermão. Há lecionários na internet com leituras segundo o Calendário Cristão, que é seguido por todas as igrejas cristãs, inclusive as presbiterianas (que costumam usar o Lecionário Comum Revisado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leituras do Antigo e do Novo Testamento podem ser feitas com o povo sentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, entre uma leitura e outra, um hino ou cântico com letra relativa ao tema da leitura pode ser cantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Aclamação ao Evangelho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É da tradição cristã, antes da leitura do Evangelho, ficar de pé e aclamar (comemorar) a Boa Nova da salvação com um cântico de aleluia (sim, pode ser simplesmente um cântico que tenha "aleluia" no refrão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso acontece durante todo o Ano Cristão, menos no Advento (quatro semanas antes do Natal) e na Quaresma (sete semanas antes da Páscoa), quando troca-se o aleluia por cânticos mais reflexivos. Quaresma e Advento são tempos de preparação para as grandes festas de Cristo do Calendário da Igreja (Natal e Páscoa). Neles, "abaixa-se o volume", para que a alegria seja ainda mais sentida quando chega a grande festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aclamação e a Leitura do Evangelho são sempre feitas com o povo de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leitura do Evangelho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Oração por Iluminação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma oração tanto em favor do pregador, quanto em favor da Igreja, para que o Espírito Santo ilumine ambos na compreensão da Palavra de Deus que será pregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sermão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser a exposição de um ou mais dos textos lidos, ou tratar de um assunto que o pastor considerar necessário e relevante para a edificação do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Confissão de Fé&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resposta à fé que vem pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus (Rm. 10.17), a Igreja confessa o conteúdo dessa fé. Pode ser lido por toda a igreja um trecho da Confissão ou dos Catecismos da Igreja, ou, normalmente, o Credo Apostólico (última página do Hinário Novo Cântico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um hino ou cântico de tema relativo ao Sermão também pode ser cantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Intercessões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, pela fé que Deus concede ao seu povo, este ora em favor de toda a Igreja (em todo o mundo), pela paz e a salvação do mundo e pelos motivos de intercessão e ação de graças da comunidade local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;LITURGIA DOS SACRAMENTOS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Batismo, Profissão de Fé, Ordenação de Oficiais ou Ministros, Nomeação de Lideranças&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algum desses atos for acontecer, eles entram neste momento do Culto, e nesta ordem. Entre cada um desses atos, hinos ou cânticos de letra apropriada ao momento podem ser cantados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Paz e o Ofertório&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ofertório é tanto um ato de fé (por isso vem depois da confissão de fé) quanto uma preparação para a participação na Santa Ceia (porque é um ato do Corpo de Cristo, que na Mesa do Senhor celebra a sua unidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Jesus orienta que antes de ofertar, cada um faça as pazes com seu irmão, se tiver algo contra ele (Mt. 5.23-24). Por isso, antes do Ofertório, acontece a Saudação da Paz, na qual cada um cumprimenta aqueles que estão à sua volta com "a Paz do Senhor", ou "a Paz de Cristo", dando oportunidade de reconciliação entre os irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ministração da Santa Ceia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Sacramento, ato pastoral, ou seja, só pode ser celebrada por um Ministro (pastor) devidamente ordenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;RITOS FINAIS&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Oração Pastoral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Oficiante intercede pela Igreja na semana que se inicia, rogando a Deus suas bênçãos para ela. Essa oração normalmente termina com a Oração do Senhor (o "Pai Nosso").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bênção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impetração da Bênção também é ato exclusivo de Ministro na Igreja Presbiteriana do Brasil. Se não houver nenhum presente, passa-se diretamente do Pai Nosso para o Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Amém Tríplice&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a Bênção normalmente é trinitária (dada em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo), o Amém com o qual a Igreja a confirma costuma ser tríplice. Mas há outros "améns" no Hinário, que uma igreja com facilidade para a música pode estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Envio e Poslúdio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Oficiante despede o povo com a graça e a paz do Senhor. Após, uma peça instrumental pode ser tocada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6386215223344142367?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6386215223344142367' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6386215223344142367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6386215223344142367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/03/quais-as-partes-em-sequencia-da.html' title='Quais as partes, em sequência, da liturgia da Igreja Presbiteriana do Brasil?'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8812301657229101093</id><published>2011-02-21T09:13:00.000-03:00</published><updated>2011-02-21T09:13:51.016-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Liturgia 2.0?</title><content type='html'>Me mandaram este vídeo do &lt;a href="http://ultimato.com.br/sites/marcosbotelho/2011/02/15/liturgia-2-0-uma-analise-do-legado-de-lausanne-iii/"&gt;Marcos Botelho, colunista da Ultimato&lt;/a&gt;, falando sobre uma nova proposta de liturgia para os dias de hoje, teoricamente capaz de, ou mais hábil para, comunicar o Evangelho à atual geração, cronicamente hiperativa e portadora de déficit agudo de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas humildes considerações sobre ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me pareceu que eles não fazem qualquer diferenciação entre um simpósio,  ou ciclo de palestras, como foi Lausanne, e o Culto Divino. Veja, ele  iguala "discurso religioso" e Culto. Ou Sermão e Culto.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lógico,  isso não é culpa deles. Entre a maior parte dos protestantes e, como  herança, entre os evangélicos, o foco do Culto sempre foi muito mais o  Sermão, a parte "horizontal", didática, catequética, do Culto, do que a  parte "vertical", a contemplação, a devoção, a meditação, a oração etc. E  principalmente depois dos "avivamentos", a ênfase conversionista que o  Sermão assumiu tornou a coisa toda ainda mais didática/catequética do  que devocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adotaria com prazer esse esquema de falar 15 minutos e passar para as "mesas" refletirem, &lt;b&gt;dentro da Escola Dominical&lt;/b&gt;.  Se é que os bancos da Igreja têm muita coisa para contribuir entre si; a  Igreja local não é um congresso teológico onde todos têm estofo para  ter algo a contribuir. Isso é o que mais me irrita, por exemplo, nas  reuniões de célula/grupo familiar, em que se lê um texto bíblico e  depois, um a um, todos (necessariamente todos) falam "o que esse texto  quer dizer pra mim". Aff!!! Quase nenhum leigo tem qualquer coisa de  útil a dizer relacionado com o texto, na minha experiência. Por isso eu  nem me envolvo mais com essa coisa de "grupo", pra não mais passar raiva  ouvindo borracha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, interatividade, "olho no  olho", discussão, "construção colaborativa do conhecimento" (como gostam  de dizer na Academia), é uma &lt;b&gt;ótima&lt;/b&gt; para a Escola Dominical. Eu  sempre tento promover a maior quantidade possível de debate em sala de  aula. Salutaríssimo! (mesmo que por aqui quase nunca vire debate de  verdade na sala de adultos, no templo...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Culto Divino não é lugar nem ocasião para isso, para debate, para  "olho no olho", para "a minha opinião". Os americanos têm uma frase que  expressa perfeitamente a minha opinião sobre isso: &lt;i&gt;it's not about &lt;b&gt;us&lt;/b&gt;!&lt;/i&gt;.  O culto não é para nós, não é sobre nós, no sentido de que a  preocupação, o foco, em momento algum, somos nós, mas sempre o Adorado. O  "eu", o "&lt;b&gt;meu&lt;/b&gt; ponto de vista", "o que &lt;b&gt;eu&lt;/b&gt; sinto sobre isso" não tem importância &lt;b&gt;NENHUMA&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim,  eu concordo que existe, historicamente, e isso desde Calvino, uma  centralização (excessiva?) na figura do Ministro durante a celebração  litúrgica. Ele fala, ele ora e a igreja só diz amém. E canta. Só. Já se  disse do Culto reformado que "a Liturgia do povo é cantar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando  a Liturgia ainda tinha algum equilíbrio, com os Salmos e hinos  congregacionais distribuídos conforme, e ligados aos, diversos atos do Culto, até se amenizava um pouco a centralidade do Ministro e da  prédica, da transmissão de conteúdo em detrimento da piedade, da  devoção, da adoração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas desde que o "momento de louvor"  concentrou toda a participação do povo no início da celebração, deixando  aí meia hora de "louvor" e uma de Sermão, e isso sendo toda a Liturgia,  assistimos ao que o Marcos Botelho falou. O pastor fala uma hora (a maior  parte dela de frivolidades, como o outro complementou) e o povo na  verdade está babando desde os 15, 20 minutos iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a  tal "Liturgia 2.0" oferece uma solução para um problema que não foi a  Liturgia tradicional que criou, e que de fato se sente muito mais na tal  "Liturgia contemporânea 1.0" do que na protestante tradicional, ou na  cristã histórica.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito mais do que preleção didático-catequética, do que aula de  Teologia, palestra motivacional ou discurso moralista, o Sermão precisa  voltar a ser visto como ato de Culto, como sacrifício de louvor que é  oferecido, assim como todos os demais elementos do Culto. É a Palavra de  Deus exposta, assim como as leituras públicas das Escrituras são a  Palavra de Deus lida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que ele transmita conteúdo?  Sim, é! Sem dúvida! Mas no Culto, transmissão de conteúdo não é o  principal. É o principal na Escola Dominical, na catequese, no  discipulado. Não no Culto. No Culto, o foco é a tributação de adoração  ao Senhor, Nosso Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note-se que eu não excluo que se  empregue novas mídias como auxílio ao Sermão, por exemplo. Já vi  excelentes Sermões expositivos, em cujos exórdios foram empregadas  imagens, pinturas, músicas e até mesmo vídeos, para ilustrar o argumento  do pregador. Mas isso não pode se tornar o foco do Sermão, o seu fator  identificador. "Ah, a Igreja X é legal porque o Sermão lá é todo  multimídia e a gente debate ele lá na hora mesmo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à profundidade. Nossa geração assimila conceitos densos e abstratos &lt;b&gt;sim&lt;/b&gt;, mas é preciso saber apresentá-los dentro desse "intervalo de atenção" (&lt;i&gt;attention span&lt;/i&gt;)  mais curto, de forma dinâmica, e saber amarrar tudo isso dentro de uma  preleção ou prédica que não passe de 20 minutos, meia hora. Mas será que  o Sermão, diante de toda a congregação (não apenas adultos, não apenas  gente avançada que pode comer "alimento sólido") é hora e lugar para  comunicar conceitos densos e abstratos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, eu concordo  que pode ser necessário prestar algum dinamismo à execução da Liturgia  hoje. Mas acredito que, ao contrário de limar "tudo o que está aí" e  tentar reinventar a roda em plena era digital, a coisa a se fazer é  justamente voltar à Liturgia histórica, apresentando-a de forma adequada  aos nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou, portanto, sugerindo simplesmente trazer os códices de  pergaminho com iluminuras, e corais masculinos que só fazem canto  gregoriano em latim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sugiro é pegar a Liturgia histórica,  as grandes letras dos mais belos e profundos hinos, os responsos, a  música, a dinâmica da dialética entre Oficiante e Povo, os gestos, os  movimentos, os sons, os aromas, os sabores. Tudo isso pode ser  apresentado de forma que faça sentido para os novos ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se  muito nos meios das igrejas emergentes em "criar uma experiência multissensorial", que envolva muito mais do que  a fala e audição, como se fosse algo inovador, algo "novo, moderno e e  revolucionário". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já se disse por aí que a Liturgia evangélica, ou a protestante, parece  feita para espíritos desencarnados, que não fazem nada além de ver e  ouvir, e quando muito, cantar e bater palmas. A única diferença é se  isso se faz com o povo de pé ou sentado, e mesmo assim já não há muito  critério para essa mudança de postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, sabichões:  experiências multissensoriais no Culto já existem e são empregadas pela  Igreja cristã, católica/universal há 2000 anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tato? As posturas  e gestos do ajoelhar, levantar as mãos ou postá-las juntas para a  Oração, estendê-las para receber a bênção e fazer a Oração que o Senhor  nos ensinou; até a Saudação da Paz (não "cumprimentar seu vizinho" ou  dizer para ele frases-clichê gospel descartáveis, cunhadas para o  momento, mas a perfeitamente bíblica "Paz de Cristo", a qual não exige  nenhuma medida de hipocrisia de crente para ser dita sinceramente)... Talvez também a sensação de ser aspergido com água no rito do &lt;i&gt;Asperges&lt;/i&gt;, ou mesmo de molhar a mão na Pia Batismal ao entrar no templo, relembrando com isso o próprio Batismo, que foi a entrada no Corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olfato? Que tal resgatar o incenso? Ou ainda, assar o pão da Comunhão durante o culto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paladar?  Que tal empregar pão e vinho de boa qualidade (como mandam os PL/IPB)  em vez de cubinhos insossos de pão-de-fôrma e suco Del Valle? (e já vi igreja usar  Ki-Suco na Comunhão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à visão, que tal resgatar a boa arte  e arquitetura sacra, sem qualquer intenção de veneração ou devoção à  própria arte, mas para ilustração e reforço das verdades bíblicas?&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... eu concordo com a necessidade de maior dinânica no Culto, e até  da multissensorialidade. Mas não posso compactuar com nada que coloque o  foco da celebração no homem, em suas sensações e no que ele acha ou deixa de achar, sente ou deixa de sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a geração dos baby boomers, as pessoas ficaram, de certa forma, mimadas. Elas passaram a querer impor seus gostos e opiniões, e a de fato querer ser o centro das atenções em tudo. "O freguês tem sempre a razão" é um dos lemas dessa geração e das posteriores. E isso se impôs até à Igreja. O que tem orientado a Liturgia em muitos lugares&amp;nbsp; não é alguma proposta teológica, mas simplesmente atender aos gostos de alguma "fatia do mercado". E com esse cristianismo de mercado, não dá pra compactuar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8812301657229101093?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8812301657229101093' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8812301657229101093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8812301657229101093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/02/liturgia-20.html' title='Liturgia 2.0?'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-878023853332903863</id><published>2011-02-14T10:50:00.000-02:00</published><updated>2011-02-14T10:50:29.032-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reviews'/><title type='text'>Manual do Culto da IPIB, 2ª Edição</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-POOZb2b8u9Q/TVWjcqNOCfI/AAAAAAAAA7w/Ljpcvrr9NIo/s1600/435520110201124440_big.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-POOZb2b8u9Q/TVWjcqNOCfI/AAAAAAAAA7w/Ljpcvrr9NIo/s200/435520110201124440_big.jpg" width="122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto: Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Chegou anteontem o meu exemplar do &lt;a href="http://www.pendaoreal.com.br/html/loja_prod.php?cod=395"&gt;&lt;i&gt;Manual do Culto&lt;/i&gt;, 2ª Edição, da Pendão Real&lt;/a&gt;, editora oficial da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPIB). Eu fiz a pré-encomenda antes do lançamento oficial, que aconteceu dia 8 de fevereiro. Algumas impressões preliminares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Apresentação, formato e diagramação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso esconder que o formato e a diagramação do &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;, embora não surpreendam, me decepcionaram um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O formato é de bolso, 13cm x 18cm, em capa dura, com gravação do título e do logo da Igreja em prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não surpreende porque todas as denominações protestantes no Brasil, sem exceção, quando se propõem a editar livros litúrgicos, elegem o formato de bolso, ou "manual" (para segurar nas mãos durante o uso, literalmente). Aliás, entre os presbiterianos isso quase sempre vai até para o nome do livro (&lt;i&gt;Manual do Culto&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Manual Litúrgico &lt;/i&gt;etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parêntese: Entre os luteranos a liturgia costuma ir no hinário, como ocorria também entre os metodistas (&lt;i&gt;Hinário Evangélico com Ritual&lt;/i&gt;). Hoje os metodistas têm um manual litúrgico separado (&lt;i&gt;Ritual da Igreja Metodista&lt;/i&gt;), bem mais completo, mas também em formato de bolso. E mesmo entre os anglicanos, que dos protestantes são os que há mais tempo têm tradição de seguir a liturgia direto do livro, e que lá fora produzem tanto edições "de banco" (pocket) quanto "de altar", maiores, para uso do oficiante, aqui no Brasil editam apenas a primeira, em tamanho 10cm x 15cm (&lt;i&gt;Livro de Oração Comum&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os não-protestantes: católicos romanos no Brasil têm larguíssima tradição em livros "de altar", e quase nenhuma em livros "de banco", para o povo seguir junto. A liturgia ou é decorada, ou acompanhada em folhetos, boletins ou semanários formato tablóide, como &lt;i&gt;O Domingo&lt;/i&gt;. Os ortodoxos, ao menos os antioquinos, que já visitei, usam tanto livros de altar quanto de banco, estes últimos muito bem impressos em papel-revista, numa publicação muito caprichada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim do parêntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O formato do novo &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;da IPIB me decepciona um pouco porque já estou bem mal-acostumado com o &lt;i&gt;Book of Common Worship&lt;/i&gt; da PC(USA), de 1993, formato "de mesa" (15cm x 23cm). Lembrando que o BCW foi a fonte principal do &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;da IPIB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que a IPIB recomenda em seu &lt;i&gt;Diretório para o Culto a Deus &lt;/i&gt;que a liturgia seja conduzida da Mesa, bem melhor seria se ela fornecesse uma edição para ser usada em estante, e não manuseada. Tanto pela estética, quanto porque é impossível conduzir a Santa Ceia com Grande Ação de Graças (conforme o &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;) segurando o livro na mão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda dificuldade (esta não tão grave) do &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;é com relação à sua diagramação, que decorre do formato adotado. No BCW, o texto da liturgia, mesmo que seja em prosa, é dividido em versos, ou "linhas de sentido", o que facilita na entonação e no ritmo da leitura (e determina a espessura do livro). No &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;, o texto segue em parágrafos, com identificação na margem das partes do Oficiante e do Povo. Isso não é problema em si mesmo, mas o formato menor também exige uma fonte menor. E isso pode (ou não) se tornar um problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira dificuldade, essa uma birra pessoal minha, é que não aproveitaram o cabeçalho ou o rodapé das páginas para indicar o capítulo em que se está, como acontece no BCW. Neste, enquanto se folheia, sabe-se apenas em bater o olho no rodapé, que se está&amp;nbsp; no Culto Dominical, no Casamento, no Funeral, ou no Saltério. No &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;, só dá para saber lendo o texto da página, ou buscando o começo de capítulo mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponto positivo para a impressão das rubricas em tinta azul. Para quem não sabe, rubricas são as instruções para a condução da liturgia, que geralmente vêm em uma fonte menor e em itálico. Elas são chamadas rubricas porque desde a invenção da imprensa, é costume imprimi-las em tinta vermelha (rubra). Neste caso, temos "azulicas"? De qualquer jeito, é por causa disso que os tradicionalistas das igrejas mais liturgicamente conscientes sempre dizem: "Faça o [que está em] vermelho, leia o [que está em] preto." Significa: não invente moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, porém, o trabalho de apresentação e diagramação foi bem-feito, assim como o acabamento do volume. É um belo livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Conteúdo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo do &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;se distribui, após dois prefácios (o da presente e o da primeira edição) em oito partes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;I - Ordens de Culto para o Dia do Senhor&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;começa justificando a necessidade da estrutura normativa do Culto, a importância, dinâmica e elementos do culto explicados um a um, textos presentes desde a primeira edição. Segue oferecendo um esboço do Culto Dominical, e então traz uma ordem completa, com textos e rubricas. O &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;presume como regra que a Santa Ceia sempre faça parte do Culto Dominical, oferecendo apenas o esboço de um culto sem o Sacramento da Eucaristia. Bônus para a coragem dos editores em incluir uma saudação trinitária no inicio do Culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se a ordem para o Batismo de Crianças, que pode ser (e em vários lugares é) usada em outras ocasiões além do Culto Dominical (Abertura de Escola Dominical é a ocasião preferida na minha igreja). Então, esboço e ordem para o Culto com Batismo e Profissão de Fé com adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;II - Ordens de Culto para Outras Ocasiões&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclui ordens de Bênção Matrimonial, Culto de Bodas, Intercessão pela Cura, Funeral, Licenciatura, Ordenação, Investidura, Concessão de Emerência e Jubilação de Ministros e Oficiais, além de Consagração e Investidura de Missionários e lideranças leigas, Organização de Igreja, Lançamento de Pedra Fundamental, Consagração de Templo e aniversário da igreja local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;III - Ordens de Culto para o Ano Litúrgico&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta seção começa com uma explicação sobre o Calendário Litúrgico, seus tempos e elementos. Em seguida, traz ordens de culto para ocasiões diversas do Ano Litúrgico, com orações próprias (incluindo algumas Orações Eucarísticas alternativas) e sugestões de hinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só faltaram, na minha opinião, Ordens para o Ofício de Cinzas (Quarta-feira de Cinzas), Última Ceia com Lava-pés (Quinta-feira Santa) e a Grande Vigília Pascal (madrugada de Sábado de Aleluia para o Domingo de Páscoa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;IV - Ordens de Culto para Datas Especiais&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui entram datas e ocasiões do calendário civil (Dia da Mulher, do Meio-Ambiente, da Pátria, de Ação de Graças, Véspera de Ano-Novo) e celebrativo da Igreja (Dia da Diaconia, Aniversário da IPIB, Dia da Juventude, da Reforma Protestante, da Bíblia, das Primícias), além de uma ordem para Culto de Formatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos da liturgia do Dia da Mulher são bastante breguinhas, assim como as do Meio-Ambiente. Embora questões de justiça social e cuidado com a Criação devam ser abordadas pela Igreja, creio que isso seja melhor tratado na Escola Dominical do que no Culto, e especialmente no Culto Público. Existe o risco (consumado em outros lugares) de transformar a igreja em uma ONG, e de deslocar sua agenda da proclamação do Evangelho para a promoção desta ou daquela causa. Por mais importante que a causa seja, e por mais que seja válido que a igreja tenha seu braço social, é importante que uma coisa não interfira em outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;V - Auxílios Litúrgicos para o Culto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta seção, que tem correspondente no BCW, traz textos alternativos e complementares para as várias partes do culto, para diversas ocasiões: Chamados à adoração, à confissão de pecados, orações de confissão, outras orações, textos bíblicos para situações variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontos extras pelos cânticos biblicos seguidos do &lt;i&gt;Gloria Patri&lt;/i&gt;, segundo a milenar prática monástica, e que compõem a parte mais importante das Orações Públicas Matutina e Vespertina, na tradição anglicana. Uma pena que nem todos esses cânticos se encontrem musicados no CTP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;VI - Calendário Cristão, Lecionário e Orientações Litúrgicas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este capítulo traz, da primeira edição, uma preciosa e concisa explicação do Calendário Cristão, sua importância, sua associação com o Lecionário. Também dispõe sobre os símbolos no culto, principalmente o simbolismo dos três pontos focais da liturgia cristã, o Púlpito, a Mesa da Comunhão e a Pia Batismal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;VII - Diretório para o Culto a Deus&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o documento que atualmente rege o Culto na Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, substituindo as Ordenações Litúrgicas de 1964 e, antes destas, os Princípios de Liturgia herdados da IPB antes do cisma de 1903. É um texto bastante didático e esclarecedor, bem diferente do juridicismo dos PL/IPB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;VIII -Apêndice ao Diretório para o Culto a Deus&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Apêndice traz os documentos oriundos das três grandes questões litúrgicas que movimentaram a Assembléia Geral da IPIB nos últimos anos: o rebatismo de católicos romanos quando admitidos à membresia da IPIB, a admissão de crianças à Ceia do Senhor e a promoção de Cultos de intercessão por cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São documentos interessantes, até para se analisar a tomada de decisão por consenso, que freqüentemente ocorre no sistema presbiteriano de governo: nem sempre as conclusões a que chegam as comissões de estudo (que elaboram os textos-base) equivalem à decisão final do plenário. Isso se vê principalmente na questão do rebatismo de católicos romanos: o texto da Comissão opina pela validade do Sacramento e sua não-repetição. Mas para a manutenção do consenso no Plenário, principalmente para apaziguar os elementos conservador e evangelical, criou-se uma série de exigências que dificultam a aplicação da faculdade de não rebatizar. É lamentável, mas ao menos é um progresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Observações finais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira edição, havia uma seção específica de responsos litúrgicos cantados, com as respectivas partituras. A segunda edição traz apenas as letras, remetendo sempre ao &lt;i&gt;Cantai Todos os Povos&lt;/i&gt; (CTP), hinário adotado pela IPIB em 2003. Isso não seria problema algum para mim, não fosse o fato de que o CTP com música está esgotado há tanto tempo quanto esteve o próprio &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;. Espero sinceramente que a Pendão Real resolva isto num futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prefácio faz notar que, na Ordem do Culto Dominical, o &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;adota o modelo de duas leituras bíblicas com um Salmo entre elas. Esse sistema, defasado, vem do antigo &lt;i&gt;Worshipbook&lt;/i&gt;, da então UPCUSA, da década de 1970. O próprio Prefácio faculta ao liturgista usar este sistema ou o do BCW, que obedece ao &lt;i&gt;Lecionário Comum Revisado &lt;/i&gt;(LCR), um guia de leituras bíblicas para o ano litúrgico empregado pela maioria dos protestantes (os romanos têm um lecionário próprio, pois precisam encaixar os livros deuterocanônicos na tabela). O que causa estranheza é que o próprio &lt;i&gt;Manual &lt;/i&gt;traz em anexo o LCR (e nenhum outro). Ora, se a única orientação de leitura que temos é o LCR, a Ordem do Culto deveria por padrão obedecê-lo, e dar a opção de reduzir uma leitura, não o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pequena inconsistência entre as edições do &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;: parece-me que nas ordens da primeira edição, não havia rubricas relativas à postura do povo (de pé, sentados, de joelhos), que por outro lado estão presentes nas liturgias mais recentes. Tais rubricas fazem falta principalmente quando a congregação acompanha a liturgia por escrito. É contraproducente, para a reverência e a fluidez da liturgia, ter de interrompê-la a todo tempo para determinar à congregação que fique de pé, que se sente ou se ponha de joelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se também em todo o &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt; certa inconsistência na tradução bíblica empregada. Nas liturgias oriundas da primeira edição, predomina a Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH). Em liturgias incluídas nesta edição, vai-se e volta-se bastante entre a NTLH e a Almeida Revista e Atualizada, que é a tradução mais usada no presbiterianismo brasileiro. Aliás, a própria linguagem das novas liturgias parece ter ido em uma direção mais formal do que as antigas ("tu", "vós", em vez de "você", "vocês").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a questão das traduções bíblicas adotadas valha um post separado, assim como as diferenças e inconsistências entre edições do &lt;i&gt;Manual do Culto/IPIB&lt;/i&gt;. Também em posts futuros, eu farei uma avaliação de cada liturgia do &lt;i&gt;Manual&lt;/i&gt;, comparando entre elas, suas correspondentes de outros Manuais e Liturgias, e as nossas próprias impressões e convicções.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-878023853332903863?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=878023853332903863' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/878023853332903863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/878023853332903863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/02/manual-do-culto-da-ipib-2-edicao.html' title='Manual do Culto da IPIB, 2ª Edição'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-POOZb2b8u9Q/TVWjcqNOCfI/AAAAAAAAA7w/Ljpcvrr9NIo/s72-c/435520110201124440_big.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4760183361759260453</id><published>2011-01-17T11:55:00.000-02:00</published><updated>2011-01-17T11:55:05.434-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sermões'/><title type='text'>Sermão: A eterna vocação missionária da Igreja (At. 8.1b, 4-8)</title><content type='html'>Sermão pregado à Igreja Presbiteriana de Franca/SP, no 2.º Domingo do Tempo Comum, 17 de janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/NgGlixwJeWM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NgGlixwJeWM?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/NgGlixwJeWM?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4760183361759260453?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4760183361759260453' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4760183361759260453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4760183361759260453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/01/sermao-eterna-vocacao-missionaria-da.html' title='Sermão: A eterna vocação missionária da Igreja (At. 8.1b, 4-8)'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7098585155506674299</id><published>2011-01-10T10:09:00.000-02:00</published><updated>2011-01-10T10:09:07.692-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sermões'/><title type='text'>Sermão: O Batismo de Cristo como modelo para a vida cristã</title><content type='html'>Sermão pregado à Igreja Presbiteriana Betânia (Franca/SP) por ocasião da Solenidade do Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo (9/1/2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/oAE52lbodZ0/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oAE52lbodZ0?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/oAE52lbodZ0?f=user_uploads&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-7098585155506674299?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=7098585155506674299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7098585155506674299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7098585155506674299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2011/01/sermao-o-batismo-de-cristo-como-modelo.html' title='Sermão: O Batismo de Cristo como modelo para a vida cristã'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-2005931501700859637</id><published>2010-12-22T14:52:00.000-02:00</published><updated>2010-12-22T14:52:41.677-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Liturgia: Véspera de Natal, 2010</title><content type='html'>Provavelmente encerrando este ano, posto esta sugestão de liturgia para a Noite de Natal deste ano. Leituras segundo o Lecionário Comum Revisado, as sugestões musicais todas têm links para o Youtube ou outra fonte de audio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, a versão &lt;a href="http://www.4shared.com/file/n_eMljdm/Liturgia_Natal_2010.html"&gt;Word &lt;/a&gt;é melhor para ler na tela, a versão &lt;a href="http://www.4shared.com/document/hHwbK9zs/Liturgia_Natal_2010.html"&gt;em PDF&lt;/a&gt; sai prontinha para impressão no formato boletim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-2005931501700859637?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=2005931501700859637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/2005931501700859637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/2005931501700859637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/12/liturgia-vespera-de-natal-2010.html' title='Liturgia: Véspera de Natal, 2010'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3230830832133591902</id><published>2010-12-22T14:34:00.000-02:00</published><updated>2010-12-22T14:34:15.376-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Carta Aberta aos vogais do Conselho de Hinologia, Hinódia e Música da IPB</title><content type='html'>Na verdade, eu mandei isto por e-mail aos conselheiros. Mas publico aqui também, por ser pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverendos, senhoras, boa tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou Mestre-de-capela e Regente Titular do Coro na Igreja     Presbiteriana de Franca/SP, e acompanho com interesse o     desenvolvimento da hinologia na IPB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soube que está em andamento uma seleção de 150 novos hinos a serem     adicionados ao NC, e gostaria de saber em que situação ela se     encontra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria também de recomendar à atenção dos nobres conselheiros o     &lt;i&gt;Hinário Anglicano&lt;/i&gt;, da IEAB (1962), que traz versões e composições     próprias de autores nacionais em temas onde o NC tem sido     manifestamente deficiente, principalmente no que se refere ao     Calendário Cristão. Temos poucos hinos para o Advento, apenas um de     Epifania (misturado aos de Natal), poucos hinos relativos ao     Espírito Santo que possam ser empregados em Pentecostes, e nada     específico para a Quaresma. Poderíamos também contar com mais hinos     para casamentos, Batismo e funerais. E, ao final, tomo a liberdade     de transcrever a letra de um belo hino para uso em reuniões     conciliares, surpreendentemente extraído do mesmo &lt;i&gt;Hinário Anglicano&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria, ainda, de saber se a Comissão aproveitará a excelente     oportunidade para dar cumprimento à Resolução SC 1970-004, que     determinou à então Comissão do Hinário que lhe anexasse "sugestões     litúrgicas, litânicas e antífonas, e o que considerar indispensável     ao enriquecimento do culto presbiteriano, sem desobediência aos     'Princípios de Liturgia' da CI/IPB;", o que jamais foi feito, como     sabemos. O NC atualmente traz no final o Credo Apostólico, o que     tenho usado com grande proveito para reintroduzi-lo regularmente no     Culto, mas poderia trazer muito mais. Por exemplo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Modelos de liturgia com textos para o culto dominical, também         (e especialmente) visando a celebração da Santa Ceia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modelos e textos para cultos especiais, como: Batismo e         Profissão de Fé, Ordenação de Oficiais e de Ministros,         casamentos, funerais, fundação de congregação, organização de         igreja, lançamento de pedra fundamental, consagração de templo,         organização e reuniões de concílios etc.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modelos também para o culto diário público e doméstico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Calendário Litúrgico e Lecionário, com explicação sobre seu         sentido histórico;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Orações responsivas entre Oficiante e Povo para as várias         partes do culto, como a Confissão de Pecados, as Intercessões e         principalmente a Oração Eucarística na Santa Ceia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mais responsos litúrgicos cantados, como Aleluias, &lt;i&gt;Kyrie           Eleison&lt;/i&gt;, bênçãos, mais améns etc, a exemplo do que foi         feito na IPIB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Credo Niceno, para figurar junto com o Credo Apostólico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Oração do Senhor, etc.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Recomendo como exemplos de hinários bem-sucedidos que trazem esse     tipo de material litúrgico-musical: no estrangeiro o &lt;i&gt;United       Methodist Hymnal &lt;/i&gt;e o &lt;i&gt;Presbyterian Hymnal &lt;/i&gt;americanos,     o &lt;i&gt;Voices United&lt;/i&gt;, da Igreja Unida do Canadá, bem como o &lt;i&gt;Lutheran       Book of Worship &lt;/i&gt;e o &lt;i&gt;Lutheran Service Book&lt;/i&gt;, hinários     que trazem material suficiente para cultos inteiramente cantados&lt;i&gt;     &lt;/i&gt;em qualquer ocasião. No Brasil, basta recordar a saudosa memória     daquele que foi o hinário mais largamente empregado na IPB antes do     Novo Cântico, o &lt;i&gt;Hinário Evangélico com Ritual&lt;/i&gt;. Há também o     exemplo do hinário adotado pelas igrejas reformadas de origem suíça     e holandesa no Brasil, que também traz as formas litúrgicas oficiais     dessas igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vantagem de se trazer a liturgia no hinário é manifesta: o povo se     habitua a acompanhar e a ativamente participar em orações     responsivas, ao contrário do velho costume de se usar manuais nas     "ocasiões especiais", aos quais apenas os pastores têm acesso, que     torna a congregação mera ouvinte e espectadora passiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fontes para pesquisa de material litúrgico, recomendo o &lt;i&gt;Manual       do Culto&lt;/i&gt; da IPIB bem como o excelente &lt;i&gt;Book of Common       Worship &lt;/i&gt;da PC(USA). Ainda na tradição reformada podemos     enumerar o atual &lt;i&gt;Book of Common Order &lt;/i&gt;da Igreja da Escócia,     nossa "igreja-avó", com a qual a IPB está restabelecendo relações     eclesiásticas, bem como as liturgias da Reformed Church of America e     da Eglise Réformée de France, que se encontram disponíveis online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho a intenção de ser, com isso, um intruso nos trabalhos da     Comissão de Hinologia e Música, mas tão-somente de oferecer o     ponto-de-vista de um amante da liturgia cristã histórica e     reformada, capacidade na qual me aventuro a editar o blog &lt;i&gt;Sociedade        Pela Liturgia Reformada&lt;/i&gt;.      Renovo aos nobres conselheiros meus votos de elevado respeito e     admiração, e assim despeço-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a letra do hino nº 304 do HIEAB, ao qual se adequa a música     CWM RHONDA (NC 350):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;304. Concílio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Concílio reunidos&lt;br /&gt;Imploramos-te, Senhor,&lt;br /&gt;Tua direção divina,&lt;br /&gt;Paz e fraternal amor.&lt;br /&gt;Tua Igreja, tua Igreja&lt;br /&gt;Quer servir-te, Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela senda da verdade,&lt;br /&gt;Da justiça e retidão,&lt;br /&gt;Guia-nos os frágeis passos,&lt;br /&gt;Vem tomar-nos pela mão.&lt;br /&gt;Luz divina, luz divina,&lt;br /&gt;Vence toda a escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os trabalhos do Concílio&lt;br /&gt;Tragam bênçãos tão reais&lt;br /&gt;Que os obreiros se desdobrem&lt;br /&gt;Na seara, mais e mais.&lt;br /&gt;E seremos, e seremos&lt;br /&gt;Missionários teus leais. Amém.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;(Silvano       Rocha Filho)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincera e respeitosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo H. Chagas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3230830832133591902?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3230830832133591902' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3230830832133591902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3230830832133591902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/12/carta-aberta-aos-vogais-do-conselho-de.html' title='Carta Aberta aos vogais do Conselho de Hinologia, Hinódia e Música da IPB'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3239342449356340081</id><published>2010-09-27T15:25:00.002-03:00</published><updated>2010-09-27T17:01:01.040-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calendário Cristão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pregação'/><title type='text'>Sermão: Lázaro e o homem rico (Lc. 16.19-31)</title><content type='html'>Sermão sobre o texto do Evangelho do 26.º Domingo do Tempo Comum, Ano C, pregado em 26/09/2010 na Igreja Presbiteriana Ebenézer, em Franca/SP, em duas partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X5xl0dJOz38?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/X5xl0dJOz38?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HoZTEkUhsbU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HoZTEkUhsbU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3239342449356340081?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3239342449356340081' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3239342449356340081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3239342449356340081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/09/sermao-lazaro-e-o-homem-rico-lc-1619-31.html' title='Sermão: Lázaro e o homem rico (Lc. 16.19-31)'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7176614238903641893</id><published>2010-09-24T14:59:00.001-03:00</published><updated>2010-09-24T15:00:11.448-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>O sentido do Credo e da Oração do Senhor no culto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;do meu Formspring.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TJzm09gqGuI/AAAAAAAAA5k/Ni3vif6yKhA/s1600/dscf6304.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TJzm09gqGuI/AAAAAAAAA5k/Ni3vif6yKhA/s200/dscf6304.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Pra que serve ficar repetindo todo domingo "credo apostólico" e "Pai Nosso"? Isso não torna o culto enfadonho?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só fica "enfadonho" pra quem não sabe o porquê de se fazer isso e por isso prefere que cada culto, a cada domingo, tenha uma novidade, seja algo diferente do anterior. Não costumam perceber que cantar meia dúzia de cânticos seguidos de um sermão e bênção, por mais estripulias que se coloque entre um e outro, também é "mesmice"...&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recitar o Credo é professar sua fé, é dar testemunho daquilo que se crê: "Creio em Deus Pai Todo-Poderoso...". Faz-se isso em resposta à fé que Deus nos dá, para a qual Deus nos chama. Se o Evangelho foi fielmente proclamado no sermão, ele nos convida à fé e à salvação por meio dessa fé, dadas por Nosso Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como responder a essa fé? Os batistas fazem um apelo. A Igreja Cristã, desde há uns 1700 anos, tem usado o Credo como síntese e testemunho da essência daquilo em que se crê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à oração do Senhor, foi Jesus mesmo quem disse "portanto vós orareis assim". É o modelo por excelência de oração, e lembrar do modelo nos instrui e nos ajuda sempre a fazermos as nossas próprias orações de forma mais adequada, sem os clichês e modismos que penetram na Igreja, e especialmente nas igrejas evangélicas. É simples, é objetiva, é direta e sincera, sem precisar recorrer a emoções descabelantes, como se para falar sinceramente com Deus fosse sempre necessário chorar convulsivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As igrejas que desqualificam a prática como se fosse uma reza, algo mecânico, sem sentido ou sinceridade, dizem que a Oração do Senhor é SÓ um modelo e não deve ser recitada jamais. Dizem que o modelo só serve para ser estudado e que toda oração precisa ser feita sempre, apenas e tão-somente com as palavras "espontâneas" do orante. Mas é raríssimo que essas igrejas peguem o modelo para estudar, e quase sempre as orações "espontâneas" que se ouve em seus cultos são na verdade colagens tiradas de um banco de clichês evangelicais. Não raro são prolixas e de uma "espontaneidade" bem ensaiada, com direito aos arroubos de emoção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplicidade, objetividade, humildade, sinceridade sem emoções fingidas. Lembrarmo-nos sempre disso é essencial! Retomar o modelo é lembrar disso. Se a oração for feita com sinceridade (e ninguém precisa fingir ou forçar barra alguma para poder orar o Pai Nosso sinceramente), ela é aceita pelo Pai, independentemente de ser "espontânea" ou de se valer das palavras de Nosso Senhor ou de algum outro irmão mais velho na fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são os conservadores que gostam da expressão "montar sobre os ombros de gigantes"?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-7176614238903641893?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=7176614238903641893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7176614238903641893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7176614238903641893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/09/o-sentido-do-credo-e-da-oracao-do.html' title='O sentido do Credo e da Oração do Senhor no culto'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TJzm09gqGuI/AAAAAAAAA5k/Ni3vif6yKhA/s72-c/dscf6304.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5634770685824707581</id><published>2010-09-08T17:06:00.000-03:00</published><updated>2010-09-08T17:06:14.077-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Saudade de Roma? Não!</title><content type='html'>Nos comentários do post&amp;nbsp; &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/liturgia-evangelica-22-bencao.html"&gt;A Liturgia Evangélica 22: A Bênção&lt;/a&gt;, o Nilson fez um questionamento tão bom e tão pertinente, e a resposta ficou tão extensa, que acho que rende um post próprio. Aqui vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Prezado Eduardo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou amante da liturgia, (talvez por ter sido formado no catolicismo), mas percebo que um culto litúrgico parece distante da realidade de mts na igreja atual, inclusive dos mais jovens e das comunidades cujos membros são mais simples, não sei se esta é a realidade da sua localidade.&lt;br /&gt;Realizando algumas pesquisas históricas, percebi que os cultos foram sofrendo alterações litúrgicas ao passar do tempo. A minha pergunta é: Será que o ritualismo e o cerimonialismo não foge da proposta simples do culto como era realizado na igreja primitiva? Será que no primeiro século, quando as igrejas se reuniam nas casas havia toda essa preocupação fundamentado na forma?&lt;br /&gt;A visão do ministro como o mediador da benção apostólica não esvazia o sacerdócio universal dos crentes, como era defendido por Lutero?&lt;br /&gt;Não estamos trazendo resquício de Roma?&lt;br /&gt;Desde de já quero lhe dizer que pessoalmente eu gosto mt de liturgia, apenas estou analisando historicamente e teologicamente.&lt;br /&gt;Quanto o sinal da cruz durante a impetração da benção, como presbiteriano eu nunca vi nenhum ministro fazer uso, achei bem interessante ...&lt;br /&gt;Um forte abraço!&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não entendo que uma liturgia mais formalmente estruturada aliene ou seja inacessível aos mais jovens ou aos mais simples. A existência de grupos ativos de jovens, e principalmente em populações mais carentes, nos meios católico-romanos, depõe diretamente contra essa idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semelhantemente, os luteranos e os anglicanos têm feito missões nos sertões e nos morros, sem mexer em suas liturgias e sem tirar os paramentos de seus pastores. Nesse caso, geralmente a via de contato e adaptação à cultura local se faz por meio da mescla e adição de música local à hinódia tradicional, e das artes sacras (paramentos feitos pelos membros da própria comunidade, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais: na minha experiência, e mesmo jovem já tenho alguma, tenho visto que a maioria das congregações vai participar com alegria do que quer que lhe for proposto em termos de liturgia. Se você imprimir boletins com responsos, eles vão seguir e participar. Se trouxer uma bandinha, eles vão cantar junto e bater palma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre uma uma minoria em toda igreja que tem sua opinião bem formada e consolidada sobre a forma litúrgica "ideal" (tanto tradicionalistas "secos", quanto fãs de bandinhas, quanto pentecostais, quanto os high-church), e em cada igreja um ou dois desses grupos será mais ou menos barulhento e influente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os esquenta-bancos cotidianos, os membros-médios, vão, sim, participar com gosto do que quer que lhes seja proposto (e vão estar abertos para ouvir o que for ensinado sobre a forma de culto proposta, também, seja ela qual for).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou dizendo que seja esta a sua postura, mas a idéia já bem disseminada de que liturgias mais estruturadas alienem os jovens e os simples, me soa como um pouco de condescendência, de subestimação da capacidade intelectual e do empenho em aprender, desses grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao culto da igreja primitiva, eu creio que uma boa pesquisa vá apontar, em primeiro lugar, que não existia muita uniformidade quanto à liturgia. Em segundo, que mesmo onde ela era simples, o culto cristão jamais foi algo tão prosaico quanto uma rodinha, uma Bíblia e um violão com uma Santa-Ceia-lanchinho no final. E o que predominou, no fim das contas, nos primeiros séculos, foi uma adaptação da Liturgia da Sinagoga (não mais do Templo) ao culto cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente foi uma simplificação, se compararmos com a complexidade da Liturgia do Templo, e das liturgias pagãs dos povos que circundavam os primeiros cristãos. (A ponto destes julgarem que os cristãos fossem ateus, tamanha a relativa falta-de-cerimônias). Mas mesmo assim, não podemos dizer que o culto cristão fosse algo prosaico e completamente extemporâneo como uma roda de amigos em torno da fogueira com um violão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que ao longo dos séculos as formas foram se cristalizando, se estilizando, se ritualizando. O lavar das mãos antes de preparar a Eucaristia virou o ritual do Lavabo. O acender das velas na Vigília de Páscoa tornou-se, a partir de um ato utilitário para um ofício na escuridão da madrugada, na Bênção do Fogo Novo e na procissão das luzes para dentro da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que a preocupação não deve ser com as formas em si mesmas, mas com o que elas comunicam, se é que comunicam. Há trabalho de docência a fazer aí!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à já antiga dicotomia entre o "clericalismo" protestante e o sacerdócio universal dos santos, creio que seja uma celeuma desnecessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdócio católico tem o ministro como necessário para a consecução de certas bênçãos e dos Sacramentos. O padre é, de certa forma, um mediador necessário entre homem e Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No protestantismo, a questão é de ordem, de organização da Igreja. Para que não haja desordem, Deus, por meio da Igreja, vocaciona alguns para serem despenseiros de seus mistérios, de seus meios de graça (diversidade de dons etc.). Não se impede, com isso, de forma alguma o acesso do fiel, por meio do sumo sacerdócio de Cristo, aos meios de graça. Mas para que haja paz e ordem na (dentro da) Igreja, reserva-se certas funções àqueles que sejam especialmente vocacionados e preparados para elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a questão da possibilidade/validade de um "leigo" ministrar a Eucaristia em um contexto extra-"igreja-instituição", como em reuniões familiares, por exemplo, é algo para os acadêmicos debaterem, à luz da doutrina do sacerdócio universal!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E é bastante curioso que o Cristianismo seja quase unânime quanto à possibilidade de um leigo/"leigo" batizar, em casos onde um ministro/sacerdote esteja fora de alcance...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então não, não creio que seja "resquício" ou "saudade de Roma", mas algo que já vemos presente, ainda que incipiente, na própria Igreja dos tempos apostólicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto ao sinal da cruz, aprendi com os luteranos (que ninguém diga que foi dos anglo-católicos pró-papistas). Mas já vi em muito material litúrgico presbiteriano e reformado, sugestões para o uso do referido sinal. E não vejo nada demais nele mesmo, enquanto não seja meio ou objeto de superstição. E ele é, claro, adiáfora, não deve ser causa de obrigar a consciência de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5634770685824707581?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5634770685824707581' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5634770685824707581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5634770685824707581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/09/saudade-de-roma-nao.html' title='Saudade de Roma? Não!'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-2377973244787795414</id><published>2010-09-02T20:16:00.001-03:00</published><updated>2010-09-02T20:19:25.576-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paramentos litúrgicos'/><title type='text'>Uma imagem fala mais do que mil palavras...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TIAwzOHgy4I/AAAAAAAAA5Q/lQt7wDrRNeg/s1600/Bob.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TIAwzOHgy4I/AAAAAAAAA5Q/lQt7wDrRNeg/s640/Bob.jpg" width="513" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rev. Roberto Brasileiro da Silva, Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, trajando toga e estola, segundo a melhor tradição reformada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-2377973244787795414?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=2377973244787795414' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/2377973244787795414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/2377973244787795414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/09/uma-imagem-fala-mais-do-que-mil.html' title='Uma imagem fala mais do que mil palavras...'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TIAwzOHgy4I/AAAAAAAAA5Q/lQt7wDrRNeg/s72-c/Bob.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6092683815994244332</id><published>2010-08-30T14:20:00.000-03:00</published><updated>2010-08-30T14:20:57.212-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pregação'/><title type='text'>Culto: XXII Domingo do Tempo Comum, Ano C (29/08/2010)</title><content type='html'>Ontem tivemos a oportunidade, além de ministrar aula na Escola Dominical, de celebrar o culto e pregar na Congregação Presbiteriana do Jardim Paulistano, aqui em Franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/cgWpsfap/2010-08-29_Liturgia_XXII_do_Te.html"&gt;Ordem Litúrgica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/-6v-TU7L/2010-08-29_Sermo_XXII_do_Tempo.html"&gt;Texto integral do Sermão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui, o culto, na íntegra (menos os cânticos):&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WOqmC_vXoB4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WOqmC_vXoB4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" 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/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6092683815994244332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6092683815994244332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6092683815994244332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/culto-xxii-domingo-do-tempo-comum-ano-c.html' title='Culto: XXII Domingo do Tempo Comum, Ano C (29/08/2010)'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' 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allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-23-the-postlude"&gt;The Evangelical Liturgy 23: The Postlude &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 11 de novembro de 2009. Traduzido com permissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu servi em duas igrejas com órgãos e organistas excepcionais. Algumas das minhas melhores lembranças de culto são do poslúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que o último amém soou, a congregação já deixando o templo e o organista, com a ajuda de Bach, destelhava o prédio com sua música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ficava completamente imerso. Não enjoava disso. Se você tem a oportunidade de ter esse tipo de poslúdio, eu estou oficialmente com inveja. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses poslúdios nos despedem com ALEGRIA! Maravilhosas ondas da majestade de Deus, saindo pelas portas, pelas janelas, direto para esse mundo caído que Jesus tanto ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles compensam por qualquer número de sermões ruins, solos e corais desafinados. Quando bem executados, eles são sensacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, a maioria das igrejas nem tem como chegar perto disso, e nem deveria tentar. Um poslúdio ao piano ou com metais pode ser ambicioso. Em uma igreja contemporânea, a bandinha pode simplesmente deixar rolar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quer que vocês façam, façam com alegria, se possível. O Evangelho, e suas muito Boas Novas deveriam ser a última Palavra sentida e ouvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão com Deus, e vão na música que preenche a Trindade, se espalhando para os corações abertos de cada pessoa que tem sede pelo Deus Vivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5132575882767022540?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5132575882767022540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5132575882767022540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5132575882767022540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/por-michael-imonk-spencer.html' title='A Liturgia Evangélica 23: O Poslúdio'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5707436368118004579</id><published>2010-08-04T02:32:00.000-03:00</published><updated>2010-08-04T02:32:58.357-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 22: A Bênção</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFj2g4lyiBI/AAAAAAAAA4k/ZW4cR87AWTE/s1600/bene.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFj2g4lyiBI/AAAAAAAAA4k/ZW4cR87AWTE/s320/bene.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-22-the-benediction"&gt;The Evangelical Liturgy 22: The Benediction&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 8 de novembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos chegando ao fim desta série. Sinto-me muito honrado por todos vocês que seguiram conosco neste passeio. Espero que alguém tenha, com isso, pensado na glória perdida da tradição litúrgica protestante, e as muitas e maravilhosas conexões bíblicas, evangélicas e ecumênicas que são possíveis ao se restabelecer alguma forma dela no evangelicalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Bênção é a "boa palavra" que fornece ao culto público um encerramento formal. Para muitos cristãos, alguma versão de uma bênção bíblica comporá estas palavras finais, tais como a Bênção Aaraônica, que todos já ouvimos tantas vezes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;O Senhor vos abençoe e vos guarde; O Senhor faça resplandecer o rosto sobre vós e tenha misericórdia de vós; O Senhor sobre vós levante o rosto e vos dê a paz. (Nm. 6.24-26)&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;Há várias passagens bíblicas que foram originalmente compostas como bênçãos, ou que podem ser facilmente adaptadas para esse fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro está pronunciando a bênção de Deus sobre o povo de Deus. Esse é um momento especial e poderoso no culto. Ele não deveria passar batido ou ser menos prezado. É a oportunidade de enviar o povo de Deus com a Paz de Deus e a Boa Nova do Evangelho sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas tradições, a bênção vem combinada com um "envio" da congregação. O ministro diz "Eu vos envio para..." e diz alguma aplicação ou resumo do Evangelho do dia. Então pronuncia-se a Bênção de Deus sobre tudo quanto foi dito, e assegura-se o povo de Deus da sua presença, enquanto eles vão para viver o Evangelho de Deus no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bênção sofreu bastante no protestantismo quando alguém decidiu que era um momento oportuno para pedir a um membro da congregação para fazer uma oração final. Muitas dessas orações não têm conexão com a Palavra que foi proclamada, ou ainda, são repetições gastas de clichês de oração e trivialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência, eu aprecio fazer o sinal da cruz e pronunciar a Bênção final como uma bênção trinitária do Deus Triúno sobre a congregação enquanto eles vão em paz ao mundo (eu também pronuncio uma bênção trinitária no começo ou no fim do sermão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disciplina de se empregar uma Bênção liturgicamente substancial traz consigo certo foco e seriedade quanto ao que aconteceu no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas igrejas conseguirão usar uma bênção musical de vez em quando. A congregação pode ser ensinada a entoar responsos cantados às Bênçãos bíblicas, ou um coro ou conjunto vocal pode cantar a bênção final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Em nome do Pai, no amor de Cristo e no poder do Espírito Santo, ide ao mundo como o povo da esperança e servos do Evangelho e de todos quanto dele necessitam.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5707436368118004579?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5707436368118004579' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5707436368118004579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5707436368118004579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/liturgia-evangelica-22-bencao.html' title='A Liturgia Evangélica 22: A Bênção'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFj2g4lyiBI/AAAAAAAAA4k/ZW4cR87AWTE/s72-c/bene.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4574157653514670007</id><published>2010-08-03T00:37:00.000-03:00</published><updated>2010-08-03T00:37:39.972-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>O que vocês acham dos ministros de louvor?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFeOSH0VFwI/AAAAAAAAA4Q/wRnC3SZDyKs/s1600/mark.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFeOSH0VFwI/AAAAAAAAA4Q/wRnC3SZDyKs/s200/mark.jpg" width="178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Extraído de uma discussão do Orkut.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O que vocês acham dos ministros de louvor?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Que entre uma musica e outra ficam falando geralmente as mesmas coisas sempre.&lt;br /&gt;Vocês acham bacana, desnecessário, irritando, ajuda a louvar mais ainda?? &lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na opinião deste editor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desnecessários na melhor das hipóteses, e uma desgraça na pior delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  a letra da música não fala por si só, se ela não tem conteúdo  suficiente para isso, ou se ela precisa ser explicada TODA VEZ que vai  ser cantada, essa música &lt;b&gt;não deveria &lt;/b&gt;entrar no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra  coisa. A própria ordem de culto (a liturgia) deveria ser "ministração"  suficiente, as músicas deveriam ser uma conseqüência lógica do que está  acontecendo no culto. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja se reúne para  prestar culto ao Trino Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. Lê um texto  que convida à adoração (um Salmo, talvez).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüência lógica?  Cantar um cântico de adoração. Sem precisar falar nada sobre a música,  sobre como e quem está na igreja hoje, sobre o que aconteceu comigo esta  semana, nada. Só canta. Sobre esse Deus que nos chamou para o adorar (não sobre mim e os meus sentimentos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantou, sentou, beleza. Aí a gente lê um  texto que convida à confissão de pecados, porque a santidade de Deus  (que a gente acabou de cantar) nos faz perceber o quanto nós NÃO somos  parecidos com ele. Aí a gente pede perdão pelos nossos pecados, e canta  uma música de penitência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí a gente lê um texto que nos garante o  perdão dos pecados por meio de Jesus. Então a gente canta uma música  que louva a Deus pela obra de Jesus em nós e por nós. Ou uma que fale de  reconciliação, aí a gente já aproveita e faz a saudação da paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  seguida a gente lê a Bíblia, canta e ora pedindo a iluminação do  Espírito Santo. Sermão, Credo, beleza. A gente pode cantar uma música  que tenha a ver com o tema do sermão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí tem as orações de intercessão, pode cantar uma música que fala de fé e da importância da oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o ofertório, com uma música apropriada e a preparação da Mesa pra Santa Ceia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí uma sobre a Santa Ceia e seu significado. Celebra-se a Ceia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, oração pastoral, bênção, amém tríplice e talvez uma música de despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. Não precisa de "momento de louvor" nem de ministração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto  inteiro se torna um grande "momento de louvor", e toda a liturgia se  torna a sua ministração, sem precisar ficar improvisando ou copiando o  que a Ana Paula Valadão faz nos cds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tão difícil, complicado e dolorido assim?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4574157653514670007?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4574157653514670007' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4574157653514670007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4574157653514670007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/o-que-voces-acham-dos-ministros-de.html' title='O que vocês acham dos ministros de louvor?'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFeOSH0VFwI/AAAAAAAAA4Q/wRnC3SZDyKs/s72-c/mark.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-856608021360824230</id><published>2010-08-02T13:59:00.000-03:00</published><updated>2010-08-02T13:59:10.991-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 21: O Apelo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFbvwS6nzsI/AAAAAAAAA4I/QEe6Oatve74/s1600/aisel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFbvwS6nzsI/AAAAAAAAA4I/QEe6Oatve74/s320/aisel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-21-the-invitation"&gt;The Evangelical Liturgy 21: The Invitation&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 3 de novembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nossos amigos litúrgicos espiando esta série, o apelo público será certamente um bicho esquisito, evocando imagens de uma trilha de serragem e pecadores em prantos suplicando aos pés de um palco enquanto um evangelista os insta a orar. Na verdade o apelo é simplesmente uma porção do culto onde os participantes que talvez desejem fazer certos atos como confessar sua fé ou aderir à igreja, por meio de um ato público inicial, em um culto público, geralmente no fim da celebração, que consiste em ir lá na frente falar com o ministro, podem fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um opositor ferrenho do apelo público no culto. Já escrevi extensamente sobre isso no InternetMonk em vários artigos passados. Confira &lt;i&gt;Leave your seat, leave your sin &lt;/i&gt;[Deixe seu banco, deixe seu pecado, N. do T.], partes &lt;a href="http://www.internetmonk.com/articles/I/invitation.html"&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.internetmonk.com/articles/I/invitebible.html"&gt;2&lt;/a&gt; and &lt;a href="http://www.internetmonk.com/articles/I/invitebible3.html"&gt;3&lt;/a&gt;.&lt;span id="more-4946"&gt;&lt;/span&gt; No entanto, esta série está descrevendo uma liturgia protestante típica, e os fatos são inegáveis: a maioria dos evangélicos e boa parte dos protestantes faz uso de alguma forma de apelo público, de modo que ele precisa ser abordado em uma discussão de liturgia. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por isso, eu não vou discutir os motivos bíblico-teológicos pelos quais eu pessoalmente me oponho ao uso do apelo público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todas as igrejas onde eu já servi, com exceção da presbiteriana onde eu tenho auxiliado há vários anos, um apelo público era sempre esperado. Batistas do sul associam profunda e estreitamente o convite com o culto do Evangelho, o evangelismo e a mensagem fundamental da igreja. Essa associação é tão profunda que a maioria dos sermões se desenvolve desembocando em um apelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência com a Convenção Batista do Sul, uma igreja que deixa de fazer apelos públicos será imediatamente julgada pelos demais batistas como tendo abandonado o Evangelho e o amor pelos perdidos. Esse apelo tem claras conotações sacramentais, da forma como é praticado nas tantas igrejas evangélicas. Esse é um "momento de Deus", o clímax, uma representação simbólica do próprio convite que nos faz o Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apelo padrão na nossa tradição é uma seqüência do sermão para um hino de apelo, com o ministro de pé na frente do espaço de culto para receber aqueles que possam vir, por quaisquer que sejam os motivos do dia. Tais motivos podem incluir fazer-se uma profissão de fé, pedir pelo Batismo ou por membresia na igreja, ou pedir orações. "Rededicações" etc. não são razões consistentes para um apelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha e o uso do hino de apelo tem sido a área mais fraca da liturgia orientada pelo apelo. Hinos típicos de "compromisso" e "decisão" têm o potencial de deixar uma idéia totalmente errada ao fim de um culto bem-planejado e bem-executado. O hino final deveria seguir o tema do culto, e não abordar um pedestre-de-corredor em potencial com declarações, ameaças e promessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instruções sobre o apelo devem ser parte da ordem impressa de culto, ou dadas nos avisos antes do início do culto, como orientação. Um ministro não deveria ter de gaster dois minutos justificando o apelo. Seus comentários de transição deveriam ser curtos, e o propósito desse ato ser praticado ao fim do culto deve ficar claro e conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apelos não devem ser compridos. O uso de uma música de encerramento apropriada deveria dar a tônica para o apelo. Aqueles que o atendem devem ser recebidos e encaminhados para outro lugar, para que se possa conversar com eles depois do culto. Se a legislação da igreja exigir que aqueles que respondem o apelo sejam apresentados, ou se o ministro desejar comentar sobre algum aspecto do apelo, ambos devem ser feitos de forma ciosa da duração do culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as deixas para o pessoal de apoio forem bem dadas, na transição para, e durante o apelo, não há motivo para que ele se torne uma grande distração do restante do culto. Se os ministros se contiverem e os músicos ajudarem a tornar o fim do culto um movimento fluido, e não uma interrupção, o apelo pode ser feito com bom gosto, de forma rápida e sem distrações ou perambulações extensas pelo deserto litúrgico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-856608021360824230?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=856608021360824230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/856608021360824230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/856608021360824230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/08/liturgia-evangelica-21-o-apelo.html' title='A Liturgia Evangélica 21: O Apelo'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFbvwS6nzsI/AAAAAAAAA4I/QEe6Oatve74/s72-c/aisel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5032419700275591868</id><published>2010-07-30T12:03:00.001-03:00</published><updated>2010-07-30T14:02:58.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 20: Silêncio</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFLmwMuaXtI/AAAAAAAAA4A/Ocv5uJALfss/s1600/silence.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFLmwMuaXtI/AAAAAAAAA4A/Ocv5uJALfss/s320/silence.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-20-silence"&gt;The Evangelical Liturgy 20: Silence &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 29 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio foi banido da maior parte dos cultos contemporâneos como se fosse uma coisa totalmente vil; no entanto, qual consumidor de cultos modernos não voltaria de um retiro monástico dizendo "eu adorei o silêncio"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liturgia protestante não tem tradição de silêncio, mas momentos de silêncio foram incorporados, com freqüência, no culto protestante.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, a oração pastoral às vezes é precedida de silêncio. Sermões podem ser seguidos de silêncio. Algumas congregações colocam os avisos bem antes do prelúdio, então pedem relativo silêncio durante o prelúdio. A idéia básica do prelúdio ou do poslúdio pode incluir silêncio, em algumas igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio traz consigo alguns obstáculos funcionais, especialmente onde há crianças pequenas, mas tenhamos em mente que não estamos tentando alcançar algum tipo de estado de silêncio absoluto como um dever, mas sim o "aquietai-vos e sabei que eu sou Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja mais útil a idéia de simplesmente parar com as conversas e ficarmos quietos e sossegados perante o Senhor como uma preparação para o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos evangélicos não têm idéia de quão barulhentos os seus cultos são. Tragam um visitante da Igreja Católica, ou da Anglicana, e vejam como eles comparam os momentos "silenciosos" do seu culto com o deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu cresci em uma tradição onde "meditação com música de fundo" era comum no culto. O culto de muitas igrejas batistas&amp;nbsp; tradicionais continuam essa prática como parte das suas orações durante o culto. Exatamente como o silêncio e o som de um órgão eletrônico ou slides de paisagens acompanhados de música enlatada guardam relação com o culto, ainda é um mistério para mim. Eu costumo achar esses momentos de meditação tudo, menos meditativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio, levado a extremos desconfortáveis, pode causar distração e até mesmo vergonha. Seja criterioso. Eu tenho usado uma introdução silenciosa para a oração pastoral por anos, e continuarei fazendo até o dia em que eu acabe dormindo durante o silêncio. Aí teremos de rever essa idéia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5032419700275591868?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5032419700275591868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5032419700275591868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5032419700275591868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-20-silencio.html' title='A Liturgia Evangélica 20: Silêncio'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TFLmwMuaXtI/AAAAAAAAA4A/Ocv5uJALfss/s72-c/silence.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8338170877261424853</id><published>2010-07-28T13:43:00.000-03:00</published><updated>2010-07-28T13:43:43.643-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oração'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 19: A Oração Pastoral</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-19-the-pastoral-prayer"&gt;The Evangelical Liturgy 19: The Pastoral Prayer&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 26 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu excelente livro &lt;i&gt;Mother Kirk&lt;/i&gt;, Douglas Wilson faz uma maravilhosa defesa do ministério das orações pastorais escritas. O leitor médio dirá "Do que ele está falando?". E esse é o problema: uma parte importante do culto que é de responsabilidade do pastor tem sido muito negligenciada. Tanto que a mera sugestão de resgatá-la soa como algo bizarro.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O protestantismo tem uma larga tradição nessa área, desde as longas orações dos puritanos, às orações publicadas de Charles Spurgeon até as orações compiladas de Walter Brueggemann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria ser óbvio, a esta altura do campeonato, que a liturgia evangélica exige mais do que a mera compreensão da liturgia. Ela exige uma ética de trabalho, uma abordagem operária no aspecto de se criar uma experiência congregacional de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nessa área de operosidade que muitos evangélicos têm falhado, e a evidência disso é óbvia em milhares de cultos sem vida, repetitivos e improvisados. Se qualquer evangélico pode apontar o dedo para as igrejas litúrgicas como&amp;nbsp; culpadas de serem "repetitivas", ou eles estão em uma situação excepcional, ou estão ignorando o óbvio. A "mesmice" desnecessária em elementos como a oração pastoral sugere que muita coisa pode ser melhorada, simplesmente se aproveitarmos o tempo em:&lt;br /&gt;- Ligar a oração pastoral aos temas gerais do Ano Cristão;&lt;br /&gt;- Dar atenção aos textos do Lecionário, especialmente aqueles que não serão usados em outras partes do culto.&lt;br /&gt;- Abordar com criatividade as questões correntes de uma perspectiva pastoral;&lt;br /&gt;- Dirigir-se terna e compassivamente aos feridos e desanimados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, a oração pastoral deve evitar certas armadilhas conhecidas:&lt;br /&gt;1. Ser comprida demais.&lt;br /&gt;2. Tornar-se um segundo sermão.&lt;br /&gt;3. Tornar-se uma discussão com a congregação.&lt;br /&gt;4. Abusar de clichês e expressões desgastadas (há poucos lugares onde a linguagem de Sião domina com tanto entusiasmo desmedido quanto na oração pastoral).&lt;br /&gt;5. Tentar ser abrangente em nome da política eclesiástica. (Fale o nome de uma pessoa no hospital e terá de falar de todas)&lt;br /&gt;6. Sentimentos fajutos, especialmente a pretensão de uma alta espiritualidade. (você não é o &lt;i&gt;The Valley of Vision&lt;/i&gt;. Não tem problema.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oração pastoral deve chamar o pastor para o trabalho adequado de um artesão das palavras, mas a oração pastoral não deve -- com o devido respeito aos puritanos -- se tornar um segundo culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu considero a oração pastoral uma área da liturgia que eu negligenciei, e freqüentemente ofereci orações improvisadas, seguindo o mesmo modelinho de sempre. Gostaria de ter feito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais alguém?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8338170877261424853?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8338170877261424853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8338170877261424853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8338170877261424853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-19-oracao-pastoral.html' title='A Liturgia Evangélica 19: A Oração Pastoral'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4393024889552497215</id><published>2010-07-27T15:26:00.000-03:00</published><updated>2010-07-27T15:26:57.455-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oração'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 18: As Orações do Povo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TE8ThJb0oHI/AAAAAAAAA34/AbqNMtGEqCQ/s1600/lp.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TE8ThJb0oHI/AAAAAAAAA34/AbqNMtGEqCQ/s320/lp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-18-the-prayers-of-the-people"&gt;The Evangelical Liturgy 18: The prayers of the people &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 22 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira o &lt;a href="http://www.crivoice.org/prayerspeople.html"&gt;ótimo artigo de Dennis Bratcher sobre as Orações do Povo na liturgia&lt;/a&gt;. Um tutorial completo sobre os diferentes tipos de orações, litanias, coletas etc. está disponível &lt;a href="http://www.worship.ca/docs/l_pray.html"&gt;nesta página da Igreja Evangélica Luterana do Canadá&lt;/a&gt;. [ambos em inglês, N. do T.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de "pedidos de oração" congregacionais em um Culto de Adoração é suficiente para fazer qualquer um que esteja organizando um culto para &lt;i&gt;seekers&lt;/i&gt; surtar e sair correndo da reunião de planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha tradição, abrir espaço para pedidos verbais de oração é um grande risco de matar a reunião em que isso aconteça. Provavelmente se ouvirá "excesso de informação" sobre procedimentos médicos, problemas familiares e várias situações onde a intervenção divina é necessária. O foco da oração raramente foge de questões médicas e pessoais. Para um visitante em uma situação dessas, esse tipo de exposição pode fornecer um bom motivo para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, uma comunidade de fé ora junta, e motivos de oração podem cobrir toda a gama das experiências humanas, desde a mais sublime até ao trivial e ao ridículo. Não é louvável que se diga que uma igreja é uma comunidade de estranhos que não choram uns com os outros ou não sentem as agruras da vida juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liturgia deveria ensinar as pessoas a orar. A mais básica de todas as funções da liturgia é moldar os pensamentos, palavras e corações -- expressões de um povo -- à forma de um ato de adoração.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Quando eu comecei a visitar igrejas litúrgicas, eu tenho de admitir que fiquei bem surpreso com a quantidade de tempo dada às orações por vários motivos, e quão ordenadamente essas orações eram realizadas. Foi notável, comparado com o vale-tudo médico e "fofoquístico" com o qual eu estava acostumado.&lt;br /&gt;Por exemplo, em uma igreja presbiteriana que eu visito com freqüência, os pedidos de oração são colocados na salva de ofertas, imediatamente recolhidos pelos diáconos, trazidos à frente e dados ao ministro, que os inclui na oração pastoral. Como bons presbiterianos, tudo se faz com muita ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na igreja episcopal que eu visito na minha cidade natal, orações intercessórias são uma parte em si mesma do culto, começando com uma litania escrita de motivos de oração, e continuando com um momento de compartilhar os nomes e situações de pessoas a serem lembradas em oração. Parece que é possível dizer simplesmente "Oremos pelo Fulano de Tal, que está internado para tratamento de câncer" e a congregação responder "Oramos ao Senhor". Sem necessidade de entrar em detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência na Igreja Batista, pedidos de oração costumam ser falas compridas cheias de longas e detalhadas descrições que parecem dizer "eu sei mais do que todo mundo aqui", como se fosse um tipo de competição para ver quem sabe mais dos assuntos da vida da comunidade. Bem-intencionado, mas nada funcional enquanto elemento do culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aprendi a apreciar as "Orações do Povo" como uma valiosa e atraente parte da tradição litúrgica católica/anglicana/luterana que pode efetivamente disciplinar os protestantes para serem mais objetivos, eficientes e até mesmo teologicamente consistentes no uso dos pedidos de oração no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pulo-do-gato para os protestantes e evangélicos aqui é o papel do dirigente das orações. No momento de abrir para os "pedidos de oração", muitos dirigentes de culto se tornam muito casuais e conversadores, o que é bom em certas situações. A tradição mais formal das Orações do Povo mantém o dirigente ligado no modo "Oficiante Litúrgico" e não convida a conversas casuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na igreja presbiteriana onde eu costumo oficiar nos cultos, eu tenho uma "liturgia" minha própria, nesta parte do culto. Eu desço para o nível da congregação. Nós temos breves menções de pedidos de oração. Observamos um período de silêncio, depois a oração pastoral, terminando com o Pai Nosso. Essa é uma parte profunda do culto. Eu me torno um pouco mais casual, mas não de uma forma que dê a parecer que perdemos o foco de culto. Colocar as orações do povo no contexto de outras orações é útil. Não é algo que siga o Manual ou o Livro de Oração ao pé da letra, mas funciona bem em uma congregação pequena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho ciência de que em algumas igrejas, o número de presentes torna a participação individual nas Orações do Povo impossível. Duvido que uma igreja de mais de 300 consiga fazer isso com profundidade. Mas eu ainda consideraria as Orações uma parte importante da liturgia. (Pentecostais ou chefes de ministério de jovens que estão aí comichando para dividir o povo em grupos e mandar orar com o vizinho de banco, sosseguem aí!) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos evangélicos têm Reuniões de Oração como um ofício religioso durante a semana, embora isto esteja desaparecendo. Tornar esse tipo de ofício profundo e não entediante ou "fofoquístico" é um desafio. Outras igrejas vão deixar este tipo de oração exclusivamente para os grupos pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material litúrgico para incorporar orações intercessórias na liturgia são comuns na maior parte dos Manuais e Livros de Oração. Eles tornam mais amplos os nossos horizontes de oração e ajudam as congregações a pensar em toda a gama de motivos de intercessão, e não apenas nos assuntos médicos e pessoais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4393024889552497215?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4393024889552497215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4393024889552497215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4393024889552497215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-18-as-oracoes-do.html' title='A Liturgia Evangélica 18: As Orações do Povo'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TE8ThJb0oHI/AAAAAAAAA34/AbqNMtGEqCQ/s72-c/lp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8190853870870152965</id><published>2010-07-23T18:42:00.000-03:00</published><updated>2010-07-23T18:42:23.240-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Ceia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 17: A Santa Ceia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TEnwWmZuctI/AAAAAAAAA3w/766iBMVba1Y/s1600/communion.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TEnwWmZuctI/AAAAAAAAA3w/766iBMVba1Y/s320/communion.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-17-the-lords-supper"&gt;The Evangelical Liturgy 17: The Lord's Supper &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 19 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aqui está a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução &lt;/a&gt;desta série. Os demais posts podem ser lidos na categoria &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dois anos, eu escrevi extensamente no InternetMonk na tentativa de recuperar alguma sanidade, freqüência e significado para a prática da Santa Ceia na minha tradição batista. Você pode encontrar esses posts nas categorias "Baptists" e "Church" nos arquivos do IM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta série, minha intenção será modesta: como a Santa Ceia (por favor, permitam-me usar apenas este nome, sem deixar de levar em conta que outros protestantes e evangélicos podem usar outros) se encaixa na liturgia evangélica e no contexto de uma recuperação da liturgia na igreja protestante? &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Eu começaria dizendo que uma recuperação do lugar litúrgico da Santa Ceia no evangelicalismo não significa se tornar católico, luterano ou anglicano, mas aprender dessas tradições onde for possível e apropriado. Existem aspectos da Santa Ceia que os evangélicos quererão afirmar e praticar que são de pouco interesse para cristãos mais "católicos", e há aspectos de prática mais sacramental que os evangélicos preferirão evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria contraproducente, na maior parte das situações evangélicas, o usar a Santa Ceia para criar confusão. Muitos evangélicos estão em uma caminhada para uma maior apreciação da Santa Ceia em sua espiritualidade pessoal. Seria sábio não usar a congregação como um "laboratório" para essa jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, é mais do que seguro afirmar que milhares de evangélicos estão nessa mesma jornada e, com uma abordagem que conduza a congregação de maneira tranqüila, responda as perguntas que surgem, e permaneça ancorada em uma visão evangélica das Escrituras, muitos evangélicos podem ter uma experiência muito mais cheia de significado da Santa Ceia no contexto do culto e da vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu começaria com alguns dos itens básicos da nossa caixa de ferramentas litúrgica: Onde fica a Mesa/Altar? Que nome nós vamos dar pra ela e por quê? (No contexto do significado que nós queremos enfatizar na nossa própria tradição.) Qual será a sua relação com o púlpito no lugar de culto? O que colocaremos em cima da mesa para chamar a atenção para a Santa Ceia e nada mais? (Eu fico com os puritanos em deixar de fora adições ostensivas, mas com os anglicanos em manter uma cruz simples.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde fica a mesa, com relação ao púlpito? Eu tenho uma queda pela idéia presbiteriana do espaço de culto: enfatizar a pia, a mesa e o púlpito. E gosto do arranjo anglicano, que coloca o púlpito e a mesa separados mas sem negligenciar nenhum dos dois; um templo que eu visito sempre, de uma igreja presbiteriana aqui perto, deixa espaço suficiente para todos os três. Não tem como errar com a "trindade" evangélica/protestante da Palavra/Mesa/Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freqüência é um ponto polêmico no evangelicalismo. Algumas tradições guardam uma freqüência isolada da celebração da Ceia como uma espécie de reverência, mas os efeitos disso foram o contrário. Evangélicos pragmáticos acharam fácil abandonar a Ceia para uma sala separada e só de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os evangélicos -- especialmente campbellitas -- que tornaram a Santa Ceia parte de todo culto dominical tiveram resultados variados. Eu costumava substituir em uma igreja que podia bater o recorde olímpico na hora de tomar a Ceia. Ela foi trivializada pela freqüência, mas eu sei que isso nem sempre acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu respeito os evangélicos que conseguem o feito de repetir a versão de Spurgeon da Santa Ceia batista todo domingo, mas eu acho que a maioria dos protestantes/evangélicos vão concordar que a ceia mensal é uma boa concessão, ou ao menos um bom ponto de partida. Um culto alternativo com comunhão mais freqüente é uma boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementos já se tornaram um tipo de tragicomédia para os protestantes. A perda do simbolismo do pão e do cálice únicos foi aceita fácil demais, e a substituição de vinho por suco de uva foi mal compreendida. Nos lugares onde álcool pode ser problema, a concessão necessária deve ser feita com a plena comunicação do que se está fazendo, e de que esse desvio precisa ser corrigido. Eu sei que isso é polêmico, mas se nós não conseguimos obedecer nem mesmo o que a Bíblia diz com respeito aos elementos -- um pão, um cálice -- então como nós podemos esperar sermos levados a sério no que diz respeito ao resto da nossa teologia eucarística? Cubinhos de pão-de-fôrma e copinhos de dose são um último recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Santa Ceia precisa estar ligada com os demais elementos do culto, especialmente a confissão de pecados e os Credos. As orações à mesa do Senhor deveria ser especialmente focadas no que está acontecendo ali, e não no cardápio padrão de retórica de oração evangélica. Cantar hinos/cânticos que comuniquem a teologia da ceia também é apropriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que momento do culto? A liturgia clássica coloca a Palavra primeiro e a Ceia depois. Isso é bastante louvável, mas não obrigatório. Na verdade, a criatividade de deixar que a Ceia "pregue" tanto quanto possível ao longo do culto é necessário. Seria simples reorientar toda a liturgia pela celebração da Santa Ceia de tempos em tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu insisto em que os evangélicos da minha própria tradição liguem a Ceia à celebração do Pessach. Há muita teologia riquíssima aqui para ampliar o nosso entendimento de Jesus e do que ele estava fazendo com a refeição do Pessach. Isso não é para apoiar qualquer das tendências recentes de dar um sabor "messiânico" ao evangelicalismo. Nós simplesmente precisamos saber que Jesus pegou uma refeição que era sobre um tipo de salvação e mudou o seu significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha tradição, cristãos batizados são convidados para a mesa do Senhor. Comunhão fechada tem os seus pontos positivos, mas não acho que ela possa ser feita sem ter de se fazer explicações dentro do culto -- por escrito ou em pessoa -- para orientar a congregação quanto às razões por que nem todos os cristãos são bem-vindos à mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ando me achando cada vez mais atraído à Mesa do Senhor como um sacramento de convite, com aplicações evangelísticas ressaltadas. Aqueles que não criam mas agora crêem, deveriam ser convidados a participar como crentes. "Eis aqui água" funciona com "Eis o banquete da salvação" também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças? Eu apoiaria a meta da minha tradição de que a Mesa do Senhor seja normalmente um lugar onde os crentes batizados vêm para adorar, mas reconheço que os pais podem considerar a mesa do Senhor um lugar para começar a confissão de fé de uma criança. Questão de discricionariedade dos pais, na minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos evangélicos fizeram experiências com variações na ministração da Santa Ceia. Igrejas que servem a congregação sentada podem variar fazendo-a vir à frente. Um contexto de refeição de comunhão pode se revezar com um culto formal. No evangelicalismo, grupos pequenos podem partilhar da Santa Ceia juntos, talvez com uma liturgia preparada pelos presbíteros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma recuperação da liturgia protestante certamente será incompleta sem uma restauração e resgate da Santa Ceia na vida e no culto da igreja. Oremos e trabalhemos para que ocorra esse resgate, e tenhamos uma apreciação verdadeira dos nossos irmãos mais "católicos/sacramentais" e daquilo que a tradição deles pode nos ensinar, mesmo enquanto nós recuperamos aquela tradição que é a nossa própria.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/a-new-series-the-evangelical-liturgy-introduction"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8190853870870152965?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8190853870870152965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8190853870870152965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8190853870870152965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-17-santa-ceia.html' title='A Liturgia Evangélica 17: A Santa Ceia'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TEnwWmZuctI/AAAAAAAAA3w/766iBMVba1Y/s72-c/communion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8176079473104778110</id><published>2010-07-19T11:53:00.000-03:00</published><updated>2010-07-19T11:53:13.988-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sermões'/><title type='text'>Liturgia e Sermões (XV e XVI domingos do Tempo Comum)</title><content type='html'>Nas últimas duas semanas, eu fui escalado para cobrir as férias de um pastor do meu presbitério, em uma das congregações da minha igreja. O resultado, pro bem ou pro mal, está aqui.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11/07/2010 (XV Domingo do Tempo Comum)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/wGLxglUS/2010-07-11_Liturgia_XV_do_Temp.html"&gt;Liturgia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/r_6OtCY_/2010-07-11_Sermo_XV_do_Tempo_C.html"&gt;Sermão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18/07/2010 (XVI Domingo do Tempo Comum)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/ysy_Lhy0/2010-07-18_Liturgia_XVI_do_Tem.html"&gt;Liturgia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/7Zbl4blz/2010-07-18_Sermo_XV_do_Tempo_C.html"&gt;Sermão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8176079473104778110?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8176079473104778110' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8176079473104778110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8176079473104778110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-e-sermoes-xv-e-xvi-domingos-do.html' title='Liturgia e Sermões (XV e XVI domingos do Tempo Comum)'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5346817219886182859</id><published>2010-07-17T14:55:00.020-03:00</published><updated>2010-07-22T11:49:32.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Batismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 16: O Batismo</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-16-baptism"&gt;The Evangelical Liturgy 16: Baptism &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com.br/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 12 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Vou deixar isto claro de início: nós não vamos discutir a teologia do Batismo. Eu vou falar sobre o lugar do Batismo na liturgia, e o farei do ponto de vista de um credobatista descrevendo a liturgia de um culto protestante.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos espaços formalizados de culto, mesmo os mais simples, têm um batistério ou uma pia batismal. Nestas igrejas onde o batistério/pia é uma parte permanente da arquitetura do culto, há um lembrete constante do lugar do Batismo na vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha tradição, a fé nos une a Cristo, mas o Batismo é a "confissão" de Cristo perante os homens, que inicia a participação junto ao povo reunido de Deus. O batistério/pia é freqüentemente uma parte do culto, pois Batismos são realizados e confissões de fé dadas nas águas batismais.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visto que o Batismo não tem lugar na liturgia "comum" do culto da mesma forma que a Santa Ceia/Eucaristia, a inclusão do Batismo e da liturgia batismal no culto pode e costuma acontecer no início ou no fim do culto. Isto não é uma regra, claro, e o Batismo pode ser feito em qualquer ponto da liturgia onde o ministro queira enfatizar o Evangelho por meio do Batismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que, na tradição credobatista, aquele que está sendo batizado faça uma confissão de fé antes de ser batizado. Muitas igrejas descobriram que esses testemunhos são alguns dos mais profundos momentos de culto durante o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma liturgia batismal deve ressaltar o significado do Batismo, e encorajar todos os presentes a renovar sua confissão batismal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que as igrejas que batizam crianças não terão confissões ou testemunhos de conversão, elas podem incorporar testemunhos e declarações de qual é o significado do Batismo para sua própria tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria maravilhoso dizer o Credo com os candidatos ao Batismo aqui, na água, e batizá-los enquanto afirmam sua fé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas igrejas só batizam uma vez por ano, mas eu encorajaria aqueles que puderem, que batizem sempre que possível, de modo a incorporar temas batismais da tradição litúrgica e do Calendário Cristão no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A variedade de teologias batismais não deve trazer muito impacto sobre o lugar do batismo na vida litúrgica, ou no uso do Batismo como tema para o culto público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, o Domingo da Trindade tem óbvias conexões batismais, assim como a Quaresma e o Advento. A "nova criatura" que é nascida do Batismo aponta para o evangelismo e o discipulado. E de grande importância é o fato de que o Batismo é "o Evangelho na água", de certa forma, em todas as tradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A celebração do Batismo e da Ceia do Senhor juntos é uma ocasião especial e memorável no culto. Eu só experimentei isso algumas vezes na minha vida. Queria que isso acontecesse mais vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso dizer que algumas igrejas evangélicas não fizeram nada menos que envergonhar o ensino bíblico do Batismo ao colocá-lo em lugares e contextos questionáveis, e empregando inovações destituídas de sabedoria e autoridade. Não darei exemplos, mas sejamos conservadores com os aspectos litúrgicos e práticos do Batismo, tornando seu significado e lugar, um de verdadeira honra e ligação com Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um credobatista, eu lamento o declínio da teologia e da prática batismais na nossa tradição, e espero que o Batismo e a Ceia do Senhor um dia encontrem-se no centro da renovação litúrgica entre os protestantes e evangélicos conservadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Um estudo da Igreja primitiva e do Batismo seria útil para todos. Confiram &lt;i&gt;O Batismo no Novo Testamento&lt;/i&gt;, de Everett Ferguson.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5346817219886182859?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5346817219886182859' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5346817219886182859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5346817219886182859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-16-o-batismo.html' title='A Liturgia Evangélica 16: O Batismo'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6284401301523429426</id><published>2010-07-16T10:19:00.002-03:00</published><updated>2010-07-22T11:58:35.078-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 15: Os Credos</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-15-the-creeds"&gt;The Evangelical Liturgy 15: The Creeds &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 9 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série inteira é apresentada &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, e você pode achar todos os posts anteriores clicando &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Mjs3kukR0nM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Mjs3kukR0nM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2oMGgOozpXM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2oMGgOozpXM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um hino que eu cresci cantando dizia que "a minha fé encontrou um lugar de descanso, não em tradição ou credo." Uma acusação freqüente feita contra os conservadores batistas durante o ressurgimento conservador foi que eles estavam "impondo o credalismo" sobre a Convenção Batista do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma regra básica para conflitos denominacionais: antes de fazer uma acusação, certifique-se se a questão sendo discutida é de fato uma coisa ruim. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma segunda regra, particularmente para batistas moderados ou evangélicos liberais que ainda têm a impressão de que o "credalismo" é uma provocação que funciona: certifiquem-se de que vocês não se encontram defendendo a doença e ridicularizando a saúde (ou o remédio, neste caso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Convenção Batista do Sul não toma conhecimento da existência de toda a história credal da Igreja. Quando Robert Webber me ensinou que os credos Niceno e Apostólico eram meus, enquanto batista, eu imediatamente olhei em volta para ver se os exércitos papais estavam acampados do lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a comunidade teológica criada pelos credos Apostólico e Niceno é uma das minhas grandes esperanças para navegar através dos desertos evangelicais. Falando liturgicamente, eu não me canso deles. Eu provavelmente os aceitaria até mesmo apresentados por fantoches, se não tivesse outro jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liturgia evangélica deve reconhecer o quanto deve à grande tradição e ao núcleo teológico que existe nos credos clássicos. Nós não precisamos fazer uma assembléia pra decidir sobre eles, ou para adotá-los. Como declarações da fé da Igreja forjada nos primeiros séculos da vida e do debate cristãos, eles existem por si mesmos. Evangélicos não precisam decidir usá-los. Nós temos o privilégio de podemos prestar lealdade a Cristo por meio deles, e ombrearmos com aqueles que se definiram por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos de nós, o Credo Niceno é a coisa mais próxima que existe de uma definição da essência do Cristianismo, e muitos de nós crêem que ele é o maior marco entre as águas do Batismo e a Mesa do Senhor. O uso dos credos na liturgia é recomendável por um número de motivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. São um resumo da fé cristã;&lt;br /&gt;2. São uma conexão com uma tradição maior;&lt;br /&gt;3. São uma conexão com a Igreja mais ampla, mais profunda e mais antiga;&lt;br /&gt;4. São uma belíssima afirmação da centralidade de Cristo e do devido lugar das demais doutrinas.&lt;br /&gt;5. São uma confissão para o culto, unindo a todos em uma proclamação de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar do Credo (presumo que eles são usados alternadamente de alguma forma) é uma questão a discutir. Minha própria prática é encerrar o sermão com uma bênção trinitária, então fazer uma transição, como "Esta é a fé segundo a qual cremos...", e então o Credo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na liturgia presbiteriana, o credo costuma aparecer cedo na liturgia. Em outras tradições, ele vem depois, talvez até na conclusão da Eucaristia. Há versões cantadas dos credos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A localização prática do Credo é perfeitamente opcional e bem pode variar. A ênfase dada aos credos deve ser sopesada, para que não haja margem para qualquer acusação de "credalismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, nós não podemos unilateralmente desvalorizar os credos ou a nossa conexão protestante/evangélica com eles. Fazê-lo significa, eventualmente, deixar a impressão de que cada congregação e cada cristão está "reinventando a roda" da fé cristã, por conta própria. Essa versão a-histórica, individualizada do evangelicalismo conta mentiras significativas sobre a comunidade cristã e as origens do Cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não colocamos nossa fé nos credos, mas no Cristo. Como Rich Mullins disse, no entanto, "eu não o criei; não, ele é que tem me criado". Tais âncoras históricas vão "nos criando", se nós pudermos ter acesso ao riquíssimo legado histórico e teológico que elas nos contam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6284401301523429426?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6284401301523429426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6284401301523429426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6284401301523429426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-15-os-credos.html' title='A Liturgia Evangélica 15: Os Credos'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-808657766123270657</id><published>2010-07-12T14:12:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T12:00:04.987-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pregação'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 14: O Sermão</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-14-the-sermon"&gt;The Evangelical Liturgy 14: The Sermon&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 5 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDtHed_-wLI/AAAAAAAAA3c/hCtq7g7su0w/s1600/ww.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDtHed_-wLI/AAAAAAAAA3c/hCtq7g7su0w/s320/ww.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Cerca de 98% da blogosfera cristã é escrita por pregadores, sobre pregação, então eu me pergunto quanto eu preciso dizer sobre este assunto. No passado, eu fiz uma série breve sobre "&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/whats-wrong-with-the-sermon-v-more-stories-please"&gt;O que há de errado com o sermão?&lt;/a&gt;". Muito daquilo se aplica aqui.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este post é particularmente sobre o lugar do sermão na liturgia evangélica. A primeira coisa que eu quero dizer é que o sermão deve ser proeminente, mas não dominar a ordem do culto. Nós vivemos em um tempo em que se vivencia muita pregação em extremos, e a pregação equilibrada é rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria pregação equilibrada?&lt;b&gt; &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração adequada. &lt;/b&gt;Não muito comprida (qualquer coisa além de 25 minutos já fica perigosa) nem muito curta. (Eu ouvi uma homilia católica semana passada que fechou em menos de 5 minutos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Lei e Evangelho, pecado e graça, exposição e aplicação&lt;/b&gt;, e por aí vai. Há muitos desses equilíbrios que, embora nem sempre presentes em todo sermão, são importantes para se levar em conta a cada sermão, e importantes para levar em conta durante todo o ministério de um pregador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Pessoal e objetivo. &lt;/b&gt;A pregação popular de hoje (com raras exceções) tende a ser dominada pela personalidade e a vida pessoal do pregador. Os resultados de longo prazo disto na vida do cristão são ruins, não importa o quanto as pessoas gostem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bíblico e ilustrativo. &lt;/b&gt;O material bíblico precisa ser ilustrado com material próximo à experiência de vida da congregação. As próprias Escrituras demonstram isto, e ninguém dava aplicações práticas melhor do que Jesus. Os melhores pregadores são ilustradores hábeis. Ravi Zacharias é mestre nisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Tradicional e criativo. &lt;/b&gt;Comunicação precisa de estrutura, mas também precisa de liberdade para ir em direções inesperadas. Calvino e Lloyd-Jones são bons exemplos de abordagens tradicionais. Pessoas que você não quer admitir que escuta podem ser bons exemplos de criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lecionário e texto escolhido. &lt;/b&gt;O lecionário é um bom guia, mas o bom pregador irá usar os "espaços" do Ano Cristão - especialmente o Tempo Comum - para fugir do Lecionário e abordar assuntos necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, voltemos ao lugar do sermão na liturgia evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um culto que adota a comunhão freqüente, o sermão acontecerá mais cedo na ordem de culto, e eu espero que meus amigos evangélicos compreendam o valor disto. O sermão deve vir após as leituras bíblicas, e não deveria ter de suportar o peso de encerrar o culto. (A prática do apelo fez coisas terríveis para a maior parte da pregação evangélica, e não existe nada pior do que tornar o sermão uma petição de meia hora para que as pessoas venham para a frente.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns de vocês vão torcer o nariz agora, mas livrar-se do púlpito foi uma má idéia. Na verdade, eu não consigo pensar de uma única mudança isolada na arquitetura das igrejas que passe uma mensagem mais negativa sobre o culto do que a remoção do púlpito ou a sua substituição por uma tribuna de acrílico transparente. O desejo de tornar o culto em não-culto foi mais facilitado pela remoção do púlpito do que por qualquer outra mudança. Toda essa retórica de ser "uma barreira entre o pastor e a congregação" é bem rasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O púlpito comunica a centralidade e a importância da Palavra de Deus proclamada, e relativiza o pregador para o seu devido lugar: disciplinado e chamado para ficar atrás da Palavra. Prenda a personalidade à Palavra. O pregador desfilando pelo palco com uma Bíblia aberta na mão é uma cena fora de equilíbrio: o pregador e sua personalidade estão exageradamente enfatizados. A Palavra está sendo literalmente "usada" pelo pregador diante de nossos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu recentemente li a carta de um sacerdote católico romano para a sua congregação explicando o valor de se fazer o culto ad orientem, ou seja, com o sacerdote olhando para frente, e não para o povo. Ele listou várias razões litúrgicas, mas ele também fez o que pode para dizer uma coisa sem realmente dizer: olhem o que tornar o ministro o foco central do culto fez com o protestantismo/evangelicalismo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele está certo, e muitas igrejas evangélicas nunca terão uma liturgia equilibrada e disciplinada porque a igreja precisa ser o palco do pregador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas palavras de conselho prático:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sermões em série são overrated [sobrevalorizados] e já foram feitos à exaustão. A mensagem sobre um único texto ainda é uma boa idéia. A cópia de idéias para sermões em série -- SEXO!!! -- já ficou ridícula. As congregações deveriam começar a processar seus ministros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegue o texto. Explique o texto. Ilustre o texto. Aplique o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Togas são uma boa idéia para ministros evangélicos. Obviamente não para todo mundo, mas eles são um bom meio-termo entre exibir um terno e andar tão casual que dirigir um culto parece quase inadequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peça para alguém identificar seus problemas gramaticais, retóricos e homiléticos. E então trabalhe neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Use uma bênção trinitária no final da mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transições para o sermão e para fora dele fazem a liturgia fluir. Por exemplo, eu tenho usado o Credo Apostólico, ou o Niceno, como uma transição para fora do sermão por muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fale sobre a preparação do seu sermão. Nada grita mais "auto-valorização" do que "eu gastei 30 horas meditando neste texto". E se você alegar que "o Espírito Santo me fez mudar de idéia no último minuto", eu tendo a pensar que é uma coisa totalmente diferente que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ponha tanta importância em um único sermão que ele se torne uma distração para você. Relaxe. Curta o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pare de ouvir os pregadores que tendem a te fazer querer pregar, soar ou parecer com eles. Simplesmente pare. Driscoll podia abrir uma grife de roupas e ganhar a maior grana em cima do fã-clube dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escute pregadores que te desafiam em áreas onde você precisa crescer. Eu escuto Willimon e Zahl. Não sou nada parecido com nenhum deles. Mas quero ser como eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de ouvir todas essas MP3s do Keller e do Driscoll, vá ler uns livros de bons aplicadores. Leia &lt;i&gt;Pregação cristocêntrica&lt;/i&gt; do Chapell. Leia Craddock. Leia Buttrick. Leia &lt;i&gt;Pregação indutiva&lt;/i&gt; do Lewis. Leia o livro de Clyde Fant sobre desenvolver um manuscrito oral. Leia Stott. Leia Pregadores e Pregação do Lloyd-Jones. Qualquer coisa do Willimon, ou The foolishness of preaching, do Capon. Esses livros vão te ajudar mais do que sermões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não é e nunca será Spurgeon. Ele tinha um monte de maus hábitos. Lembre-se pregadores populares conseguem se safar de coisas que você nunca conseguirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia os sermões de Lutero. Ótimos exemplos de pregação evangélica em um contexto pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não procure ser amado como pregador. Esse é o maior erro que eu já cometi em minha vida e ministério. Procure ser amado como pastor, líder e, sobretudo, como companheiro de jornada. Melhor ainda, só procure amar aos outros e não ligue para avaliações da sua popularidade. Tenha uma platéia de um só, e um rebanho para alimentar e servir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for realmente vocacionado e preparado, você deve conseguir montar uma boa comunicação em algumas horas. Se te toma mais de 25 horas para fazer um sermão, eu vou suspeitar do que você está fazendo e por quê. Sua congregação te chamou para viver trancado no gabinete?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia escrever páginas e mais páginas sobre isso, mas já é o bastante. Perguntas nos comentários são muito bem-vindas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-808657766123270657?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=808657766123270657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/808657766123270657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/808657766123270657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-14-o-sermao.html' title='A Liturgia Evangélica 14: O Sermão'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDtHed_-wLI/AAAAAAAAA3c/hCtq7g7su0w/s72-c/ww.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6573934177620452892</id><published>2010-07-10T11:52:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T12:01:44.067-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 13: O Ofertório</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDh-TVzCYGI/AAAAAAAAA3U/jnW2BxV3aW0/s1600/iStock_000001857345XSmallOfferingPlate.233141355_std.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDh-TVzCYGI/AAAAAAAAA3U/jnW2BxV3aW0/s200/iStock_000001857345XSmallOfferingPlate.233141355_std.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-13-the-offering"&gt;The Evangelical Liturgy 13: The Offering &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 2 de outubro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todos os posts desta série podem ser lidos na categoria &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica&lt;/a&gt;. Se você não sabe do que eu estou falando, leia a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embrenhe-se nos sertões do sudeste do Kentucky, ache uma igrejinha Holiness rural, daquelas onde a pregação, cheia de lamentos e saltos e gritos, parece uma coisa de outro mundo; uma igreja onde ninguém conseguiria ler uma ordem de culto se eles tivessem uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem no meio do culto eles terão um ofertório. A mesma coisa em quase qualquer igreja, protestante ou evangélica, a menos que eles tenham mudado de propósito o jeito como as ofertas são feitas (o que acontece em muitas igrejas que estão repensando seus cultos segundo as linhas contemporâneas/voltadas aos que buscam). &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vários outros pontos da liturgia, o culto evangélico/protestante ainda está ligado a suas raízes litúrgicas e católicas, e assim é com o ofertório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na liturgia anglicana, ao sermão, às orações, à confissão de fé e à saudação da paz segue-se a liturgia da Santa Comunhão, e na rubrica que precede este passo da liturgia, você encontra o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;i&gt;&lt;span id="fullpost" style="color: red;"&gt; Representantes da congregação trazem as ofertas do povo de pão e de vinho, e de dinheiro ou outros donativos, para o diácono ou celebrante. O povo se coloca de pé enquanto as ofertas são apresentadas e dispostas sobre o Altar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu fui batista, nossos sermões (o aspecto mais "sacramental" do nosso culto) sempre eram precedidos por um ofertório. Luteranos e outros nos dirão basicamente a mesma coisa: a recepção das ofertas do povo vem em um momento de "junção", com um sentido de movimento das nossas ofertas para Deus, precedendo a dádiva de Deus da Palavra/do Sacramento para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, na época em que as ofertas do povo incluíam o pão e o vinho que se tornariam os elementos da Comunhão (como ainda acontece na tradição católica em muitos lugares), houvesse uma beleza estética e ligação com o culto, do que simplesmente passar uma sacola ou bandeja de moedas, dinheiro e cheques para o altar. Eu, pelo menos, sempre achei o ofertório protestante (e com fundo de "oferta musical") o momento mais esquisito, desconfortável e às vezes causador de distração no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu próprio planejamento litúrgico, eu procuro seguir esta ordem (após as lições e antes do sermão):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As Orações do Povo&lt;br /&gt;- Silêncio&lt;br /&gt;- Oração Pastoral&lt;br /&gt;- Ofertório&lt;br /&gt;- Meditação musical&lt;br /&gt;- Oração de Ação de Graças (breve)&lt;br /&gt;- Doxologia (ou outro responso cantado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato de arrecadar dinheiro em bandejas e sacolas é parte do culto? Seria melhor colocar o ofertório fora da liturgia, talvez um gazofilácio na saída do lugar de culto? Será que as igrejas deveriam colocar as ofertas de dinheiro totalmente fora do culto público, organizando suas finanças em particular, por meio de compromissos, subscrições, livros de ouro etc.? Será que o impacto negativo do ofertório sobre os visitantes é um preço alto demais a pagar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Novo Testamento não diz explicitamente como as ofertas devem ser feitas na vida congregacional, embora seja óbvio, de cartas como II Coríntios, que as ofertas, e dinheiro em geral, não eram um assunto a ser evitado, e a conexão entre o dinheiro e o ministério de misericórdia para com os pobres era proeminente. Mas o que Paulo diria sobre publicarmos os números do orçamento no folheto da ordem de culto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu preciso confessar que sou dividido neste assunto. Eu aprecio as igrejas que têm ciência da tendência desta parte da vida congregacional de causar a impressão errada sobre o que está acontecendo. Uma pessoa não-instruída pode facilmente presumir que esteja acontecendo uma transação financeira entre os participantes do culto e Deus, ou que o dinheiro vai todo para o pregador. Será que o ofertório tem essa importância toda no culto público, no nosso tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, eu também creio que a vida financeira está perto do centro de muitos dos nossos valores mais internos, incluído aí o culto. O ofertório, em que pese todo o seu potencial de ser mal-compreendido, reflete o centro de como nós vivemos, quem e como nós amamos, e como nós compreendemos o discipulado e o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu voto pela inclusão do ofertório na liturgia evangélica, mas também voto para que demos uma explicação generosa, impressa nos materiais que damos aos participantes do culto, para que sejam resolvidos os mal-entendidos em potencial.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6573934177620452892?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6573934177620452892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6573934177620452892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6573934177620452892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-13-o-ofertorio.html' title='A Liturgia Evangélica 13: O Ofertório'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDh-TVzCYGI/AAAAAAAAA3U/jnW2BxV3aW0/s72-c/iStock_000001857345XSmallOfferingPlate.233141355_std.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7780537235993729902</id><published>2010-07-08T01:25:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T12:03:11.173-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 12: A Declaração de Perdão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDUmPJMRYlI/AAAAAAAAA3M/o2rmoDzNc3c/s1600/shepriest.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDUmPJMRYlI/AAAAAAAAA3M/o2rmoDzNc3c/s320/shepriest.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liuturgy-12-the-assurance-of-pardon"&gt;The Evangelical Liturgy 12: The Assurance of Pardon &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 28 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Todo aquele que pecar tem advogado junto a Deus,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jesus Cristo, o Justo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por sua vida, morte e ressurreição,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ele encontrou suas ovelhas perdidas, e as traz de volta, regozijando-se por um pecador que se arrepende.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Em Jesus, nós jamais estamos fora do alcance do amor de Deus.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Assim, hoje, em nome de Jesus,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu proclamo a todos vocês, que crêem no Evangelho: Em Jesus, os seus pecados estão perdoados!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Recebei as Boas Novas!&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Como um dirigente de culto, eu particularmente gosto da declaração de perdão. O anúncio do grande perdão de Deus deve trazer alegria ao coração de qualquer um que possa proclamá-lo sobre o povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Considerando que os evangélicos não têm uma tradição "confessional" (no sentido de se confessar os pecados ao clero), a declaração de perdão fica sendo uma parte meio estranha da liturgia para eles. Os evangélicos podem ter dificuldade com a questão do ter o dirigente de culto anunciando o perdão de Deus por duas razões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Eles podem sentir que é inapropriado declarar a alguém o perdão quando não há meio de se saber se essa pessoa realmente buscou o perdão de Deus ou do próximo em verdadeiro arrependimento. Isso pode deixar a impressão de uma declaração leviana, que não leva o arrependimento a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Também pode ser que alguns sintam que a declaração de perdão se aproxime demais da acepção católica do sacerdote como "outro Cristo", já que alguns crêem que nenhum ser humano pode ter o direito de se pronunciar em nome de Deus, em matéria de perdão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as objeções são desnecessárias. A declaração de perdão vem no contexto de outros elementos do culto. Nós dizemos "não podemos cantar, porque pode ser que alguém não seja sincero quanto ao que está cantando". A declaração segue-se à confissão congregacional, que também lida com o povo de Deus como um corpo comunitário, mas ao fazê-lo, não se sugere que as declarações individuais do Evangelho sejam conferidas "automaticamente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não podemos deixar o individualismo impossibilitar o culto comunitário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, nenhum evangélico acredita que o dirigente de culto ou pastor foi autorizado, nesta qualidade, a realmente conceder perdão àqueles que ouvem a declaração. (Em outras qualidades os pastores podem, em algumas tradições, fazer isso em certas situações, mas isso é outro assunto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No evangelicalismo, aquele que anuncia a declaração de perdão não faz nada substancialmente diferente do que qualquer pregador ou evangelista diz, ao proclamar o Evangelho ou convidar pessoas a virem a Cristo. O chamado ao arrependimento e à fé, presente no Evangelho, pode ser feito, mas este anúncio não cria uma "dispensação especial" para os ouvintes presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem como o uso do apelo público - com o qual eu não concordo. O pregador não está "abrindo uma janela" que não estaria aberta de outra forma, mas, como um proclamador e servo da Palavra, ele está "apontando para a janela" que está aberta. Se um pastor dissesse "venham já antes da última estrofe do hino, ou a oportunidade de crer estará encerrada", isto seria um abuso evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A declaração de perdão anuncia as palavras que o próprio Evangelho diz ao povo de Deus. Com tantas igrejas azedas, legalistas, moralistas, no evangelicalismo, que coisa maravilhosa é confessar comunitariamente, e então em silêncio, e ouvir o anúncio do perdão de Deus, pessoalmente aplicado, seguido de uma alegre celebração cantada. (Nós sempre cantamos o &lt;i&gt;Gloria Patri&lt;/i&gt;.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aprecio o fato de que a declaração pode ser "personalizada" de várias maneiras, quando usamos o lecionário e o calendário cristão. Também é uma ótima forma de as crianças ouvirem as promessas do Evangelho de novo e de novo. E eu preciso disso. Tenho certeza de que você também precisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-7780537235993729902?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=7780537235993729902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7780537235993729902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/7780537235993729902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-12-declaracao-de.html' title='A Liturgia Evangélica 12: A Declaração de Perdão'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TDUmPJMRYlI/AAAAAAAAA3M/o2rmoDzNc3c/s72-c/shepriest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-1816837913389690287</id><published>2010-07-03T19:33:00.002-03:00</published><updated>2010-07-22T12:20:46.600-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 11: A Confissão Comunitária</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TC-7t-Xy1OI/AAAAAAAAA3E/d1tYkqflZ94/s1600/Kneeling_at_Angelica_Lutheran_Church.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TC-7t-Xy1OI/AAAAAAAAA3E/d1tYkqflZ94/s200/Kneeling_at_Angelica_Lutheran_Church.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-11-the-corporate-confession#more-4589"&gt;The Evangelical Liturgy 11: The Corporate Confession &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 23 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe esta série clicando em &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leitura complementar: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.newreformationpress.com/blog/2009/03/28/how-the-confession-of-my-sins-kept-me-in-the-church-part-1/"&gt;How Corporate Confession saved my faith &lt;/a&gt;[Como a Confissão Comunitária salvou a minha fé]. E a &lt;a href="http://www.newreformationpress.com/blog/2009/09/09/how-the-confessions-of-my-sins-kept-me-in-the-church-part-ii/"&gt;parte 2&lt;/a&gt;. De nosso amigo Patrick Kyle. E uma maravilhosa coleção de confissões comunitárias evangélicas podem ser encontradas &lt;a href="http://www.reformationtheology.com/2006/05/corporate_confession_of_sin.php"&gt;neste post em Reformation Theology&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;TODO-PODEROSO e misericordioso Pai; nós temos errado e nos desviado de teus caminhos, qual ovelhas perdidas. Nós temos seguido por demais os desígnios e desejos de nossos próprios corações. Nós temos transgredido as tuas santas leis. Nós temos deixado de fazer aquilo que deveríamos fazer; e temos feito aquelas coisas as quais não deveríamos fazer. Não há em nós nada que seja são. Mas tu, ó Senhor, tem misericórdia de nós, miseráveis pecadores. Poupa, ó Deus, tantos quantos confessam a ti suas ofensas. Restaura tantos quantos são penitentes, segundo as tuas promessas declaradas à humanidade em Cristo Jesus, Nosso Senhor. E concede, ó Pai de misericórdia, por seu amor, que nós possamos doravante viver uma vida de santidade, justiça e sobriedade, para a glória de teu santo Nome. Amém. (Livro de Oração Comum). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEUS Todo-Poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Criador de todas as coisas, Juiz de todos os homens; nós reconhecemos e deploramos a multidão de nossos pecados e perversões, os quais nós, de tempos a tempos, temos lamentavelmente cometido, por meio de nossos pensamentos, palavras e ações, contra tua Divina Majestade, provocando com justiça a tua ira e indignação contra nós outros. Nós vigorosamente nos arrependemos, e sinceramente deploramos tais nossas transgressões, cuja mera lembrança nos é pesarosa, e cujo fardo nos é insuportável. Tem misericórdia de nós, tem misericórdia de nós, ó Pai de misericórdia, por amor de teu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo; perdoa tudo quanto se passou, e concede que doravante possamos servir-te e agradar-te em novidade de vida, para a honra e glória de teu nome. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém. (LOC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EU confesso ao Deus Todo-Poderoso, e a vós, meus irmãos e irmãs, que eu tenho pecado, por minha culpa, em meus pensamentos e em minhas palavras, no que eu fiz e no que deixei de fazer; e rogo à Bem-Aventurada Maria, sempre Virgem, a todos os anjos e santos, e a vós, meus irmãos e irmãs, que intercedam por mim junto ao Senhor, nosso Deus. Que Deus Todo-Poderoso tenha misericórdia de nós, perdoe os nossos pecados e nos guie à vida eterna. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor, tem misericórdia de nós. Senhor, tem misericórdia de nós.&lt;br /&gt;Cristo, tem misericórdia de nós. Cristo, tem misericórdia de nós.&lt;br /&gt;Senhor, tem misericórdia de nós.Senhor, tem misericórdia de nós. (do Rito Penitencial Católico Romano)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunte a um visitante de primeira viagem em um culto litúrgico o que ele mais gostou, e há uma boa chance que eles digam "a confissão comunitária de pecados". Tem alguma coisa que é impossível de apontar, em se ver o povo de Deus, unido e em palavras conhecidas, dizendo que são pecadores e que precisam da graça.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria de nós tem uma preferência, aqui. As melhores orações de confissão tendem ao que é antigo e familiar. As palavras nos encontram a cada semana, nos tomam pela mão e nos guiam ao trono da misericórdia. Deixados por conta própria, a maioria de nós não iria a lugar algum. Nós iríamos enrolar, nos perder e usar doses generosas do tão evangélico "ó Pai", e fazer uma oração, no geral, nada memorável. (Exceto naquelas raras ocasiões em que nós realmente estamos sentindo profundamente a nossa própria pecaminosidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos cultos, nós precisamos que a liturgia faça por nós aquilo que nós somos preguiçosos demais e cheios de má-vontade, para fazer. Reclamem sobre a espontaneidade o quanto quiserem, as orações do Livro de Oração Comum são professores memoravelmente úteis. Eles não fingem ser nada mais, nada menos, que o puro roteiro da nossa situação. Não há nenhuma mágica nisso. Elas simplesmente cobrem o que significa ser um pecador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, eu não consigo me segurar: Vocês têm noção de quão malvisto esse tipo de linguajar é em muitos círculos do cristianismo hoje em dia? Será que nós nos damos conta de com que freqüência a profundidade e a abrangência dessas orações são substituídas com alguma versão de "se sentir moderadamente mal porque nossas vidas não são maravilhosas"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por favor, livre-nos desses novos liturgistas que inventam orações de confissão sobre qualquer que seja o tema politicamente correto do dia. Uma confissão comunitária deveria ser profeticamente fora de moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A confissão deveria, de alguma forma, ser uma resposta à descrição de Deus que é feita no Chamado à Adoração ou a música de abertura. Aqui está Deus, aqui estamos nós. O contraste é inegável. À confissão se segue a Declaração de Perdão, e sem a preparação e resposta corretas, isso passa uma mensagem errada. Elas devem servir à causa do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito motivo para fazer qualquer outra coisa, que não o deixar essas maravilhosas orações nos mostrarem o valor da confissão comunitária, e encorajar aqueles que planejam o culto a usar estas e outras orações similares, para nos ajudar a aprender a verdadeira natureza do pecado e a verdadeira atitude de humildade. Estes são alguns dos verdadeiros tesouros de qualquer liturgia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-1816837913389690287?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=1816837913389690287' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1816837913389690287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1816837913389690287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/07/liturgia-evangelica-11-confissao.html' title='A Liturgia Evangélica 11: A Confissão Comunitária'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TC-7t-Xy1OI/AAAAAAAAA3E/d1tYkqflZ94/s72-c/Kneeling_at_Angelica_Lutheran_Church.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3090981482971092397</id><published>2010-06-30T12:14:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T12:23:19.590-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 10: O Sermão das Crianças</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-10-the-childrens-sermon#more-4442"&gt;The Evangelical Liturgy 10: The Children’s Sermon &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.blogger.com/www.internetmonk.com"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 10 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para quem está chegando agora, leiam a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução &lt;/a&gt;desta série, então cliquem aqui em &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica &lt;/a&gt;para ler os demais artigos. Resumindo, eu estou caminhando por todas as partes do culto protestante tradicional e discutindo o mérito de recuperarmos nossa própria tradição litúrgica. &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCtfQfUYsLI/AAAAAAAAA28/ykfNRL8ly8E/s1600/childrens-sermon.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCtfQfUYsLI/AAAAAAAAA28/ykfNRL8ly8E/s200/childrens-sermon.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O sermão das crianças é certamente a parte mais inovadora e opcional da liturgia protestante. Eu não conheço suas verdadeiras raízes históricas no evangelicalismo, mas hoje em dia já é uma prática comum em muitas igrejas protestantes que empregam o tipo de liturgia que eu estou descrevendo aqui.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente, &lt;b&gt;ninguém deve ser criticado por não tê-lo&lt;/b&gt;, nem é possível fazê-lo em algumas igrejas por razões válidas (como a falta de crianças!). Fica inteiramente ao critério do pastor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mérito do Sermão das Crianças será debatido por aqueles que têm opiniões fortes quanto a tornar qualquer parte do culto "acessível às crianças", mais ou menos da mesma forma que as inovações de "acessibilidade aos buscadores" previsivelmente ensejam ira e objeções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetores apontarão que as crianças deveriam aprender as práticas litúrgicas de sua igreja por meio do sentar no banco, observar, participar quando possível e fazer perguntas aos pais em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que apóiam o sermão das crianças destacarão que ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) É, com freqüência, um meio valioso de incluir as crianças na liturgia, especialmente quando se faz uso do Ano Cristão, do Lecionário e de várias perguntas catequéticas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Desperta o interesse no restante do culto, o que pode resultar em maior atenção, participação e bom comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Por vezes fornece uma extensão útil do sermão para a congregação adulta, por meio da lição do sermão das crianças (alguém já notou que alguns sermões sobre mordomia cristã acabam se infiltrando no sermão das crianças?);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Cria uma identificação entre o ministro e as crianças, tornando-o mais acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Ajuda as crianças a ouvir e entender o Sermão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Fornece um bom ponto de transição para o momento em que as crianças deixam o culto para irem para suas classes ou culto infantil (na igreja anglicana que eu visito de vez em quando, as crianças saem nessa hora, voltando para o hino final);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Nos ajuda a lembrar que nem toda pregação precisa ser complexa, comprida ou acusadora. Uma boa ilustração objetiva no contexto da Escritura também ajuda muitos adultos, jovens etc. Eu sei que cristãos de todo tipo dizem que o sermão das crianças é seu momento favorito do culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha esposa tem escrito sermões para crianças e ilustrações objetivas há vários anos, e as &lt;a href="http://denisedayspencer.wordpress.com/category/childrens-sermons/"&gt;postado em sua página na internet&lt;/a&gt;. E isso é engraçado, já que não estamos em igrejas que usam sermões para crianças já há alguns anos. Eu lamento não os empregar mais quando eu era pastor. Eu sei de muita gente boa nisso, cujos dons são constantemente ignorados ou subutilizados. Isso é desperdício. Bons sermões para as crianças são um grande auxílio para qualquer igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também preciso dizer que os momentos de humanidade e leveza fornecidos pelas próprias crianças são, com freqüência, a melhor dádiva do dia. Jesus usava crianças com freqüência como ilustrações e exemplos. Ver e observar crianças nos ajuda a lembrar por que ele fazia isso e o que ele estava comunicando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, esses momentos "verdadeiros" evitam que nos tornemos tão alienados e piedosos que não consigamos mais rir e sermos nós mesmos: seres humanos amados por Deus em qualquer idade e fase da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um grande defensor do sermão das crianças como parte da liturgia, seja pelo pastor ou por alguém bem capacitado na área. Eu digo: usem-nos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu percebo que muitas igrejas não irão, e algumas ainda criticarão a idéia como prejudicial a um culto sério. Eu tenho de discordar. Deixem as crianças vir, e nos mostrar a alegria de uma igreja multi-geracional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro bem mais um sermão das crianças no culto comum do que a abordagem de "culto infantil" e alguns dos excessos que vem com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo batistas e outros tipos não-aliancistas podem desfrutar de um bom sermão das crianças. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: Lembrem-se que um dos patrocinadores do InternetMonk é o blog &lt;a href="http://ministry-to-children.com/"&gt;Ministry to Children&lt;/a&gt;, de Tony Kummer. Dêem uma olhada e sigam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3090981482971092397?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3090981482971092397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3090981482971092397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3090981482971092397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-10-o-sermao-das.html' title='A Liturgia Evangélica 10: O Sermão das Crianças'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCtfQfUYsLI/AAAAAAAAA28/ykfNRL8ly8E/s72-c/childrens-sermon.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8550250319572189206</id><published>2010-06-28T14:04:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T12:26:55.879-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 9: O Canto</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-9-singing#more-4428"&gt;The Evangelical Liturgy 9&lt;/a&gt;: Singing originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 8 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCjFYtucMgI/AAAAAAAAA20/E5SHMC7qqaA/s1600/06Y25054.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCjFYtucMgI/AAAAAAAAA20/E5SHMC7qqaA/s320/06Y25054.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para quem está chegando agora, leiam a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução &lt;/a&gt;desta série, e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ntão cliquem aqui em &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica &lt;/a&gt;para ler os demais artigos. Resumindo, eu estou caminhando por todas as partes do culto protestante tradicional e discutindo o mérito de recuperarmos nossa própria tradição litúrgica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canto. Ah, sim... Cantar. Eu adoro cantar. Eu aprendi a cantar antes de me tornar cristão, primeiro na escola, e depois na igreja. Eu tenho saudade de cantar, mais do que eu consigo expressar. Nossos alunos não cantam. A maioria dos adultos com quem eu trabalho não cantam muito. Eu adorava os corais e os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hymn-sings&lt;/span&gt; de quando era um jovem cristão. É uma das piores coisas de se estar no deserto do evangelicalismo. Nada para mim é mais maravilhoso do que cantar na igreja.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hymn-sings&lt;/span&gt;, reuniões tradicionais no interior dos EUA para o canto de hinos da tradição da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sacred Harp&lt;/span&gt;, uma escola poético-musical autóctone do protestantismo americano, N. do T.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canto congregacional. Um dos grandes legados do evangelicalismo, graças a Isaac Watts, os Wesleys e alguma boa música no meio da não-tão-boa enxurrada de música do avivalismo, do movimento de Jesus, da música cristã contemporânea etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não alguém ou um grupo cantando para a &lt;strike&gt;platéia&lt;/strike&gt; congregação, mas canto congregacional. Adoração por meio do canto. Proclamação por meio do canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, deixe-me ser claro. O canto é mencionado nas instruções de Paulo sobre o culto de uma forma descritiva e de uma forma prescritiva, então ele é parte do culto. Segundo, isso não significa que, com base nisso, nós podemos fazer qualquer coisa que quisermos só porque está na Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música tem dominado a maior parte do culto evangélico atualmente, e eu, pelo menos, estou disposto a ter muito menos dela, na maioria das vezes. Há uma séria necessidade de regulamentação e moderação da música, em um contexto onde muitas "igrejas" estão se tornando mais lugares de entretenimento do que de qualquer concepção de culto já vista anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cansado de ficar de pé por longos períodos de tempo. Estou ficando velho e minhas costas doem. Muitas pessoas são mais velhas, ou têm problemas nos joelhos ou outros problemas. Não estamos nas Olimpíadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cansado de cantar vastos números de músicas novas, algumas das quais são muito altas e muito difíceis de cantar (eu sei que muitas músicas antigas são difíceis de cantar e que vocês estão cansados delas também. Amém. Argumento anotado. Não vamos ter essa discussão aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou, de certa forma, cansado dessa avalanche de música produzida em escala industrial, forçada minha goela abaixo por uma dúzia de motivos fracos. A forma com que o cânone da Igreja de músicas cantáveis e cheias de significado teológico tem sido detonado em favor de qualquer coisa que crie aquilo que as igrejas voltadas para o crescimento pedem, é de pasmar. Nós temos sido brutais neste processo, e vamos nos arrepender a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estou pasmo com a súbita conclusão de que as pessoas não podem ser ensinadas a cantar, mas precisam de um equipamento de som de ponta bombando nas orelhas delas para que possam "sentir" a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era um jovem cristão no oeste do Kentucky, eu pensava que a Igreja de Cristo era louca por promover o canto congregacional sem acompanhamento instrumental. Pois é, cuspi para cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os luteranos têm uma abordagem sólida e razoável para o canto congregacional. Leiam o que o P. William Cwirla disse, em uma recente discussão dos &lt;i&gt;Liturgical Gangstas &lt;/i&gt;sobre o hinário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Tradicionalmente, o hinário luterano é o "terceiro livro" de piedade e devoção luterana, junto com as Sagradas Escrituras e o Livro de Concórdia (as confissões luteranas). O hinário coloca em prática o que se crê, ensina e confessa nas Sagradas Escrituras. É o culto que corresponde a nossa doutrina, o &lt;i&gt;lex orandi &lt;/i&gt;do nosso &lt;i&gt;lex credendi&lt;/i&gt;, embora não na mesma extensão que o &lt;i&gt;Livro de Oração Comum &lt;/i&gt;da Igreja Anglicana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Nas igrejas luteranas, os hinários têm &lt;i&gt;status &lt;/i&gt;quase-oficial, e são aprovados para o uso das nossas congregações. Você pode ver essa prática em uso já nas ordenações da Igreja Luterana no século XVII, que diziam com considerável nível de detalhamento quais hinos e materiais litúrgicos deveriam ser usados nas igrejas nacionais. ...Eu preciso notar, para não cometer propaganda enganosa, que o conceito de um hinário normativo parece estar caindo de moda em muitas congregações luteranas. O entendimento luterano de "adiáfora" (isto é, aquelas coisas nem ordenadas nem proibidas nas Escrituras) dá margem a liberdade em matéria de culto. A influência do evangelicalismo americano no culto luterano tem sido também considerável, introduzindo elementos do culto do avivalismo que não são naturais ao luteranismo. Rara é a congregação luterana, hoje, que não oferece algum tipo de "culto contemporâneo", dissociado do hinário. Essa é a contínua luta e tensão na versão luterana das "guerras do culto". Até que ponto estamos dispostos a dispensar a unidade externa no culto, para o bem do que julgamos ser relevante, contextual ou significativo para os sem-igreja? O debate continua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Na geração dos meus avós, todo mundo tinha sua própria cópia do hinário, a qual eles levavam para a igreja com tanta gravidade quanto os batistas carregam suas bíblias. O hinário residia no lar. Na geração dos meus pais, o hinário se mudou para a estante de livros do banco da igreja. O hinário de amanhã provavelmente residirá em um disco de computador, se é que existirá. Que efeitos isso terá sobre a piedade e prática luterana isso ainda se verá.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Essa é a abordagem "canônica" do canto congregacional, com uma relativa flexibilidade para as igrejas exercerem criatividade. É o jeito certo de olhar para isto. Conservem a tradição, mas sejam razoavelmente abertos. Não pulem em nada de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As igrejas podem ensinar seus membros a cantar, investindo um pouco de tempo com a congregação, e um tempo mais concentrado com suas crianças. Há momentos e lugares em que corais são apropriados no culto, mas o maior retorno é a habilidade de cantar, apreciar e ler música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canto congregacional é nada menos que pregação congregacional, e proclamação. A sua importância é dessa magnitude, e ele deve ser visto assim. O que é cantado tem uma influência enorme sobre os que cantam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantar é uma atividade que envolve a mente, o coração e o corpo. Sua contribuição para o culto é permitir o participante que eleve sua voz em louvor e proclamação com com outros cristãos e com a tradição cristã mais ampla, de outros tempos e culturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma congregação que canta é um grande testemunho, muito maior do que uma banda que detona. A banda é algo bom, enquanto expressão de criatividade e mesmo de liderança, mas os Wesleys, os luteranos e os avivalistas todos sabiam que uma congregação que canta é uma congregação aberta para o Espírito, e envolvida com o louvor a Deus. Hoje, cada vez menos igrejas conseguem achar os instrumentistas e cantores necessários para executar música contemporânea. Chegamos a um ponto em que apenas algumas igrejas conseguem produzir o que se vende por aí como sendo "culto", ou seja, música feita por bandas e cantores, com a congregação talvez se juntando, mas sendo ouvida apenas secundariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas músicas deveriam ser compiladas e mantidas, com verdadeiro discernimento. A popularidade momentânea não deveria pesar muito nesse processo. Uma vez por ano, presbíteros sábios deveriam reexaminar o que tem sido cantado e como a música tem influenciado a vida global, a formação e a liturgia da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós se encontrarão em igrejas que cantam mal. Cante mesmo assim. Se você tem voz, cante. Cante! Se um violão melhora a cantoria, então use. Se a bateria ajuda, use. Torne o alvo cantar com as melhores músicas, as canções mais espiritualmente influentes, e cantar com toda a habilidade que a congregação possa ser ensinada a usar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8550250319572189206?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8550250319572189206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8550250319572189206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8550250319572189206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-9-o-canto.html' title='A Liturgia Evangélica 9: O Canto'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCjFYtucMgI/AAAAAAAAA20/E5SHMC7qqaA/s72-c/06Y25054.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-9187945988779320730</id><published>2010-06-26T16:51:00.010-03:00</published><updated>2010-07-22T12:29:16.520-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 8: A Leitura Pública das Escrituras</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCZmpUcaTjI/AAAAAAAAA2s/70pCXLQZbQM/s1600/Scripture-reading-crop.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487186056046071346" src="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCZmpUcaTjI/AAAAAAAAA2s/70pCXLQZbQM/s320/Scripture-reading-crop.jpg" style="float: left; height: 217px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 220px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-8-the-public-reading-of-scripture#more-4410"&gt;The Evangelical Liturgy 8: The Public Reading of Scripture &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, em 7 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para quem está chegando agora, leiam a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução &lt;/a&gt;desta série, e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ntão cliquem aqui em &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica &lt;/a&gt;para ler os demais artigos. Resumindo, eu estou caminhando por todas as partes do culto protestante tradicional e discutindo o mérito de recuperarmos nossa própria tradição litúrgica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em 7 de março, eu escrevi "&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-strange-case-of-the-missing-scripture-lessons"&gt;The strange case of the missing Scripture Lessons&lt;/a&gt;". Ele é uma boa leitura complementar para este post.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos cultos de igrejas "litúrgicas", algo entre 10 a 15 minutos de todo culto são investidos na leitura pública das Escrituras. Nas tradições mais comuns, os textos do lecionário do dia são lidos ou cantados, responsivamente e/ou por leitores. Isso pode incluir um Salmo do dia, uma lição do Antigo Testamento, uma lição do Novo Testamento e uma leitura dos Evangelhos, que freqüentemente é a base do sermão. Sentenças bíblicas podem pontuar outras porções do culto e não é inusitado que o sermão ocasionalmente seja baseado em um texto que não os das lições do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitas igrejas evangélicas, particularmente aquelas com um sabor mais contemporâneo, a leitura pública da Bíblia é evitada. Textos são espalhados em algumas letras de músicas e inseridos como pontos, ou dados em referências no sermão. Mas não haverá lições bíblicas, nenhuma leitura das Escrituras fora do uso de textos em alguma parte do culto, e nenhuma noção de que leituras substanciais da Bíblia sejam um uso elevado e digno do tempo do culto.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ironicamente, as igrejas litúrgicas e seu culto saturado das Escrituras é que serão chamados de liberais por uma igreja evangélica que carrega a Bíblia debaixo do braço e a chacoalha no ar furiosamente, mas não a lê. Declarações de confiança na Bíblia como "a Palavra inerrante de Deus" coexistem paradoxalmente com cultos onde o máximo de Bíblia que se escuta vem em doses homeopáticas projetadas entre clipes e outras mídias visuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso, contra o fundo dos vários mandamentos e exemplos, em ambos os Testamentos, dá a noção, para qualquer aluno de quinta série com meio cérebro, que a leitura pública das Escrituras é um elemento essencial do culto. Como Paulo diz em I Timóteo 4.13, "Até à minha chegada, aplica-te à leitura [pública das Escrituras], à exortação, ao ensino."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que a lógica da abordagem de crescimento de igreja/igreja voltada para os consumidores dá de cara com o muro. Ler publicamente as Escrituras é maçante, dá trabalho e toma tempo; requer explicação, e se seu mantra tem sido "nós não somos como a sua velha e chata igreja", isso pode te render um processo por propaganda enganosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As igrejas que adotam a leitura de lições bíblicas como uma disciplina, dão a ela um lugar alto e proeminente no culto. Os leitores precisam ser treinados. Atenção deve ser dada à dicção e às rubricas apropriadas. Nomes, lugares e outros obstáculos devem ser resolvidos de antemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não é a leitura individual, privada, das Escrituras -- uma disciplina valiosa que jamais deve ser abandonada -- mas a leitura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pública &lt;/span&gt;da Palavra de Deus na igreja. A leitura de lições das Escrituras é a leitura e a audição da Palavra de Deus, seu livro da aliança, na presença de seu povo. É cheia de avisos, bênçãos, promessas, maldições e exemplos. É a história e a proclamação do Evangelho. Não há como se falar em submissão e confiança em uma Palavra que nós relutamos em ler uns para os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas igrejas pequenas que eu conheço simplesmente lêem um capítulo inteiro a cada culto. Sim, Ezequiel e Levítico também. Outros usam um lecionário com três leituras. Muitas igrejas litúrgicas têm uma cópia dos Evangelhos que eles carregam para o meio da congregação para ser lido, enquanto o povo canta aleluias por toda a parte. Coisa linda de ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores podem ser de muitas idades, de ambos os sexos, e em qualquer fase da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palavra pode ser lida simplesmente, responsivamente, dramaticamente e de formas as mais criativas. Usar diferentes traduções pode ser aceitável, a menos que a liderança esteja tentando unificar a igreja em torno de uma só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura da Palavra pode ser seguida de responsos ou de silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lecionários podem ser impressos para a congregação, para que todo mundo saiba quais textos serão usados no culto do Dia do Senhor. Quando a vida devocional, a leitura, o culto e a pregação todos giram em torno do lecionário, há uma verdadeira unidade na comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sua igreja não lê a Bíblia publicamente, comece devagar. Não tente transformá-los em anglicanos ou luteranos de uma semana para a outra. Treine leitores. Explique por que você está usando mais textos bíblicos. Use a frase que nós usávamos em Soli Deo: "O sermão é o servo das Escrituras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encoraje as pessoas a ouvirem a Palavra e a acompanharem o texto. Não há motivo para dizer que o culto exige só uma ou outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ore por uma reforma da leitura pública das Escrituras entre os evangélicos. Que vergonha que, entre aqueles que alegam tanto amor pela Bíblia, ouve-se tão pouco da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que essa reforma venha, leia a excelente abordagem de Eugene Peterson sobre o papel das Escrituras no culto. Qualquer livro dele fala sobre isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-9187945988779320730?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=9187945988779320730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9187945988779320730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9187945988779320730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-8-leitura-publica.html' title='A Liturgia Evangélica 8: A Leitura Pública das Escrituras'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCZmpUcaTjI/AAAAAAAAA2s/70pCXLQZbQM/s72-c/Scripture-reading-crop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-535622775181301326</id><published>2010-06-24T11:44:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T12:36:00.110-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 7: A Invocação</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-7-the-invocation"&gt;The Evangelical Liturgy 7: The Invocation&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 3 de setembro de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCOALSirwJI/AAAAAAAAA2k/K1J52aa3_7c/s1600/WARREN_G_.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486369702511624338" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCOALSirwJI/AAAAAAAAA2k/K1J52aa3_7c/s320/WARREN_G_.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 148px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 221px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para quem está chegando agora, leiam a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução &lt;/a&gt;desta série, e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ntão cliquem aqui em &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%3A%20Liturgia%20Evang%C3%A9lica"&gt;Série: Liturgia Evangélica &lt;/a&gt;para ler os demais artigos. Resumindo, eu estou caminhando por todas as partes do culto protestante tradicional e discutindo o mérito de recuperarmos nossa própria tradição litúrgica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Invocação tem a distinção de ser um dos remanescentes mais presentes e consistentemente localizados na liturgia protestante, mas também a de ser uma das partes do culto menos levadas seriamente. Nós podemos sempre contar com uma Oração Introdutória, mas nunca se sabe o que se vai ouvir nela. (A menos que você esteja em uma daquelas igrejas onde o que você vai ouvir é absolutamente previsível, não importa o que estiver acontecendo no culto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A Invocação reflete a Teologia que determinada congregação tem sobre Deus. O Deus a que se dirige na Oração Introdutória deve ser o Deus das Escrituras, e sua relação com o culto que está começando deve ser a do Deus que chama e reúne seu povo em torno de Cristo, da missão de seu Reino, de sua Palavra e de seus Sacramentos. Este o Deus de toda a história bíblica, mas também o Deus que Jesus nos ensinou a chamar de Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Invocação é uma oração. Não é um sermão dirigido à congregação usando Deus como desculpa. Um dos meus pastores uma vez chamou uma oração no nosso culto matutino "A melhor oração já dirigida a uma congregação de Highland".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas orações devem ter um tipo de intensidade, foco e humildade que apropriadamente reflitam aquele a quem elas são dirigidas. Como diz Annie Dillard, nós deveríamos usar capacetes. Mas ao mesmo tempo, nós somos alertados contra a super-piedade das orações farisaicas. Eu me irrito mais com pietistas em treinamento para a olimpíada de oração do que com as orações gaguejantes de uma dúzia de líderes de adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A congregação precisa saber que esta é uma invocação, e não uma oração pastoral, de dedicação de ofertas, de iluminação para o pregador etc. Em sua tônica, conteúdo e brevidade, ela deve refletir sua intenção: reconhecer e convidar a presença de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal orações escritas? Douglas Wilson as defende em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mother Kirk&lt;/span&gt;, um excelente livro, e dá muitos ótimos exemplos em seu blog e nos podcasts de seus sermões. Wilson mostra que os temas do culto, do Calendário Cristão, do lecionário, da vida da congregação e do Evangelho sempre podem vir juntos em uma invocação bem elaborada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que alguém não deveria investir 20 minutos a meia hora preparando uma oração? Eu confio em uma boa Invocação para nos preparar para a presença de Deus bem mais do que em uma bandinha e um equipamento de som de US$ 75.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal as orações do Livro de Oração, do Manual do Culto ou as deixadas por outros cristãos? Certamente elas podem ser usadas, mas eu tenho uma forte preferência pela autenticidade das orações elaboradas pelo próprio orador, e já descobri que eu prefiro integrar esses auxílios às minhas próprias orações, usando minha própria voz e vocabulário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenham a Invocação curta. A dinâmica do culto não é ajudada quando uma oração longa cansa a congregação antes de um sermão ou mesmo de um cântico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-535622775181301326?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=535622775181301326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/535622775181301326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/535622775181301326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-7-invocacao.html' title='A Liturgia Evangélica 7: A Invocação'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TCOALSirwJI/AAAAAAAAA2k/K1J52aa3_7c/s72-c/WARREN_G_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-917032991101621796</id><published>2010-06-20T18:03:00.002-03:00</published><updated>2010-06-20T18:07:50.573-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Liturgia: XII Domingo do Tempo Comum, Ano C (20/06/2010)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.4shared.com/file/eJZ9qeD_/2010-06-20_12_domingo_do_Tempo.html"&gt;Formato DOC&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/mEoJ_AgR/2010-06-20_12_domingo_do_Tempo.html"&gt;Formato PDF&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-917032991101621796?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=917032991101621796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/917032991101621796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/917032991101621796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-xii-domingo-do-tempo-comum-ano.html' title='Liturgia: XII Domingo do Tempo Comum, Ano C (20/06/2010)'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4436561193819407106</id><published>2010-06-16T11:00:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T12:38:00.319-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liturgia Comparada'/><title type='text'>Liturgia Comparada</title><content type='html'>Eu preparei este material para embasar uma argumentação na &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=511275"&gt;comunidade João Calvino &lt;/a&gt;no Orkut. Mas creio serem de interesse geral dos nossos leitores: trata-se das traduções das liturgias oficiais da RCA, da CRCNA, da PCUSA, da PECUSA (antiga episcopal americana) e da ULCA (antiga luterana americana). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delas, acho que a mais interessante é a luterana, que é uma liturgia inteira cantada, partituras inclusas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E saiu uma nova revisão do Rito I do Manual da Sociedade pela Liturgia Reformada (sim, de novo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tentei conservar a diagramação original tanto quanto possível. E pode ser que eu faça novas traduções, dependendo do que me vier às mãos, e do interesse dos leitores! Comentem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/m6qQQumg/ORDEM_PARA_O_CULTO_PBLICO_Rito.html"&gt;Culto Público, Rito I&lt;/a&gt;, da Sociedade pela Liturgia Reformada (2010). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/account/document/ff6_MQbL/Extrado_e_traduzido_da_Ordem_d.html"&gt;Culto para o Dia do Senhor&lt;/a&gt;, da Igreja Reformada da América (&lt;a href="http://www.rca.org/"&gt;RCA&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/WIKQjv8n/Extrado_e_traduzido_do_Ofcio_d.html"&gt;Ofício da Palavra e dos Sacramentos&lt;/a&gt;, da Igreja Cristã Reformada da América do Norte (&lt;a href="http://www.crcna.org/"&gt;CRCNA&lt;/a&gt;) (1981). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/ZSHmF0ud/Extrado_e_traduzido_do_Livro_d.html"&gt;O Culto do Dia do Senhor&lt;/a&gt;, do Livro de Culto Comum (1993) da Igreja Presbiteriana dos EUA (&lt;a href="http://www.pcusa.org/"&gt;PCUSA&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/Wd9BuROW/Extrado_e_traduzido_do_Livro_d.html"&gt;O Culto&lt;/a&gt;, do Culto Comum da Igreja Luterana Unida da América (ULCA, atualmente &lt;a href="http://www.elca.org/"&gt;Evangelical Lutheran Church of America&lt;/a&gt;) (1917). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/otpK1V64/Extrado_e_traduzido_do_Livro_d.html"&gt;A Santa Comunhão, do Livro de Oração Comum&lt;/a&gt; (1928) da Igreja Protestante Episcopal dos EUA (PECUSA, atualmente &lt;a href="http://ecusa.anglican.org/"&gt;The Episcopal Church&lt;/a&gt;).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4436561193819407106?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4436561193819407106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4436561193819407106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4436561193819407106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-comparada.html' title='Liturgia Comparada'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5936959327916913387</id><published>2010-06-11T16:29:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T12:40:09.140-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 6: O Chamado à Adoração</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TBKhH8Eu9vI/AAAAAAAAA2Q/zhIWKy6zyt8/s1600/SB_6-3-2009_15_SRNLNRHW.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481620854220453618" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TBKhH8Eu9vI/AAAAAAAAA2Q/zhIWKy6zyt8/s320/SB_6-3-2009_15_SRNLNRHW.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 250px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 175px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-6-the-call-to-worship"&gt;The Evangelical Liturgy 6: The Call to Worship &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 25 de agosto de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios. Adorai o SENHOR na beleza da sua santidade; tremei diante dele, todas as terras. Dizei entre as nações: Reina o SENHOR. Ele firmou o mundo para que não se abale e julga os povos com eqüidade. Alegrem-se os céus, e a terra exulte; ruja o mar e a sua plenitude. Folgue o campo e tudo o que nele há; regozijem-se todas as árvores do bosque, na presença do SENHOR, porque vem, vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, consoante a sua fidelidade." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum elemento da liturgia evangélica é tão claramente bíblico quanto o Chamado à Adoração. Ele tem suas raízes firmemente plantadas no vocabulário, na história e na teologia bíblicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado de Deus é fundamental para o anúncio geral da salvação e a obra específica do Espírito Santo na vida do crente. O chamado de Deus cria, reúne e identifica. Ele investe uma reunião comum com a significância do povo de Deus entrando na presença e no propósito de Deus no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O Chamado à Adoração é uma re-encenação de aspectos fundamentais e cheios de significado da vida do indivíduo e do povo de Deus coletivamente. Nós somos chamados para Deus, chamados para adorá-lo, chamados para a missão e chamados para prestar atenção à Palavra e sua obra em nosso meio. Nós somos chamados a pôr nossos pensamentos em Deus e ouvir seus mandamentos e convites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência, há um sentimento de traição que acontece quando um culto público não inclui um chamado formal à adoração. A informalidade de muitos cultos evangélicos é espiritualmente desencorajadora, deixando o participante sem uma experiência coletiva de Deus chamando-o(a) à atenção e ao trabalho da adoração. É como se nós simplesmente tivéssemos sido postos juntos, sem qualquer propósito maior do que fazer a próxima coisa que nos será pedida, da lista de alguém. Nossa identidade, nosso "chamado" às experiências de louvor, oração e adoração têm sido esquecidas ou completamente negligenciadas. Há algo profundamente errado com as aberturas relativamente destituídas de significado de muitos dos cultos evangélicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já esteve em uma reunião de adoração onde o culto começou com nada? Talvez uma tentativa malsucedida de humor, seguida do anúncio de um hino? Nada de Chamado à Adoração. O impacto dessa falta de seriedade e de intenção é profundo. Ele desencoraja, não encoraja, a um culto de coração, mente, alma e voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, eu entendo que se não houver um Chamado à Adoração determinado, ele provavelmente não será incluído, e eu entendo que hábitos como começar o culto com uma piadinha pode ser um jeito de aliviar um momento de nervosismo. Mas no contexto do culto, a ausência do Chamado à Adoração nos deixa sem direção alguma, sem identidade e deixando a responsabilidade de criar essa identidade e propósito para algum outro elemento do culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, quem nós somos e o que estamos fazendo? O Chamado à Adoração estabelece esse contexto importante, e eu creio que é fundamental para um culto com significado e intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abandono do Chamado à Adoração ou a sua substituição por -- é claro -- mais música, é uma perda significativa e danosa. E totalmente desnecessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma voz clara, forte, chamando-nos a reconhecer a presença do Senhor, levarmos nossa alegria a sério e pormos todo o nosso coração no cantar, orar e ouvir... isso é um elemento fundamental do culto. Nenhuma tecnologia é necessária. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma área na qual o modelo de culto voltado ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;seeker&lt;/span&gt;¹ se mostra um verdadeiro desafio. O Chamado à Adoração é antitético ao propósito do culto-para-o-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;seeker&lt;/span&gt;, que é incluir aqueles que não se consideram povo de Deus ou em um relacionamento com Deus. É nessa área que muitos cristãos contendem quando a liderança pede à igreja que abandone os sinais externos, familiares, litúrgicos, de ser povo de Deus, e assuma uma identidade mais missional, voltada aos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;seekers&lt;/span&gt;, que abandona coisas como o Chamado à Adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material para chamados à adoração são facilmente encontrados nos vários livros de culto e oração comum, e manuais litúrgicos. No seu excelente livro &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-D8KZxnLigU"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Christ centered worship&lt;/span&gt;, Bryan Chappell &lt;/a&gt;traz uma excelente discussão do Chamado à Adoração e exemplos para encontrá-los/compô-los a partir de várias fontes dentro e fora da Bíblia. Muito material para chamados à adoração pode ser encontrado na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compor um Chamado à Adoração apropriado, que contemple a tônica de cada culto, é uma grande ajuda e encorajamento para todos os participantes. Eu espero que aqueles que desejam estabelecer uma renovação litúrgica em suas igrejas aprendam a preparar chamados à aforação que comuniquem à congregação, que invoquem a presença de Deus e dêem foco ao propósito do culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;1. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seeker&lt;/span&gt;, na literatura de eclesiologia e missiologia de mercado, são os não-cristãos que demonstram algum interesse por espiritualidade e procuram algum contato com esse tipo de esse tipo de experiência, cristã ou não. A grande tônica da missiologia de mercado nos anos 1990 e 2000 tem sido atrair esse tipo de gente com cultos menos formais e mais acessíveis, com base no referencial teórico de Bill Hybels e Rick Warren. N. do T.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5936959327916913387?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5936959327916913387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5936959327916913387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5936959327916913387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-6-o-chamado.html' title='A Liturgia Evangélica 6: O Chamado à Adoração'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TBKhH8Eu9vI/AAAAAAAAA2Q/zhIWKy6zyt8/s72-c/SB_6-3-2009_15_SRNLNRHW.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-5575535005556837700</id><published>2010-06-06T16:22:00.005-03:00</published><updated>2010-07-22T12:45:12.456-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Liturgia Evangélica 5: O Prelúdio</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/h16AyN70Iio&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/h16AyN70Iio&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael "iMonk" Spencer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-5-the-prelude#more-4248"&gt;The Evangelical liturgy 5: The Prelude &lt;/a&gt;originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, em 23 de agosto de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos cultos evangélicos e protestantes há alguma forma de transição entre o momento de não-culto e o momento de culto. Embora este seja um dos elementos menos essenciais do culto, esse "prelúdio" serve a um número de funções úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os protestantes têm um histórico desigual quanto a tratar o espaço e o tempo do culto como um momento de resposta focada de oração a Deus. O lado mais católico do corredor tende a respeitar e honrar a prática de silêncio reverente, enquanto os evangélicos, com freqüência, não apenas a desprezam, como às vezes até mesmo se opõem a ela, ao encorajar os presentes a se socializarem e conversarem uns com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nunca me esquecerei da reação de um amigo anglicano, mais de 30 anos atrás, ao comportamento da nossa igreja batista num domingo à noite. Ele estava horrorizado com o que ele interpretou como uma completa falta de respeito à idéia de culto. Eu estranhei; como qualquer pessoa poderia deixar de ver a importância da "comunhão" entre cristãos antes do início do culto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prelúdio é o sinal para uma começar uma atitude mais focada para o culto. A congregação deveria ser instruída para considerar o prelúdio como o primeiro movimento do culto, e assim mudar seu comportamento e seu estado mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prelúdio, quando bem feito, deveria ser uma deixa para o povo reconhecer e começar a responder à presença de Deus e aos propósitos do Culto Público comunitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias opções para o prelúdio, que são comuns às várias correntes do evangelicalismo. O prelúdio pode ser uma peça instrumental, ou a execução de uma música gravada. Muitas igrejas evangélicas incorporaram vários tipos de clipes de vídeo ao prelúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para igrejas com espaço e instrumentação limitados, isso pode se resumir a uma simples meditação ao piano ou violão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns prelúdios podem ser planejados para preparar as emoções dos presentes conforme a tônica desejada para esse culto em particular, especialmente para um clima de adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta noite eu assisti ao culto de uma igreja contemporânea, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;seeker-oriented&lt;/span&gt;. O sermão era de uma série sobre a música &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Losing my religion&lt;/span&gt;, do REM, e o prelúdio foi uma banda tocando &lt;span style="font-style: italic;"&gt;If I ever lose my faith in you&lt;/span&gt;, do Sting. A isto seguiram-se as boas vindas, que orientaram os não-cristãos presentes ao tema do culto e passou-se aos cânticos de louvor mais tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prelúdio não é a Chamada à Adoração, mas eles podem facilmente trabalhar juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se, porém, haver alguns problemas com a possibilidade do prelúdio se tornar uma apresentação musical separada, com pouca referência ao culto propriamente dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota do Tradutor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seeker-oriented&lt;/span&gt; é uma metodologia de trabalho eclesiástico voltado a alcançar um público não-cristão, mas aberto e que busca alguma forma de espiritualidade. Tem se tornado popular tanto em igrejas protestantes históricas como (principalmente) nas igrejas evangélicas não-denominacionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-5575535005556837700?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=5575535005556837700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5575535005556837700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/5575535005556837700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-5-o-preludio.html' title='Liturgia Evangélica 5: O Prelúdio'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3603802221857288825</id><published>2010-06-04T10:20:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T12:47:00.575-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santa Ceia'/><title type='text'>A Santa Ceia: testemunho da presença de Cristo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span id="fullpost" style="font-style: italic;"&gt;“Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?” (I Co. 10.16)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na última quinta-feira, segundo o calendário da Igreja Católica Romana, foi observada a solenidade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corpus Christi&lt;/span&gt;. Esse dia foi transformado em feriado por causa da importância para a teologia romana daquilo que ele comemora: a presença de Cristo na Eucaristia. Eu gostaria de investir algum tempo neste assunto, hoje. A questão da presença (ou da ausência) de Cristo no Sacramento da Eucaristia, que é a Santa Ceia do Senhor, foi um dos assuntos mais acaloradamente discutidos de toda a história do Cristianismo, e ainda hoje é motivo de dúvida e de divisão no seio da Igreja. Desde a Antigüidade até os dias de hoje, estudiosos como Agostinho de Hipona, Tomás de Aquino, Philip Melanchton, Ulrico Zwinglio, João Calvino, Karl Barth e vários outros, escreveram obras com milhares de páginas e dezenas de volumes para tentar explicar em detalhes como é que isso acontece, de Cristo estar presente conosco, quando nos reunimos em torno da sua Mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Romana, com a força de seu magistério, impõe a seus fiéis a crença de que, a cada missa, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz é atualizado, ou repetido, nas figuras do pão e do vinho, que se transformam, milagrosamente, no Corpo e no Sangue do Senhor, partido e vertido para o perdão dos nossos pecados (a isso dá-se o nome de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;transubstanciação&lt;/span&gt;). Como para eles, os elementos se tornam o corpo sacrificado do Senhor Jesus, toda reverência e adoração são devidos a eles, pois ali enxergam o próprio Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando veio a Reforma Protestante no século 16, muitos dos reformadores ofereceram sua própria interpretação para o que realmente acontece na Mesa da Comunhão. Nenhum deles podia aceitar que o grande sofrimento e sacrifício do Senhor descrito nos Evangelhos, fosse de alguma forma insuficiente, que tivesse de ser repetido a cada domingo. Pelo contrário, a afirmação de que Cristo se deu por nós, de uma vez por todas e de maneira suficiente para a salvação do mundo, é um dos marcos com os quais todos os protestantes concordam. Mas ficou a questão: o que acontece, então, quando comemos do pão e bebemos do cálice?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os luteranos, acontece uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;união sacramental &lt;/span&gt;entre Cristo e os elementos da Santa Ceia. Pão e vinho não deixam de ser pão e vinho. Mas assim como na Encarnação, pela ação do Espírito Santo, o Filho de Deus se uniu com a natureza humana para se tornar Homem-Deus, também crêem eles que pela ação do Espírito Santo, Cristo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;se une sacramentalmente &lt;/span&gt;com os elementos do pão e do vinho, “nos quais, com os quais e sob os quais” ele manifesta a presença de seu Corpo e de seu Sangue (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fórmula de Concórdia&lt;/span&gt;, Cap. 7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Ulrico Zwinglio, pensador do racionalismo humanista e primeiro reformador da Igreja de Genebra, se opôs aos luteranos dizendo que na verdade, o corpo físico de Cristo está no céu, para onde os Apóstolos o viram subir na Ascensão (Mc. 16.19-20; Lc. 24.50-53; At. 1.6-11), de modo que é impossível que ele se faça corporeamente presente na Santa Ceia. Para Zwinglio, o significado central e a grande importância da Santa Ceia não era nenhum valor místico ou espiritual, mas sim a humilde obediência à palavra de Cristo, “fazei isto em memória de mim” (I Co. 11.24-25). O entendimento zwingliano da Santa Ceia não era o de um sacramento, mas sim de uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;refeição memorial&lt;/span&gt;, meramente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;simbólica&lt;/span&gt;, o cumprimento de uma ordem (ordenança) de Jesus. (Calvino, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Breve tratado sobre a Ceia do Senhor&lt;/span&gt;, § 56) Atualmente, os batistas e todas as novas igrejas evangélicas e pentecostais adotam esse entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e a nossa Igreja, o que diz sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como presbiterianos, nós somos herdeiros da linha teológica do reformador João Calvino, que substituiu Zwinglio em Genebra quando este morreu durante as guerras religiosas contra os estados católicos da Suíça. Calvino defendia a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;presença espiritual de Cristo na Santa Ceia&lt;/span&gt;. Mas diferente dos romanos e luteranos, e tomando por base uma frase da liturgia tradicional da Eucaristia (“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sursum corda&lt;/span&gt;”, “elevemos os corações”), ele dizia que não era Cristo quem descia para tomar forma de pão e de vinho, mas era a Igreja quem era elevada espiritualmente aos céus para participar da Ceia na presença de seu Senhor (Calvino, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Breve tratado sobre a Ceia do Senhor&lt;/span&gt;, § 51).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a nossa teologia, não acontece qualquer transformação interna no pão e do vinho, nem é repetido o sacrifício de Cristo na cruz. Não obstante, pela operação do Espírito Santo, todos quantos, com fé, comem e bebem e são alimentados fisicamente do pão e do vinho, também comem e bebem e são alimentados espiritualmente do Corpo e do Sangue de Cristo. O sacrifício do Senhor Jesus na cruz não é repetido, mas os benefícios da sua morte em nosso lugar são atualizados, trazidos para nós no presente pela ação do Espírito Santo. (Calvino, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Institutas&lt;/span&gt;, IV.17.10; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Confissão de Fé de Westminster&lt;/span&gt;, 39.7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comemos do pão e bebemos do cálice, diz o Apóstolo Paulo, anunciamos a morte do Senhor até que ele venha (I Co. 11.26). Quando participamos da Comunhão do Corpo e do Sangue do Senhor, nos é dada uma prévia, uma amostra e uma garantia do grande banquete que nos aguarda, quando Cristo finalmente vier buscar sua Noiva, que é a Igreja (Ap. 19.9). Portanto, a celebração da Santa Ceia, do Sacramento da Eucaristia, é um testemunho visível, palpável e (por que não?) saboreável do mistério da nossa fé, do motivo da nossa viva esperança (I Pe. 3.15), de que Cristo morreu e ressuscitou, e voltará na glória do seu reino eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nos conceda que, como testemunhas fiéis, que testemunham da verdade, possamos comunicar ao mundo a Verdade do Evangelho, para que, vendo o mundo nossa perseverança “na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”, “com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo” (At. 2.42, 46, 47), acrescente-nos o Senhor, dia a dia, os que serão salvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eduardo H. Chagas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aspirante ao Sagrado Ministério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3603802221857288825?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3603802221857288825' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3603802221857288825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3603802221857288825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/santa-ceia-testemunho-da-presenca-de.html' title='A Santa Ceia: testemunho da presença de Cristo'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8291012867827346191</id><published>2010-06-03T14:32:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T12:50:07.023-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>Liturgia Evangélica 4: A Congregação</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TAjbCFpTqEI/AAAAAAAAA2I/4Wcxzjsj2T4/s1600/Congregation.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="150" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478869775617861698" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TAjbCFpTqEI/AAAAAAAAA2I/4Wcxzjsj2T4/s200/Congregation.jpg" style="float: left; height: 240px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael "iMonk" Spencer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-4-the-congregation#more-4190"&gt;Originalmente publicado &lt;/a&gt;em InternetMonk, em 19 de agosto de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu andei pensando bastante sobre este post, e eu simplesmente não consigo pensar em nada pra dizer que não seja o óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto público evangélico é o culto do povo de Deus. Deus atua, fala, convida e oferece. O povo de Deus responde em adoração, serviço, ministério e missão. Esse é o espírito e o conteúdo do culto como um evento do povo de Deus reunido e como uma influência constante. Fazer do culto evangélico qualquer outra coisa é deturpar o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A congregação representa todo o espectro humano e cultural no qual a igreja existe. Criar uma congregação que distorça o contexto natural humano e cultural pode fornecer uma matriz eficaz para o crescimento ou para outras atividades, mas terá sérias conseqüencias para muitos aspectos da vida da igreja em que a multiplicidade de gerações e de contextos naturais seja importante. (Uma congregação de skatistas de vinte e poucos anos é teoricamente possível, mas terá problemas no que tange a liderança e missão que pretendam alcançar além dessa faixa etária e cultura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A congregação não é uma platéia. Eles não são consumidores. Eles não são um mercado. A congregação é a assembléia do povo de Deus, e sua participação é definida por essa identidade e não por qualquer outra. Se a assembléia é tratada como qualquer outra coisa que não a congregação do povo de Deus, será difícil chamar o que acontece ali de um culto de adoração. Pode ser uma reunião legítima para a prática de caridade, entretenimento ou comunicação, mas não será uma assembléia da Igreja. (Eu não tenho problema algum com reuniões que não sejam o culto público da Igreja, mas nós devemos ser honestos quanto ao papel da congregação nelas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda oportunidade de participação da congregação deve ser aproveitada. Cantar. Orar. Fazer leituras responsivas. Ouvir ativamente. Responder com "amém". Ministrar um ao outro. Servir e partilhar da Ceia do Senhor. Ler/ouvir a proclamação da Palava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto deveria ser planejado tendo a adoração (enquanto resposta da congregação a Deus), como a principal meta humana. A congregação não deve ser tornada passiva ou irrelevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito do que é feito no culto evangélico trata a congregação com menos do que o respeito devido ao povo de Deus. Os líderes não são celebridades a serem veneradas. Os responsos que sejam respostas humanas a ações humanas têm o mínimo valor no culto, mas respostas da congregação a Deus são de grande valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a congregação o grande instrumento de culto na liturgia evangélica. Os líderes são como os "pontos" em um teatro, que lembram a congregação de Deus e do Evangelho. Deus, o Espírito, está presente no Evangelho e nos Sacramentos. A resposta da congregação a Deus -- e nada mais -- define o propósito de uma reunião do povo de Deus para o seu culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, portanto, ocasiões em que limites à "congregação" podem ser necessários. Diferentes tradições cristãs vão abordar esses limites de maneiras diferentes. Se a membresia em uma congregação vai além da união com Cristo ou a participação no Reino, pode ser que haja uma ênfase excessiva nesses limites. Mas sem limites, a idéia de "povo de Deus" poderá perder seu sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8291012867827346191?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8291012867827346191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8291012867827346191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8291012867827346191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-evangelica-4-congregacao.html' title='Liturgia Evangélica 4: A Congregação'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TAjbCFpTqEI/AAAAAAAAA2I/4Wcxzjsj2T4/s72-c/Congregation.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-6239944793050204080</id><published>2010-06-03T13:38:00.003-03:00</published><updated>2010-06-03T13:59:30.880-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Liturgia: IX Domingo do Tempo Comum, Ano C</title><content type='html'>&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proposta de ordem litúrgica para este domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/3SY6Po7L/Liturgia_9_tempo_comum_2010.html"&gt;Formato .doc &lt;/a&gt;(melhor para ler em tela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/O1QgLi-e/Liturgia_9_tempo_comum_2010.html"&gt;Formato .pdf &lt;/a&gt;(sai impresso em formato boletim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-6239944793050204080?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=6239944793050204080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6239944793050204080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/6239944793050204080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/06/liturgia-ix-domingo-do-tempo-comum-ano.html' title='Liturgia: IX Domingo do Tempo Comum, Ano C'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-544140693064235063</id><published>2010-05-28T15:40:00.004-03:00</published><updated>2010-07-22T13:00:36.173-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>Liturgia Evangélica 3: Os líderes</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael Spencer (iMonk)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-3-the-leaders"&gt;Originalmente publicado em InternetMonk&lt;/a&gt;, 16 de agosto de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-1-o-ambiente-de.html"&gt;Parte 1&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-2-caixa-de.html"&gt;Parte 2&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está esperando um tratado completo de Teologia Pastoral, terá de me desculpar. Eu vou falar aqui sobre a relação dos líderes com o serviço de culto propriamente dito, e algumas questões correlatas. O sermão será um tópico separado. Um dos argumentos que eu quero colocar é que o papel do ministro não se resume ao de pregador.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém já perguntou se eu estou dando minhas próprias opiniões ou recomendando o que todo mundo deveria fazer. Eu estou falando inteiramente da minha própria perspectiva nesses assuntos. Estou ciente de que muitos discordarão, e eu não estou nem procurando debate, nem querendo dar a entender que os outros precisam mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, embora eu vá usar o tempo todo o pronome "ele", eu creio que mulheres são vocacionadas e capacitadas para serem líderes pastorais, pregadoras e oficiantes de culto. Se essa vocação e esse dom são reconhecidos por uma congregação, ele deve ser exercido. Eu respeito completamente aqueles que discordam e tenho consciência de que minha posição não é compartilhada por muitos de meus pares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chave para a liderança de culto é liderar como servo de Jesus e do povo de Deus. Não é entreter, autopromover-se, chamar a atenção ou roubar a cena, mas sim liderar; ser um meio pelo qual a direção do culto se torne clara e o conteúdo do culto seja comunicado eficazmente de modo que a congregação possa responder apropriadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos pastores, a liderança consiste de uma vocação e de um relacionamento com Cristo, como uma pessoa capacitada e separada para o trabalho do ministério. Líderes não deveriam se intrometer no culto de uma congregação como mediadores entre ela e Deus, profetas ou salvadores nomeados por Deus. O ministério espiritual do pastor deve preceder tudo o que ele faz no culto, de modo que quando fala ou lidera, ele o faz com o reconhecimento da congregação de que é um servo chamado por Deus para esta congregação, e com a confiança de que uma vocação genuína, e uma capacitação genuína foram discernidos e afirmados nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relacionamentos pastorais dentro da congregação são importantes para a liderança de culto no evangelicalismo. O relacionamento de um pastor com a congregação não pode ser minimizada e a liderança de culto tornada em uma ação feita sem a contribuição de conexões humanas verdadeiras e integridade pessoal. Evangélicos têm causado grande estrago ao culto ao permitir que seus pastores se tornem celebridades e animadores de auditório, e ao não fazer perguntas sobre a fidelidade deles em seus relacionamentos com a igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liderança de culto não é como trocar o óleo de um carro. O culto nos remete à ação de Deus, mas o líder de culto não é irrelevante ou insignificante. Enquanto o catolicismo romano erra por um lado com a intercambiabilidade do sacerdote, o pentecostalismo tem errado por outro ao tornar o pastor um profeta singular, com autoridade apostólica. O evangelicalismo deveria ver a importância do ministro enquanto pessoa em uma relação com a congregação, mas não pôr ênfase exagerada nessa importância até o ponto em que a fé se esteia completamente na presença do líder certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura do pastor é bem válida. O pastor cuida de suas ovelhas. Ele não é um mercenário. Ele não é cruel e sem coração. Ele ama seu rebanho, é fiel a ele e está pronto a dar sua vida, imitando o grande pastor, Jesus. Ele aponta para Cristo. Ele é importante, mas Cristo é o mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, há líderes de culto que não são pastores: músicos, leitores, auxiliares à Mesa do Senhor, dirigentes de oração. O nível de afirmação pastoral é diferente em cada um desses papéis, e cada congregação será um pouquinho diferente com relação a quem ela aceitará como líder de culto. É possível errar ao ser mesquinho demais quanto ao ministério da liderança de culto, mas também se é possível errar ao ser aberto demais, e colocar-se algumas pedras de tropeço ao culto da congregação. Pastores e presbíteros deveriam deixar claro que, em cada ato da liderança, eles estão representando ao mesmo tempo a Deus e à congregação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ser sério. O culto é freqüentemente atrapalhado, se não arruinado, pelo líder que precisa fazer piadinhas o tempo todo para aliviar a própria tensão. O culto não precisa ser carrancudo, mas é uma atividade séria e sagrada. Tão logo ele comece, guarde o comediante &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stand up&lt;/span&gt; que há dentro de você. A maneira com que um líder de culto aborda o culto indica o reconhecimento que ele dá à presença de Deus e à presença de Deus com seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Cartas Pastorais deixam claro que a liderança do culto é trabalho. Ela deve ser encarada com uma preparação séria. Preguiça na liderança do culto é freqüentemente refletida em frases como "o Espírito Santo me mandou fazer" alguma coisa. É uma desculpa esfarrapada para chegar despreparado ao trabalho mais importante da semana. O ministro deve ser um trabalhador com habilidade e diligência, e não ter medo de ser avaliado em suas habilidades de liderança de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trajes do ministro não devem distrair ou causar escândalo. Eles não devem ser ostensivos. Há muito que se recomendar o uso da toga, ou de paramentos discretos, nas igrejas em que se usa isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma completa informalidade no vestir não significa necessariamente uma falta de seriedade no culto, mas algumas formas de traje informal podem ser uma grande fonte de distração para alguns membros da congregação. Não busque ofender para poder exercitar sua liberdade. Sirvam um ao outro em amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Da mesma forma, não deixe idólatras materialistas determinarem que você gaste fortunas em roupas. Vista-se discretamente para que sua roupa simplesmente não seja objeto de discussão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ter um senso de decoro. Eles devem valorizar o culto como uma atividade realizada na presença de Deus, diferente de outras atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa voz e boa habilidade de leitura são importantes. Não imite as inflexões vocais e maneirismos dos outros. Mas use o bom exemplo de bons oradores e líderes para melhorar a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ter uma noção de tempo e dos limites da participação física em qualquer coisa. Não deixe as pessoas com dor ou viajando distraídas de tédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ser profundamente comprometido com a participação de todos, de todas as idades e capacidades. Isso deveria refletir em todos os aspectos da liderança de culto, especialmente na direção do uso da música. Muitas igrejas exercem pouca ou nenhuma supervisão ou disciplina sobre os líderes de música. Na verdade, o tratamento dos músicos e vocalistas como "líderes de louvor" é questionável, na minha opinião. Na melhor das hipóteses, eles auxiliam a congregação em sua adoração. "Músicos" me parece mais correto e sem as conotações bizarras que se acumularam em torno da expressão "líderes/ministros de louvor" nos últimos 20 anos. Procure "ministro de louvor" [em inglês, "worship leader", equivalente de "líder de culto", N. do T.] no Google Images. Só dá cantores e guitarristas. Isso é ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é necessário que o líder seja academicamente treinado, mas é importante que, seja qual for a educação necessária para se assumir tal liderança, ela seja encarada sem reclamação e com abertura à melhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deveria ser o primeiro a ter consciência de suas próprias fraquezas e estar pronto a adotar mudanças ou buscar ajuda para mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto não deve ser uma cheerleader, um terrorista, torturador de ovelhas ou um mercador de culpa e manipulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto não deve ser indiferente à presença de visitantes e não-cristãos, mas deve liderar a congregação e o povo de Deus em primeiro lugar; a clareza, a simplicidade e a explicação para os "de fora" são uma preocupação importante, mas secundária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ser maduro na fé. Não um neófito ou um iniciante. Não uma causa de vergonha pública. Muitas pessoas que podem muito bem ter os dons necessários para a liderança de culto não deveriam ser líderes de culto por causa do estado de suas vidas e relacionamentos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve saber como dirigir uma oração pública simples, breve, direta, sem enrolações e sem usar "na tua presença" e "ó Senhor" como se fossem vírgulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder de culto deve ser partidário da tradição, e uma pessoa com a habilidade de ser criativo e flexível. Nenhum desses traços deve predominar à custa do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gostos do líder de culto não devem ditar tudo o que diz respeito ao culto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-544140693064235063?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=544140693064235063' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/544140693064235063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/544140693064235063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-3-os-lideres.html' title='Liturgia Evangélica 3: Os líderes'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-8610614850989400576</id><published>2010-05-27T18:47:00.004-03:00</published><updated>2010-05-27T18:50:53.232-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Domingo da Bendita e Santíssima Trindade, 30 de maio de 2010, ano C.</title><content type='html'>Aqui, proposta de culto para este domingo, Festa da Santíssima Trindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/bjxB0m4i/Liturgia_Domingo_da_Trindade.html"&gt;Formato DOC&lt;/a&gt;, melhor pra ler em tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/FYlt8j2A/Liturgia_Domingo_da_Trindade.html"&gt;Formato PDF&lt;/a&gt;, já sai em formato boletim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-8610614850989400576?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=8610614850989400576' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8610614850989400576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/8610614850989400576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/domingo-da-bendita-e-santissima.html' title='Domingo da Bendita e Santíssima Trindade, 30 de maio de 2010, ano C.'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3311983083589412304</id><published>2010-05-24T12:56:00.008-03:00</published><updated>2010-07-22T13:14:31.903-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>Liturgia Evangélica 2: A Caixa de Ferramentas</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Michael Spencer (iMonk)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-2-the-toolbox"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, em 15 de agosto de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: Já leu a &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;? O &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-1-o-ambiente-de.html"&gt;primeiro post&lt;/a&gt;? Você deve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As "ferramentas" para o culto referem-se aos livros e literatura de apoio necessários para fornecer um conteúdo, sabor e limites distintamente evangélicos ao culto público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos problemas com o culto evangélico é que a "caixa de ferramentas" inteira é, com freqüência, apenas o pastor e/ou o "líder de louvor"! Isso jamais deveria ser assim. Um membro ou visitante de igreja protestante deveria sempre poder recorrer à caixa de ferramentas de conteúdo autoritativo e não-autoritativo, e compreender o que está acontecendo no culto e mesmo o por quê do que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o fim de delimitar o tema, eu vou me referir basicamente às ferramentas com as quais sou familiarizado, com meu tempo nas igrejas Batista e Presbiteriana. Eu sei que outros tipos de evangélicos vão usar outros documentos também. Também estou ciente que, para alguns dos meus leitores, o conceito é estranho, mas é muito, muito útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que tem na caixa de ferramentas do culto evangélico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A Bíblia. Uma congregação deveria promover o uso de uma única tradução. Dados todos os fatores que devem ser equilibrados em uma tradução da Bíblia, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;English Standard Version &lt;/span&gt;ou a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New International Version&lt;/span&gt; seriam as minhas traduções de escolha. (E nem pensem em começar um debate sobre traduções nos comentários!) Ambas são traduções compreensíveis e sérias. Eu preferiria a ESV pela fidelidade do texto, e a NIV pela compreensibilidade do texto, mas posso trabalhar bem com ambas no contexto de um culto público. Considerando que, como veremos mais tarde, a leitura pública da Bíblia é um elemento essencial do culto público, uma boa Bíblia é um componente principal da caixa de ferramentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[em português, seriam equivalentes, nos critérios de tradução, a Almeida Revista e Atualizada e a Nova Versão Internacional, respectivamente. N. do T.].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O hinário. É, eu sei. Lá vamos nós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hinário é um recurso de crucial importância para o culto evangélico. Embora ele possa ser complementado, ele jamais deveria ser suplantado. Uma congregação ser ensinada a manusear e valorizar os recursos de um hinário será provavelmente a experiência mais ecumenicamente ampla, historicamente profunda e teologicamente enriquecedora que a maioria dos membros da igreja terá na vida. Há mais diversidade, tradição, teologia, história da igreja e conteúdo em um bom hinário do que em qualquer outro livro isolado que você possa pôr nas mãos de uma congregação. O hinário representa e resume a jornada da Igreja através da história, e une a congregação que cultua com a Igreja ao redor do globo e através de todo o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós somos nada menos que idiotas por nos livrar deles, e eu escolhi essa palavra com cuidado. Quem foi que decidiu que nós tínhamos que jogar fora dois mil anos de adoração porque eles não se encaixavam nos nossos planos de soar igual a música secular dos últimos 40 anos? Caramba, que belo trabalho de demolição fizeram! Eu sei que um monte de gente jovem "gosta" da nova música, mas temos também uma responsabilidade para com aqueles que vieram antes de nós, não de preferir ou de gostar do que eles gostaram, do tanto que eles gostaram, mas de usar com respeito e honra pelo valor que tem. Entregar toda a tradição musical e poética de dois milênios a um "ministro de louvor" pra que ele suma com ela a troco de música exclusivamente contemporânea é insanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era criança, gastava horas com o hinário durante os cultos. E aprendi muito. Se os pastores e dirigentes de culto usassem melhor os recursos do hinário, eu teria aprendido ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu preciso elogiar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lutheran Service Book &lt;/span&gt;por colocar o hinário completo e TODOS os recursos de culto comunitário e individual juntos num volume só. Ter esse hinário nas mãos -- uma experiência táctil -- é uma parte significativa do culto que nós subestimamos.  Usem música nova. Chamem a bandinha de vez em quando. Projetem lá as letras. Mas a igreja dos últimos 2000 anos está naquele hinário. Na verdade, precisamos de hinários com maior diversidade histórica e cultural, não mais música de gente branca e evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hinários variam bastante e em vários sentidos. Escolha um com cuidado e seja compassivo com as inevitáveis deficiências. O hinário de 2008 da Convenção Batista do Sul é um projeto que envolve tanto os livros quanto o material para projeção de forma coordenada. Esta é certamente a direção do futuro, e é bem promissora para pôr fim a essa ridícula guerra aos hinos que os evangélicos perpetraram. Pesa contra as nossas cabeças que nós nos tornamos uma geração que se preocupa mais com o os nossos filhos não saberem o último sucesso do Hillsong -- o que em si mesmo é bom e justo -- mas não com eles não conhecerem os 100 grandes hinos da história cristã! O simples ler das letras dos hinos de Natal já é um banquete teológico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos evangélicos, o hinário é a coisa mais próxima de um livro de oração comum e manual de culto que eles terão. Hinários devem ser escolhidos com cuidado para que possam ser usados para incluir chamadas à adoração, litanias, credos etc. Continuem preparando bons hinários, pessoal! Precisamos deles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam Bob Kauflin. Vejam Indelible Grace. Vejam um bom culto eclético na igreja e nas conferências de Piper. Acordem, evangélicos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Os Credos e Confissões. A herança credal e confessional de uma igreja é uma parte vital da caixa de ferramentas. Para os batistas, isso pode incluir os credos ecumênicos e as nossas confissões históricas, não apenas a mais recente. A PCUSA tem um Livro de Confissões que inclui uma pequena biblioteca de recursos confessionais. Use-os na liturgia e no sermão com freqüência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda congregação que cultua deveria usar esses recursos regularmente no culto público e individual. O valor disso é óbvio, e a ausência deles em boa parte das situações de culto evangélico também é óbvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Manuais e diretórios de culto. Algumas denominações publicam livros complementares sobre o culto público, como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Book of Worship&lt;/span&gt; da Igreja Metodista Unida, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Book of Common Worship &lt;/span&gt;da PCUSA e o Diretório do Culto Público dos reformados. Eles não são centrais, mas são úteis para estudo e discussão. As congregações deveriam saber que esses materiais estão na base da formação do culto delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Materiais desenvolvidos congregacionalmente. Algumas igrejas locais desenvolvem seus próprios materiais de culto. Uma igreja batista reformada que eu conheço compilou cânticos e hinos que não foram incluídos no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trinity Hymnal&lt;/span&gt;, e empregam essa compilação junto com o hinário. Outra igreja que eu conheço publica uma versão expandida e comentada da liturgia dominical para cada estação do Calendário Litúrgico. Isso permite a qualquer um participar plenamente do culto E ler uma explicação dos "por quês" e dos "comos". Isso ajuda bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O Pacto da Igreja. O costume das igrejas batistas rurais de pendurar o pacto da igreja dentro do espaço de culto é ostensivo e desnecessário, mas o pacto da igreja é um desses documentos que, junto com os credos e confissões, deveriam aparecer com alguma freqüência no culto. Ele pode ser facilmente colado no final do hinário. Comunidades que querem aprofundar o conceito de membresia da igreja devem desenvolver recursos litúrgicos que incluam o pacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. O Calendário Cristão. Uma explicação completa do Ano Litúrgico deve estar prontamente disponível. Se a igreja (espero) observa de forma ampla o Calendário, então muitas perguntas vão surgir. Uma descrição do Ano Litúrgico deve estar disponível para que crianças, jovens e adultos possam consultar, e a liderança possa empregar, quando ensinar sobre o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitar o Ano Litúrgico tornou os evangélicos rasos. Não há nada para eles que proíba os pastores de fazer o que quiserem quando quiserem, até mesmo pregar algum sermão em série em pleno Domingo de Páscoa. O Ano Cristão mantém os temas teológicos do Evangelho como a força motriz da pregação, e deixa metade do ano livre para fazer outras coisas. É uma invenção tão inteligente que eu não consigo entender as objeções contra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. O Lecionário. Os evangélicos sofrem demais por não usar o lecionário para a pregação e a leitura pública das Escrituras. Muitos bons lecionários estão disponíveis, tanto em ciclos anuais como em ciclos trienais. Nenhum lecionário é perfeito, mas ele fornece um "recurso primário" para a pregação e a leitura pública das Escrituras. Ele tem a vantagem de sincronizar a congregação com milhares de outras congregações, algo de que os católicos, anglicanos e luteranos desfrutam e muitos evangélicos ignoram completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Também apropriados para a caixa: responsos musicais comuns. Material devocional comum. Ênfase denominacional no culto. Material sobre os compromissos missionários da igreja. Material sobre a história da igreja. Explicações sobre como se tornar membro. Material de divulgação de pedidos e respostas de oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. (Alerta de humor) para alguns batistas: envelopes de oferta. Etiquetas adesivas como crachás. Uma igrejinha de plástico para ofertas de aniversário. Giz de cera para as crianças. Folhas com histórias bíblicas para colorir . Um monte de literatura denominacional antiga numa mesa. Pôsteres da Escola Bíblica de Férias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3311983083589412304?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3311983083589412304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3311983083589412304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3311983083589412304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-2-caixa-de.html' title='Liturgia Evangélica 2: A Caixa de Ferramentas'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-537979316505083386</id><published>2010-05-23T15:13:00.002-03:00</published><updated>2010-05-23T15:16:25.062-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modelos de liturgia'/><title type='text'>Pentecostes!</title><content type='html'>Hoje comemoramos o aniversário da Igreja Cristã!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proposta de culto para o Domingo de Pentecostes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/sP3Dy68H/Liturgia_Pentecostes.html"&gt;Formato Word &lt;/a&gt;(melhor para ler em tela)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/hHEefGg9/Liturgia_Pentecostes.html"&gt;Formato PDF &lt;/a&gt;(pronto para a impressão em formato boletim)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-537979316505083386?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=537979316505083386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/537979316505083386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/537979316505083386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/pentecostes.html' title='Pentecostes!'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4503576889735360319</id><published>2010-05-16T17:33:00.008-03:00</published><updated>2010-07-22T13:27:16.229-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arquitetura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>A Liturgia Evangélica 1: O ambiente de culto</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_l_8ZOc94I/AAAAAAAAA1s/JILN-th6jE4/s1600/FBCLB_MPRoom_2008_0824.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474547497585932162" src="http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_l_8ZOc94I/AAAAAAAAA1s/JILN-th6jE4/s200/FBCLB_MPRoom_2008_0824.jpg" style="float: left; height: 150px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael Spencer (iMonk)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/the-evangelical-liturgy-1-the-worship-setting" style="font-style: italic;"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, 14 de agosto de 2009. Traduzido com permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para &lt;a href="http://www.calvin.edu/worship/stories/architecture.php?part=second"&gt;um ótimo artigo&lt;/a&gt; (em inglês) sobre o design do espaço litúrgico no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Calvin Institute of Christian Worship&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: alguém me perguntou onde foi que eu, um Batista do Sul, peguei a febre da liturgia. Eis aqui &lt;a href="http://organsociety.bsc.edu/photos/KY/Louisville.HighlandBaptist.1979Schantz.Scofield02.jpg"&gt;uma foto &lt;/a&gt;da Igreja Batista de Highland, em Louisville, onde eu ministrei por três anos. &lt;a href="http://organsociety.bsc.edu/photos/KY/Louisville.HighlandBaptist.1979Schantz.Scofield03.jpg"&gt;Do presbitério&lt;/a&gt;. E &lt;a href="http://brokensidewalk.com/wp-content/uploads/2008/11/highland_baptist_01.jpg"&gt;do lado de fora&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto da Nova Aliança pode acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento. Não existe um tipo de lugar especificada nas Escrituras, nem qualquer disposição dos elementos externos do culto que nós somos mandados imitar.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos amigos católicos romanos têm uma abordagem bem intencional, e bem fascinante, do espaço de culto, que busca colocar cada local de culto em um padrão que tenha continuidade com a revelação de Deus na antiga e na nova aliança. O espaço de culto evangélico é certamente afetado por isso, mas nossa abordagem do espaço de culto é mais influenciada por preocupações pragmáticas do culto, a centralidade da Palavra e as várias tradições que influenciam cada congregação em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada no culto evangélico que exija que nos abstenhamos de coisas que possam ser consideradas "católicas". No entanto, é provável que, assim como a Reforma influenciou cristãos e evangélicos com algumas peculiaridades, alguma atenção seja dada a outras tradições, algumas locais, outras históricas, que influenciarão a disposição do espaço de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é importante é saber que um espaço de culto evangélico é livre para ser tão simples ou tão complexo quanto cada congregação individual deseje que ele seja. Deve haver um senso de liberdade na Nova Aliança de se organizar e de se reorganizar o espaço de culto. Os evangélicos devem compreender o conceito de espaço sagrado, mas de uma forma que enfatize o cumprimento dos elementos da Antiga Aliança na Nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um espaço de culto deveria ser chamado? Um templo? Um santuário? Um centro de adoração? Um auditório? Essas escolhas podem refletir a teologia prevalente na congregação em particular, mas nenhuma é determinada na Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo uma compreensão evangélica do Evangelho, no entanto, eu diria que um espaço de culto evangélico deveria conter, no mínimo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mesa para a Ceia do Senhor (é improvável que qualquer evangélico fique confortável em se referir a ela como um altar, o que creio que jamais deve ser feito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um batistério, segundo o entendimento confessional da congregação. Para algumas igrejas, um batistério pode não ser possível por causa dos custos ou da localização (ponto para os protestantes que batizam por aspersão ou efusão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um púlpito. Púlpitos centralizados no presbitério apontam para a centralidade da Palavra no protestantismo, mas um presbitério dividido não é obstáculo para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cópia pública das Escrituras. Isso reconhece que a Bíblia é o livro da Igreja, e não apenas nosso livro individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instrumentos que NÃO fiquem centralizados ou postos em lugares que atraiam atenção para si. De novo, para algumas congregações isso é um problema. Minha objeção é contra colocar a banda ou o órgão em uma posição ostensivamente central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arte que complemente o espaço de culto e, novamente, que não fique em uma posição que distraia a atenção. Faixas, etc., deveriam se integrar naturalmente ao espaço, e não dominá-lo. Para muitos evangélicos, uma cruz (não um crucifixo) é um ponto de foco central apropriado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de bandeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telas de projeção estão se tornando um elemento central de muitos locais de culto. Obviamente, há vantagens e desvantagens, que serão discutidas quando abordarmos hinários e música. Meu argumento é que as telas sejam pequenas, retráteis e, tanto quanto possível, JAMAIS uma presença visual permanente no espaço de culto, mesmo que isso exija algum movimento que cause distração. A semelhança de uma grande tela centralizada com a de um cinema não é para ser ignorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistemas de som deveriam operar pela mesma regra. Eles não deveriam dominar ou chamar atenção, mas complementar e se integrar ao ambiente. Excesso de amplificação é ainda pior do que volume insuficiente. Para muitas igrejas evangélicas, um orçamento limitado e mudanças freqüentes no espaço de culto vão significar que um conjunto de caixas de som móveis devem ser a melhor escolha. Novamente, a atmosfera de "casa de shows" criada por caixas de som grandes e mal-localizadas não ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para iluminação especial. As soluções de iluminação adotadas devem se integrar, e não dominar, chamar atenção ou transformar o espaço de culto em outra coisa. A tentação de brincar com som e luz é demais para muitos líderes de louvor. Moderação é elogiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os assentos são uma questão que depende de muitos fatores variáveis, mas não há nada de errado com conforto, e muito de errado com desconforto e dificuldade de entrada e saída. Há muito para não se gostar nos bancos, e muito para se gostar em uma boa coleção de cadeiras que podem ser reorganizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mencionaria que o culto evangélico é livre para empregar uma grande variedade de meios e de execução, então há muito que se elogiar em um espaço de culto que possa facilmente ser reorganizado para diversos tipos de culto. Novamente, não estamos olhando para nossos espaços de culto como catedrais, e muitas igrejas não têm como ter múltiplos espaços para múltiplos tipos de culto. Se os ofícios de Quinta-Feira Santa e Sexta-Feira da Paixão exigem flexibilidade de organização para uma encenação dramática, isso não precisa ser evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço para o culto evangélico deveria ser flexível, simples, utilizável para vários tipos de ministérios e deixado livre de elementos que distraiam de seu propósito central de reunir o povo de Deus em torno das dádivas de Deus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4503576889735360319?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4503576889735360319' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4503576889735360319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4503576889735360319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/liturgia-evangelica-1-o-ambiente-de.html' title='A Liturgia Evangélica 1: O ambiente de culto'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_l_8ZOc94I/AAAAAAAAA1s/JILN-th6jE4/s72-c/FBCLB_MPRoom_2008_0824.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4077825650828099372</id><published>2010-05-16T14:41:00.008-03:00</published><updated>2010-07-22T13:29:29.637-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série: Liturgia Evangélica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>(iMonk) Nova série: A liturgia evangélica - Introdução</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_BC0-AS9OI/AAAAAAAAA0E/4VU002bCOZo/s1600/Sunday.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471947025020024034" src="http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_BC0-AS9OI/AAAAAAAAA0E/4VU002bCOZo/s200/Sunday.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 200px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 170px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael Spencer (iMonk)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Originalmente publicado em &lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/a-new-series-the-evangelical-liturgy-introduction"&gt;InternetMonk&lt;/a&gt;, em 13 de agosto de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A partir de hoje, a SLR começa a publicar uma série de autoria de Michael Spencer, o falecido iMonk, sobre as igrejas evangélicas (quase universalmente a-litúrgicas do ponto de vista da tradição ocidental) e a relação que elas podem estabelecer com a forma do culto da Igreja universal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;iMonk foi batista de berço, tomou contato com a liturgia histórica ainda no seminário e tornou-se um entusiasta da sua promoção nas igrejas evangélicas, que não costumam ter laços com a tradição cristã histórica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Suas lições podem muito bem se aplicar a igrejas protestantes que perderam o contato com as suas raízes. A SLR agradece, como sempre, a autorização de tradução e publicação desses artigos, dada pelos editores do InternetMonk.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Editor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou começando uma série de breves (espero) posts sobre "a liturgia evangélica". Nestes posts, eu vou pesquisar os elementos básicos de uma ordem de culto protestante tradicional, em uma igreja tradicional. E vou oferecer um breve comentário de cada um desses elementos, na intenção de explicar e desdobrar o que eu vejo como o valor de uma liturgia tradicional evangélica.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo será a partir de um ponto de vista protestante não-anglicano, não-luterano, porque nós (não-luteranos, não-anglicanos) simplesmente nunca falamos sobre isso. (E eu estou animado com o novo livro de Bryan Chapell, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Christ centered worship&lt;/span&gt;, que fala).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta série pode levar uns 21 ou mais posts. Não vou oferecer nenhuma crítica acadêmica aprofundada àqueles que não empregam esses elementos. Estou presumindo que a maior parte dos evangélicos sabem que poucos desses elementos estão sendo empregados nos cultos de formato popular que se desenvolveram no pós-protestantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero deixar claro é o valor desses elementos, e que cada um deles pode, em diversos contextos eclesiásticos, contribuir para o culto comunitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta série vai partir do pressuposto de que o culto público é uma atividade da Igreja reunida, não um evento voltado para os que "buscadores", ou um evento dirigido primariamente aos não-crentes. Muito do que eu descreverei aqui vem de 12 anos planejando os cultos de uma pequena igreja presbiteriana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma série que afirma a minha crença de que o pós-evangelicalismo intencionalmente buscar os recursos da Igreja mais ampla, mais profunda e mais antiga, é o caminho para os evangélicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será examinado na série "A Liturgia Evangélica"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O ambiente de culto&lt;br /&gt;2. As ferramentas&lt;br /&gt;3. Os líderes&lt;br /&gt;4. A Congregação&lt;br /&gt;5. O prelúdio&lt;br /&gt;6. A Chamada à Adoração&lt;br /&gt;7. A Invocação&lt;br /&gt;8. A Leitura Pública das Escrituras&lt;br /&gt;9. Os cânticos&lt;br /&gt;10. O Sermão das crianças&lt;br /&gt;11. A Confissão Comunitária&lt;br /&gt;12. A Declaração de Perdão&lt;br /&gt;13. O Ofertório&lt;br /&gt;14. O Sermão&lt;br /&gt;15. O Credo&lt;br /&gt;16. O Batismo&lt;br /&gt;17. A Ceia do Senhor&lt;br /&gt;18. As Orações do Povo&lt;br /&gt;19. A Oração Pastoral&lt;br /&gt;20. O Silêncio&lt;br /&gt;21. O Convite&lt;br /&gt;22. A Bênção&lt;br /&gt;23. O Poslúdio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um desses assuntos abre várias questões e problemas bíblicos, teológicos e práticos. Quero lidar com como esses elementos se encaixam em um culto na vida real, e não com as muitas polêmicas teológicas envolvidas. A Teologia do Culto, no entanto, será brevemente considerada em cada tópico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4077825650828099372?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4077825650828099372' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4077825650828099372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4077825650828099372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/imonk-nova-serie-liturgia-evangelica.html' title='(iMonk) Nova série: A liturgia evangélica - Introdução'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S_BC0-AS9OI/AAAAAAAAA0E/4VU002bCOZo/s72-c/Sunday.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-1345549460894865043</id><published>2010-05-10T14:07:00.004-03:00</published><updated>2010-05-10T14:10:32.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Manual de instruções para a vida</title><content type='html'>Não tem muito a ver com o escopo do blog, mas este vídeo é bom demais para deixar passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem clicar e assistir direto no youtube, há legendas em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kAIpRRZvnJg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kAIpRRZvnJg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-1345549460894865043?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=1345549460894865043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1345549460894865043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/1345549460894865043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/05/nao-tem-muito-ver-com-o-escopo-do-blog.html' title='Manual de instruções para a vida'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-4085130363361162523</id><published>2010-04-27T18:49:00.006-03:00</published><updated>2010-07-22T13:43:24.437-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>Doutor StrangeLiturgy</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9df99D5cQI/AAAAAAAAAzk/nfb2kbIb2NY/s1600/liturgy2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464942190804955394" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9df99D5cQI/AAAAAAAAAzk/nfb2kbIb2NY/s200/liturgy2.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 140px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Eu tenho amigos em lugares high-church.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Michael Spencer*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.internetmonk.com/archive/imonk-classic-dr-strangeliturgy"&gt;Originalmente publicado &lt;/a&gt;em InternetMonk, em 11 de abril de 2010. Traduzido com permissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A graça de eu estar em pé diante de uma igreja presbiteriana, vestindo toga, recitando o Credo Apostólico e dirigindo confissões congregacionais ainda não se perdeu pra mim. Se ao menos o pessoal da Igreja Batista de Hall Street pudesse me ver agora... eles não estariam rindo. (É Thomas Cranmer ali no canto com o sorrisinho irônico?)&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu cresci com medo de qualquer igreja que não parecesse uma cruzada de avivamento. A primeira vez que eu fui a um culto católico romano, eu estava tão assustado e confuso que eu fugi. Quando todo mundo foi lá pra frente receber a comunhão, eu achei que era a hora do apelo e imaginei que era uma boa hora pra vazar. O stress de tentar entender os genuflexórios foi demais pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo igrejas metodistas me assustavam. Eu simplesmente não entendia o que estava acontecendo, mesmo nas liturgias mais simples, e acreditava que se envolver com elas era ruim para um cristão verdadeiro. “Bom mesmo” era o avivalismo evangelístico, e todos os esforços empregados em trazer gente pro altar, ou melhor ainda, pra cima dele, “dando testemunho” de como eles foram salvos. (Meu amigo anglicano ficava igualmente confuso com nossos cultos batistas, mas ele se virava bem melhor do que eu, que nunca tive coragem nem de visitar a igreja dele.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o avivalismo é que mete medo em mim, e a reconfortante previsibilidade da liturgia comum é o meu lar e da minha família. Quando ministros começam a improvisar e falar sobre “o que Deus pôs nos corações deles”, eu tenho vontade de fugir pela porta dos fundos. O &lt;i&gt;Livro de Oração Comum &lt;/i&gt;de 1928, por mim, poderia se tornar a lei da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus amigos costumam falar de igrejas litúrgicas como se fossem antros de satanismo escancarado. Nelas, cristãos falsos, mortos, presos pelas cadeias papistas da tradição, que apagam o Espírito a cada oportunidade, sentam-se congelados, adorando a Deus numa caixinha e considerando-se a si mesmos os únicos cristãos verdadeiros. Enquanto isso, na Assembléia do Avivamento Livre dos Pentecostais dos Últimos Dias do outro lado da rua, cristãos verdadeiros, livres no Espírito, ficam doidões e curtem o maior barato em Jesus, são salvos todo domingo e vêem Deus operando milagres todo culto. Cantalabashurias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já desisti de tentar me explicar pra essa gente. Como já fui um deles, um carismático ingênuo na minha época de escola, eu sei o quanto esse pessoal é convicto de que igrejas litúrgicas são erradas, e que tudo o que é verdadeiro precisa ser espontâneo. Mas acho que preciso registrar o que encontrei na tradição litúrgica, e por quê eu tirei os meus filhos do avivalismo e os ajudei a achar seu caminho em uma igreja que propositadamente evita as mesmas coisas a que eu mais dava valor quando era batista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A causa de tudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um garoto não pode ser criterioso demais com o que lê. Eu não tenho idéia de onde tirei o (subvalorizado) livro de Robert Webber, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The magic tapestry&lt;/span&gt; (“A tapeçaria mágica”, sem edição em Língua Portuguesa, N. do T.), mas de alguma forma ele se achou nas minhas mãos e eu o li. Várias vezes. E para o meu constante proveito. Foi esse livrinho que me custou uma carreira promissora como avivalista na Igreja Batista do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Webber é um professor de História da Igreja e Teologia que dedicou sua carreira a encorajar os evangélicos a aprofundar sua apreciação das tradições mais amplas do culto cristão. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Magic tapestry &lt;/span&gt;foi minha introdução a uma tradição cristã da qual eu jamais tinha ouvido antes. (O tamanho da minha ignorância desafiava qualquer medida. Eu não tinha idéias verdadeiras sobre qualquer forma de cristianismo além do meu próprio fundamentalismo e do que me falavam sobre os católicos. E a maior parte do que eu acreditava sobre a minha própria gente estava errada também.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá estava o Ano Cristão, os grandes temas da redenção esboçados na liturgia. Aqui estava a Igreja militante e triunfante, e uma profundidade de apreciação da Bíblia como fonte do culto que eu não encontrava no meu cantinho de religião. Aqui estavam os Salmos, as Coletas, os Responsos e outras vozes de um culto simples, bíblico. Ali estavam os laços que uniram cristãos através da História e das denominações; a Igreja una, santa, católica e apostólica. Ali estavam as confissões, os credos, os santos, os mártires e, sim, a liturgia da cristandade. E aparentemente ela era toda minha, embora eu estivesse em uma igreja que acreditava que a maior parte dessa gente estava torrando no inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava cativado. Webber previa que a tradição cristã mais ampla tem um apelo particular para a geração dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;boomers &lt;/span&gt;que se desgostou do denominacionalismo. Eu cresci no coração do denominacionalismo, mas muitas das minhas amizades cristãs mais significativas eram com não-batistas do Sul. Eu sabia que esses irmãos eram cristãos, e sentia que eles eram parte de uma família cristã maior, à qual eu pertencia, mas eu não sabia disso. Webber se concentrou no tema do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Christus Victor&lt;/span&gt;, o Cristo Vitorioso, e me mostrou como o culto da igreja rememora esse tema a cada vez que se reúne para cultuar. Ali estava a Ceia do Senhor como uma grande mesa de comunhão e uma prévia do banquete escatológico do fim dos tempos. Ali estava o Batismo para dentro do corpo de Cristo, não apenas para dentro da “nossa igreja”. Ali estava a aceitação de outros cristãos na grande tradição, em vez de uma exclusão de todos os outros por questões que eram evidentemente triviais ou mesmo falsas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito do livro de Webber em mim foi profundo – e ele continua até este dia, quando eu cada vez mais valorizo a grande tradição da fé que vem da Antiga Aliança para a Nova e pela Igreja de todos os tempos e lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mudando de pato pra ganso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1982, nós nos mudamos para Louisville para que eu pudesse freqüentar o seminário. Eu já tinha trabalhado em tempo integral como Pastor Auxiliar para a Mocidade por três anos antes de voltar a estudar, e não estava interessado de verdade em novas vagas com os jovens. Eu queria pastorear, e me recusei a me inscrever para várias vagas na área de Louisville.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um dia eu fui contatado pela Igreja Batista Highland, uma igreja perto do seminário no bairro do Triângulo Cherokee de Louisville. Highland não era o tipo de Igreja Batista do Sul com que você está acostumado. Pra começo de conversa, ela era extremamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;high-church &lt;/span&gt;pros padrões batistas do Sul no Kentucky, pra dizer o mínimo. A maioria dos pastores da convenção, ao visitá-la, sentiriam que tinham entrado em uma igreja presbiteriana razoavelmente alta. O culto era litúrgico. A Bíblia era lida em três lições. Orações comunitárias, responsos e confissões eram comuns. A música, embora ocasionalmente ciente e apreciadora de suas raízes avivalistas, era bem polida, séria e clássica. O pastor, Paul Duke, era um jovem pregador cujos sermões estavam enchendo a igreja de profissionais e da comunidade acadêmica do seminário. Ele pregava em cima do lecionário e se inclinava mais para Fosdick e Craddock do que para Criswell ou Vines. O belo santuário de pedra era cheio das cores litúrgicas e do Ano Cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tentei não bancar o Zé Buscapé, mas a verdade é que eu estava bestificado. Isso era chique demais pra um garoto do sertão avivalista do oeste do Kentucky. Não, eles não vestiam togas ou usavam incenso, e sim, eles tinham apelos, mas essa era uma igreja intencionalmente plugada na tradição de que Webber estava falando. Nos meus dois anos como ministro dos jovens em Highland, eu fiz um trabalho razoável com os estudantes. Mas aprendi o bastante sobre a Igreja para me mudar pelo resto da vida. Nunca mais me senti confortável no culto típico de uma igreja batista do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seminário reforçou muito do que eu estava aprendendo em Highland. Eu finalmente passei a entender a tradição da igreja, e enxergar o valor de deixar que essa grande tradição substitua o denominacionalimo. Ao mesmo tempo, eu vi algumas das possibilidades de integrar essa tradição com a missão da igreja; as muitas maneiras pelas quais a Bíblia e a tradição, em vez da modernidade e do pragmatismo, podiam moldar o evangelismo e o ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em História da Igreja, eu estudei essa tradição, e em Teologia eu vi o seu desenvolvimento e influência. Pela primeira vez, eu vi como minhas raízes batistas fundamentalistas se relacionavam com aquela tradição mais ampla. Eu compreendi que mesmo nas trilhas de serragem do avivalismo, havia ecos de um culto litúrgico e do &lt;i&gt;Livro de Oração Comum&lt;/i&gt;. Eu notei que o &lt;i&gt;Hinário Batista &lt;/i&gt;de 1956, examinado mais de perto, estava cheio de textos que não foram escritos mês passado em Nashville. Alguns eram traduções de textos latinos antiquíssimos. Letras católicas? No meu hinário!? E essa foi só uma das muitas formas em que meus olhos foram abertos à influência englobadora da tradição cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que eu amo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu amo no culto litúrgico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo o Ano Cristão. Quando eu era empregado nas igrejas, nós éramos mandados organizar o ano da igreja em torno das várias ofertas e ênfases denominacionais da Convenção Batista do Sul. Exceto pelo Natal ou Páscoa, não havia vestígio do Ano Cristão. Era o programa da igreja que unia o nosso culto e a nossa pregação. Eu me lembro de como isso nunca me pareceu estranho até que eu tive filhos. Então ficou óbvio que o Ano Cristão era um meio básico de ensinar a nossas crianças – e a toda a congregação – a história do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Ano Cristão é uma das minhas paixões. Advento, Quaresma, Semana Santa, Epifania, Domingo da Trindade, Cristo Rei, Ascensão, Anunciação, Batismo do Senhor – todos esses dias nos ensinam a história de Jesus e nos pregam o Evangelho. Por que quereríamos negligenciar essa grande herança? Por que não podem todos os cristãos ver o valor na celebração visual e artística do Evangelho que é tornada possível por meio do uso do Ano Cristão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos erros mais tristes do fundamentalismo é presumir que se uma coisa é “católica”, ela é católica romana, e portanto, é veneno. O Ano Cristão é propriedade de todos os cristãos, e eu só posso me alegrar que mais e mais evangélicos de todas as linhagens estejam redescobrindo o Advento e a Quaresma. Tenho esperança de que em breve vejamos o Ano Cristão retomado em todas as igrejas, e uma maior unidade de culto criada como resultado disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo o lecionário. Três passagens da Bíblia lidas em um culto! Nas minhas raízes avivalistas, você podia brandir a Bíblia no ar, bater com ela no púlpito, arrancar páginas dela para ilustrar um sermão e citar versículos isolados, mas não podia ler muito dela exceto na Escola Dominical. Três leituras no culto provavelmente seriam em um programa especial de Natal, ou talvez uma Escola Bíblica de Férias fora de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que isso é irônico. Nas igrejas litúrgicas, a Bíblia é lida o tempo todo e aparece em todas as partes do culto. Já se disse por aí que mesmo que o sermão seja repetidamente ruim, ainda se salva no culto dessas igrejas o Evangelho e uma boa dose de doutrina sólida, só com a liturgia e as orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, pregar no lecionário é uma maravilhosa alternativa ao método “o que quer que o irmão Zezinho sinta no coração esta semana”. Os lecionários unem os cristãos, visto que muitas e diferentes igrejas lêem as mesmas lições e ouvem sermões sobre as mesmas passagens do Evangelho ou das Epístolas. Comentários ao lecionário permitem que pregadores compartilhem suas idéias sobre como abordar o texto. E, é claro, o lecionário mantém a Bíblia no centro do sermão. Você não pode simplesmente correr atrás do tema do dia quando o lecionário está cumprindo o seu papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava em uma igreja anglicana na semana anterior ao referendo sobre a ordenação do Bispo Robinson. O texto da semana, é claro, não tinha nada a ver com o assunto do dia. O pároco, que sentiu que a congregação precisava ouvir sobre o assunto polêmico, fez o texto trabalhar para isso, mas ainda teve de voltar e falar sobre o Evangelho por mais da metade do sermão. Eu achei que isso foi um ótimo exemplo de como o lecionário resiste aos nossos próprios interesses, e nos mantém em cima das Escrituras, pregando Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo os credos, confissões e responsos do culto litúrgico. Nada parece incomodar mais o cristão não-litúrgico do que os pecados gêmeos de: 1. Falar coisas juntos; e 2. Dizer algo toda semana. Por que isso irrita tanto? Aparentemente, essas pessoas acham que não fazem isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hein? O quê? Já ouviu falar de cantar? A maioria das igrejas protestantes passa boa parte do tempo do culto dizendo/cantando as mesmas coisas juntos com tanto entusiasmo quanto conseguem ter, mas se você tirar os instrumentos e a melodia, então estamos marchando para os penhascos do romanismo. Não é besta, isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais; a última vez que eu conferi na minha igreja natal, as orações espontâneas e ministrações da semana foram marcadamente parecidos com os da semana anterior. Pense nos bumerangues semanais tais como a oração de consagração das ofertas feita pelo Diácono João: “Senhor, abençoa estas ofertas, abençoa aqueles que as entregaram. Abençoa os doentes e sê com o nosso pastor. Se houver alguém aqui que não é salvo, permita que eles venham a Cristo antes que seja tarde demais para a eternidade. Em nome de Jesus, amém.” Parece familiar para alguém? Isso faz da Oração de Coleta da semana um oásis de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das minhas horas favoritas no culto é a confissão congregacional. Ficar juntos de pé, dizendo em uníssono as palavras que concordam que nós somos todos falhos e precisamos da graça, eu me sinto em casa. O mesmo acontece com os Credos Niceno e Apostólico, a Oração do Senhor, as perguntas dos catecismos e nossa leitura responsiva do Salmos da semana. Juntos, como um só corpo, sem ninguém tentando aparecer, nós confessamos os nossos pecados, anunciamos a nossa fé e falamos com Deus nas palavras que ele mesmo nos deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo o fato de que o culto litúrgico não é cada pessoa fazendo o que ele ou ela quer fazer. Longe de mim criticar o comportamento individual de qualquer grupo de participantes do culto, mas eu gostaria de sugerir que tem alguma coisa muito errada com um culto onde as pessoas recebem permissão para tentar se superar umas às outras na participação e no entusiasmo. Bem, muitos dos meus amigos chamam isso de ser “livre” no culto, mas esse tipo de liberdade parece ter certas conseqüências previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibicionistas e pessoas que querem atenção realmente entram na dança. Pessoas que querem fazer da vida um palco ou uma tela se sentem convidados a impressionar ... o resto de nós? (Quando é que os intermináveis números de jovens dizendo que foram chamados para o “ministério de louvor” vão acabar?) Distrações são a norma, e o pobre cara que só fica lá sentado é bombardeado com culpa e constantes admoestações para “se libertar” e “gritar/bater palmas/pular/bater os pés/uivar/dançar para o Senhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto litúrgico diz que, se não podemos fazer juntos, provavelmente não vamos fazer. Simples assim. É claro, algumas pessoas se ajoelham e outras não. Alguns cantam mais alto que os outros. Sempre haverá meios para a natureza humana escapar, mas a idéia é cultuar como uma congregação, e a liberdade para adorar a Deus vem junto com a liberdade que ganhamos ao pôr rédeas no ego e na exigência de sermos reconhecíveis pela cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serei direto: algumas igrejas transformaram o culto em um caos vergonhoso, que não tem nenhuma semelhança com o mandamento de “ordem e decência” do Apóstolo. Nós somos seres humanos caídos. Quando se remove qualquer restrição e se nos manda sermos “livres em Deus”, não se assuste se você começar a ter por aí gente correndo, fingindo de bêbados ou sabe Deus o que mais. Sim, essa é a projeção mais pessimista, mas está se tornando verdade demais para ignorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a Deus pela sanidade das igrejas litúrgicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, eu talvez seja ainda mais grato porque a liturgia não sente a necessidade de impressionar o mundo ao ser igual a ele. É a coisa mais não-contemporânea, não voltada-ao-público de que eu tenho notícia na igreja. É o próprio jeito da igreja de ouvir e falar, e até agora o mundo tem tido bem pouco sucesso em transformar a liturgia em um produto comercial para o espírito desta era. Isto não quer dizer que alguns liberais e inovadores não tenham caído na tentação e violentado a tradição do Livro de Oração Comum em nome de alguma coisa moderna. Mas vá a qualquer igreja litúrgica – em qualquer lugar – e maravilhe-se em como muito do cristianismo sobreviveu até mesmo ao massacre promovido pelos blasfemadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo o fato de que muito do que é dito afora o sermão, é preparado de antemão. Em outras palavras, eu amo o fato de não ter de ouvir o irmão Zé ficar falando sobre o que Deus colocou no coração dele ESTA SEMANA!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez eu tive uma longa conversa com um atencioso jovem que não conseguia – absolutamente, não conseguia – entender minha preferência por um culto litúrgico. Eu lhe perguntei se ele nunca  se cansou de ouvir pregadores falando. Só falando, sem parar, pra dar a hora. Especialmente, se ele não enjoava das piadinhas e comentários fofinhos e dos apartes desnecessários. Se ele às vezes não desejava poder simplesmente ir à igreja e ouvir a Bíblia, boas palavras de encorajamento, orações curtas e objetivas e um mínimo de papo alegrinho? Ele admitiu que eu estava certo, mas que não importa o quanto o pregador imitasse o Jay Leno, ele não seria convencido a ir a um lugar onde o culto é lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu entendo que ele se sinta assim, mas uma vez que você esteja dentro de uma boa igreja litúrgica que trabalha para que cada culto tenha seu significado, a impressão de estar seguindo um roteiro dá lugar a um verdadeiro apreço por CADA PALAVRA que é dita no culto. O valor dado a cada frase e a cada oração curta ou responso é um dos mais ricos tesouros da liturgia. As palavras não deveriam ser atiradas em nós como se não importassem, e não deveriam ser usadas para manipular do mesmo jeito que o mundo as usa para vender e corromper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evangelicalismo se tornou um culto das celebridades. Os pastores que lideram o movimento são &lt;span style="font-style: italic;"&gt;superstars&lt;/span&gt;, até mesmo figuras de adoração e quase-culto. A maior parte dos cultos evangélicos encoraja essa imitação do mundo do entretenimento. Músicos, pregadores, líderes de louvor, todos seguem as deixas de estilo, roupa e até jeito de falar, da idolatria do entretenimento da nossa cultura. O culto litúrgico não encoraja isso, e na verdade trabalha contra isso ao restringir o papel do ministro na liturgia. O ministro é o servo da Palavra. Ele é ordenado para o ministério da Palavra e dos Sacramentos, e sua personalidade deve se tornar sua serva, de modo que a Palavra seja ouvida e vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quer que saia da boca de um pregador, são as palavras de um homem. Um homem caído como eu. Eu sei que a liturgia também são as palavras de homens caídos, mas há algo na liturgia comunitária de um culto high-church que mostra o que pode acontecer quando a personalidade é submetida a palavras selecionadas precisamente para dar glória a Deus e não ao homem. A liturgia foi “purificada”, como poucas criações humanas o foram, para trazer as palavras dos homens à sujeição da Santa Palavra de Deus. Eu gosto do resultado, e creio que ele me tem feito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu amo um monte de outras coisas. Eu amo o emprego da arte e da arquitetura para glorificar a Deus. Eu amo os hinos. Eu amo o senso de História. Eu amo a humildade no coração da liturgia. Eu amo o constante retorno à linguagem da Bíblia. Eu amo as vozes do povo através das eras se tornando as vozes dos participantes da minha igrejinha. Eu amo a centralidade dos Sacramentos, especialmente daquela esquecida celebração em torno da Mesa do Senhor. Eu amo a mensagem teologicamente dirigida do culto litúrgico, onde Deus importa mais do que a audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que há para não se amar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto litúrgico pode ser uma coisa muito ruim, os críticos dizem. Ele pode ser vazio, congelado, repetitivo, insincero e elitista. Ele certamente pode subir à cabeça de alguns tipos de pessoas. Como qualquer expressão de culto humano, o uso do ritual pode dar margem a que nossa condição caída transforme as palavra que se diz sobre Deus em mero ruído de fundo para as divagações da mente humana. Ele exige muito mais do que os outros tipos de culto, e você precisa praticar bastante para se tornar bom nele. Ele não é amistoso para os preguiçosos ou os que se entediam facilmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, me parece que a resposta para a “mortidão” no culto não é a simples inovação. Não é rejeitar a liturgia, que nos traz para a tradição cristã nas palavras da própria Bíblia. Os julgamentos da liturgia feitos pelos consumidores do culto moderno não são confiáveis. Ela vai sobreviver e, se nós a valorizarmos, ela irá florescer agora e no futuro. Ela irá durar mais do que as pesquisas e enquetes de mercado, porque ela já durou mais do que todas as modas e tendências que teve de enfrentar, e ainda hoje continua a servir a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reviver a liturgia, trazer novas expressões de culto às formas antigas, nova música, novas abordagens para o culto congregacional, todas estas são tarefas importantes para aqueles de nós que valorizam a liturgia, e crêem que ela deve se fortalecer e sobreviver a estes tempos para uma vez mais testemunhar de Cristo, quando as inovações da era das mega-igrejas emergentes se tornarem as modas abandonadas do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Webber crê que as gerações que vêm após os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;boomers&lt;/span&gt; serão mais abertas à liturgia do que seus pais, porque eles estarão esgotados com as cínicas tentativas de fisgá-los com luzes e gelo seco. A linguagem da liturgia tem um potencial muito rico para alcançar aqueles que estão cansados de televisão e Powerpoint e procuram por simbolismo e substância para se unir a algo rico e verdadeiro. Mesmo igrejas pentecostais/carismáticas têm mostrado uma abertura para rever seu próprio culto e reabrir o diálogo com suas litúrgicas e clássicas raízes cristãs. Há uma exaustão no pessoal do culto moderno, e a liturgia é o oásis que muitos irão encontrar para sua sequidão e cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me alegro por ter-me encontrado no culto litúrgico e em uma apreciação pela mais ampla tradição cristã. Espero que os anos que me restam me dêem oportunidades para compartilhar dessa verdadeira renovação do culto bíblico com muitos dos meus amigos evangélicos. Este é um tesouro que vale a pena encontrar e passar adiante, pois a cada nova geração que descobre o culto da igreja antiga, o próprio tesouro da tradição cristã se torna mais rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Michael Spencer foi pastor batista, fundador e editor do blog &lt;a href="http://www.internetmonk.com/"&gt;Internet Monk&lt;/a&gt;. Ele faleceu no dia 05 de abril de 2010, após anos de luta contra um câncer. Ele é o autor de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mere Churchianity&lt;/span&gt;, que será publicado postumamente em 15 de julho de 2010. A Sociedade pela Liturgia Reformada transmite seus pêsames aos amigos e familiares, e agradece a pronta disponibilidade dos demais editores do Internet Monk em autorizar esta tradução e publicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-4085130363361162523?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=4085130363361162523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4085130363361162523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/4085130363361162523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/04/doutor-strangeliturgy.html' title='Doutor StrangeLiturgy'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9df99D5cQI/AAAAAAAAAzk/nfb2kbIb2NY/s72-c/liturgy2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-3234649021017460952</id><published>2010-04-25T12:46:00.005-03:00</published><updated>2010-04-25T15:17:44.794-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Conselhos litúrgicos grátis!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9RkN5JYxqI/AAAAAAAAAzc/QgIreLcCPYk/s1600/PeanutsLucyLightweight.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 283px; height: 314px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9RkN5JYxqI/AAAAAAAAAzc/QgIreLcCPYk/s320/PeanutsLucyLightweight.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464102437748524706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Jeffrey J. Meyers.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Originalmente publicado em &lt;a href="http://jeffreyjmeyers.blogspot.com/"&gt;Corrigenda Denuo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://jeffreyjmeyers.blogspot.com/2008/10/free-liturgical-advice-1.html"&gt;11 de outubro de 2008&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://jeffreyjmeyers.blogspot.com/2008/10/free-liturgical-advice-4-do-it-dont.html"&gt;27 de outubro de 2008&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. Música de fundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui eu quem escreveu O livro de liturgia (embora eu tenha escrito &lt;a href="http://www.canonpress.org/shop/item.asp?itemid=420"&gt;um livro &lt;/a&gt;sobre o assunto).  Isso não faz de mim um especialista, mas acho que tenho um olho (e um ouvido) bom para apontar idiotices litúrgicas. É isto que eu pretendo fazer aqui: identificar alguns erros de prática litúrgica comumente cometidos em cultos públicos americanos. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corrigenda &lt;/span&gt;litúrgica (coisas a serem corrigidas), se me permitem. A Lucy cobra 5 centavos. Meus conselhos são de graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é meu primeiro conselho: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não toque música de fundo durante a oração pastoral&lt;/span&gt;. Você sabe do que eu estou falando. O piano ou teclado começa a tocar alguma coisa lenta e indefinida, tipo música de elevador, quando o pastor começa a orar. E a musiquinha continua ao longo da oração. Às vezes a idéia é que ela estimule pensamentos "santificados", ou mesmo "espaciais". Sim, eu já ouvi música "espacial" sintetizada tocada durante a oração. Não sei que outro nome dar para isso; é o tipo de música que você ouviria durante uma apresentação no planetário mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa prática é breguice total. É incrivelmente irritante e ridícula! Suspeito que ela venha diretamente dos cultos televisados e de outros "ministérios" televangelísticos. Não faça isso. Só ore. Se as pessoas estão tendo dificuldade de acompanhar suas orações, pastores, então encurtem-nas! Isso mesmo. A maioria das orações pastorais são longas demais. Melhor ainda, use uma forma de oração - uma litania ou uma prece intercessória - que realmente inclua a congregação no ato de orar. Essa sim, é uma idéia nova. Na verdade, não - é uma prática antiga que trata a congregação como participantes da liturgia, e não apenas uma audiência a ser manipulada com música emotiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe a breguice para uma festa brega, onde ela é engraçada de verdade. Mantenha-a fora da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. Não fale, faça!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes eu preciso dizer isto? Quem está me ouvindo? Tem alguém aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pregue outro sermão na Mesa antes da Comunhão. A gente já ouviu um sermão hoje, e se ele foi um sermão presbiteriano, ele provavelmente já foi longo demais. Pra que precisamos de outro mini-sermão antes da Ceia? Chega de falatório! Não precisamos de mais uma explicação comprida ou convite à Mesa antes da Santa Ceia. Simplesmente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sirva &lt;/span&gt;a Ceia como Jesus mandou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa tradição é bem falha nesse departamento. Parece que a gente precisa "cercar" a Mesa com força pra que a Ceia faça efeito, para que o povo a leve a sério de verdade. Mesmo que a gente concorde que é preciso levar a Ceia a sério, o que nos faz pensar que falar sobre isso por 15 minutos antes de servirmos a comida fará diferença? Presbiterianos parecem não conseguir "sacar" o ritual a menos que cada passo seja "explicado" na liturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, a Mesa não tem a nada a ver com nos voltarmos para nós mesmos, nem com termos uma experiência individual com o Senhor. É um evento social, uma refeição ritual com outras pessoas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa para mim que a maioria das igrejas presbiterianas e reformadas não pratiquem a Comunhão semanal. Quem iria querer aturar um chamado tão comprido a uma auto-reflexão "séria" e a uma "genuína" e "honesta" e "verdadeira" e "real" e "interna" apreciação da Mesa toda bendita semana? Eu não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrem-se, eu já discuti esse tipo de coisa &lt;a href="http://liturgiareformada.blogspot.com/2008/08/anunciar-morte-do-senhor.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Talvez eu devesse publicar em série minha exposição na Assembléia Geral da PCA deste ano e postar aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jeffrey Meyers é Ministro da Palavra e Sacramentos da Presbyterian Church of America.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-3234649021017460952?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=3234649021017460952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3234649021017460952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/3234649021017460952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/04/conselhos-liturgicos-gratis.html' title='Conselhos litúrgicos grátis!'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/S9RkN5JYxqI/AAAAAAAAAzc/QgIreLcCPYk/s72-c/PeanutsLucyLightweight.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-9205360288199777145</id><published>2010-03-29T13:04:00.007-03:00</published><updated>2011-12-01T08:50:52.068-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paramentos litúrgicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prática Litúrgica'/><title type='text'>Paramentos</title><content type='html'>Por Douglas Wilson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Originalmente publicado em inglês em &lt;a href="http://www.credenda.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=67:vestments&amp;amp;catid=98:church&amp;amp;Itemid=122"&gt;Credenda Agenda&lt;/a&gt;, em 19 de setembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota do Editor: Embora o Blog não subscreva todos os pontos de vista expressos pelo autor deste artigo, ele levanta alguns contrapontos práticos que geralmente passam em branco na reflexão dos partidários de um protestantismo reformado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-style: italic;"&gt;high church&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lidar com a questão dos trajes clericais, quer dentro do contexto de um Culto Público, quer fora dele, é difícil limitar a discussão a uma questão, apenas. Por exemplo, a questão de "usar paramentos" é uma questão. A questão de que esse uso seja obrigatório ou não, é outra, e ambas às vezes se sobrepõem. Nos estágios iniciais da Reforma inglesa, John Hooper voltou à Inglaterra no meio do reinado de Eduardo VI, e, dado o seu prolífico ministério no púlpito, foi-lhe oferecido o bispado de Gloucester. Ele declinou do cargo por ter escrúpulos quanto ao uso obrigatório dos trajes exigidos pelo Ordinal. Por sua recusa, foi lançado na prisão (por ninguém menos que Cranmer), e uma polêmica se iniciou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; Agora, uma questão é a dos paramentos propriamente ditos -- pode um ministro vestir trajes que o distingam como tal, no desempenho de seu ofício? Eu creio que a maior parte de nós diria "é claro". Mas no caso de Hooper, a questão dos paramentos estava totalmente emaranhada, pelo menos da forma que ele a concebia, com a questão da liberdade de consciência. Nessa polêmica, Ridley defendeu o uso dos paramentos como uma "coisa indiferente". Mas minha paráfrase da réplica de Hooper seria "se é tão indiferente assim, por que é obrigatório?". Nessa polêmica em particular, Hooper eventualmente cedeu, não por ter mudado de opinião, mas porque a força da oposição de seus colegas protestantes à sua postura fê-lo questionar se seria sábio morrer por essa causa em particular. Ele certamente não era covarde ou contemporizador -- mais tarde ele entregaria sua vida como um bispo-mártir fiel sob a tirania de Maria I, a Sanguinária; um sacrifício, esse sim, sobre questões mais fundamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À oposição de Hooper à obrigatoriedade dos paramentos uniu-se o reformador polonês John à Lasco, e a eles se opuseram homens fiéis como Martin Bucer, Peter Martyr, Nicolas Ridley e Thomas Cranmer. E, na opinião de Cranmer, a questão não era, na verdade, usar ou não usar os paramentos, mas sim, quem deveria marcar o ritmo da Reforma das igrejas na Inglaterra. Então, para complicar mais as coisas, uma terceira questão foi misturada com as duas anteriores. Suponha, por um momento, que todos nós quiséssemos nos livrar desses paramentos. Isso deveria ser feito caso a caso pelos ministros que têm escrúpulos quanto a eles, ou deveria ser feito de maneira coordenada e conjunta entre a liderança estabelecida? Cranmer certamente enveredou pelo caminho de uma reforma completa e conjunta, mas [e justamente por isso] não queria certos indivíduos queimando a largada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao aplicarmos essas questões aos dias de hoje, temos de nos lembrar que "queimar a largada" inclui tanto aqueles que se recusam a vestir os paramentos, como Hooper, como aqueles que querem começar a vesti-los, como vem acontecendo com um número cada vez maior de ministros em nosso meio. Nestes estágios iniciais da história de um grupo como a CREC [Comunhão das Igrejas Evangélicas Reformadas dos EUA, N. do T.], um certo grau de variação e experimentação é inevitável, e não é com isso a minha birra. Mas nós devemos estar cientes da tendência quanto a pastores agindo individualmente, e igrejas agindo individualmente, cada um da forma que acha melhor a seus próprios olhos, criando uma mistureba genuinamente americana, e não uma verdadeira cultura litúrgica. Então, quando Cranmer trancafiou Hooper por se recusar a vestir os trajes adequados para sua ordenação como bispo, a questão, na verdade era quanto a quem ia definir o ritmo da Reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso foi uma manifestação precoce das eternas questões que cercam aquilo que veio a ser chamado de "o princípio regulador", mas que na verdade é uma aplicação estritíssima dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como à Lasco definiu, "Nada deve ser adicionado, no que concerne ao Culto Público, que Deus não haja determinado." Mas como dissemos, isso não apenas exclui os paramentos episcopais, mas também os pianos, coros, mulheres recebendo a Comunhão, bancos, púlpitos, cultos aos domingos e Batismo infantil. Talvez nós devêssemos modificá-lo para "Nada deve ser exigido, no que concerne ao Culto Público, que Deus não haja determinado." Nós podemos fazer certas coisas que Deus não ordenou que fizéssemos, como ter um Culto de Natal, mas teríamos dificuldades em justificar a disciplina de um membro da igreja que se recusasse a comparecer a tal culto. Fazer algo porque se tem liberdade de consciência para tanto é uma coisa. Exigir que outros o façam é um abuso da liberdade de consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões que cercam tudo isso não são fáceis, e até agora nós temos três questões de peso -- o uso dos paramentos propriamente ditos, a questão da sua obrigatoriedade, e a questão da tomada conjunta dessa decisão. A essas três, eu adicionaria mais uma: a roupa é uma forma de comunicação, e uma na qual os cristãos evangelicais da América não são nada fluentes. Quando se está aprendendo uma língua nova pela primeira vez, sabemos que não faltam oportunidades para pagar micos. Eu me lembro de uma tirinha em que um garçom chega à mesa trazendo uma tremenda gororoba na bandeja. E diz: "É uma lista telefônica frita. Nós colocamos um nome chique em francês e você pediu!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem-me dar vários exemplos disso. É como os habitantes do Panamá, que só pensam que há dois tipos de frio: com neve e sem neve. Nós tendemos a acreditar que só existem duas categorias de trajes eclesiásticos: trajes eclesiásticos e trajes não-exlesiásticos. E, assim como os panamenhos, nós só aprendemos essa distinção pela leitura de livros sobre lugares que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;têm &lt;/span&gt; essas coisas. Mas para alguém nessa posição, uma vez tomada a decisão de usar paramentos, é isso e pronto. Me vê uma dessas belezinhas! Uma vez que você decide falar francês, simplesmente vá, dando ao seu discurso o embalo daquele &lt;span style="font-style: italic;"&gt;je ne sais quoi&lt;/span&gt;. Sabe? Mas esse é um caminho perigoso para se trilhar. Já ouvi uma vez, o que provavelmente deve ser verdade, que os esquimós têm dezessete palavras diferentes para "neve".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que eu acho que a maioria de nós deveria tomar cuidado com a tendência de ser bem provincial, iletrado e bem americano com essas coisas. Quase todos de nós tomaríamos pau em uma prova que avaliasse o conhecimento sobre o uso e o significado de galões, casulas, roquetes, sotainas, albas (ou sotainas-albas, já que estamos nisso), e estolas. Eu sei que eu tomaria. E eu realmente acho que ninguém deveria começar a vestir essas coisas até entender toda a história e o significado de fazê-lo. Senão, ele pode se ver celebrando a Ceia do Senhor no equivalente litúrgico de uma cueca samba-canção, e a diversão será garantida quando seus parentes europeus aparecerem para uma visita. Mas se, e quando, o ministro souber o que é e de onde vem, é possível que ele não queira mais vesti-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, se você começou a pregar de toga, você usa também uma estola, ou não? E se usa, o faz porque é isso que a Murphy Robes mandou no catálogo? Sabia que, na Igreja da Inglaterra, uma das coisas que distinguiam um candidato evangélico às Sagradas Ordens, era sua vontade de ser ordenado com um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tippet&lt;/span&gt;, e não com uma estola? E note-se que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tippet&lt;/span&gt; ainda dá vitória ao argumento em favor de trajes clericais. É claro, se o carteiro e os jogadores de futebol vestem uniformes, porque não podemos também? Mas esse argumento dos uniformes com freqüência se esquece de que o uniforme não apenas distingue os jogadores de um time daqueles que não são jogadores. Eles também distinguem os jogadores de diferentes times um do outro. Aliás, é essa a sua principal função. Em nosso meio, às vezes falamos como se a única função dos trajes clericais fosse distinguir o clero do laicato. Mas há diferenças entre luteranos e anglicanos, e entre ortodoxos gregos e católicos romanos, e entre metodistas e presbiterianos. E em muitos lugares, há diferenças entre os trajes dos evangelicais e dos não-evangelicais. Eu não estou convencido de que já saibamos o bastante sobre isso. Ainda não sabemos francês o bastante para começarmos a pedir coisas do menu com qualquer grau de confiante extravagância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós devemos estar confortáveis com a diversidade confessional dentro do mundo reformado, claro, e o mesmo vale para a diversidade litúrgica dentro deste mesmo mundo. Mas não deveríamos tentar estabelecer as fronteiras no mapa segundo esses dois critérios diferentes (confessional e litúrgico), senão vamos acabar com dois tipos de fronteiras diferentes, todas conflitantes. Se deveríamos excluir uma confissão anglo-católica, como eu creio que deveríamos, então deveríamos excluir também os ritos anglo-católicos, porque os ritos são poderosos o bastante para trazer consigo a mais apropriada confissão. Não podemos usar dois pesos e duas medidas, dizendo que os ritos (incluindo os paramentos clericais) são agentes poderosos de mudança, quando argüímos a seu favor, mas dizer que são coisas indiferentes e uma simples questão de pano, ao respondermos às objeções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritual é poderoso, e vai dar a forma das sensibilidades religiosas de gerações futuras de maneiras que nós nunca podemos prever inteiramente. Este é o jeito que as coisas funcionam. Mas certamente alguém deveria tentar planejar isso? E em uma questão como o traje dos ministros etc., não deveria a Igreja, como corpo coletivo, ser a entidade que irá fazê-lo? Eu creio que nossas práticas litúrgicas são pelo menos tão importantes quanto nossas confissões de fé, mas temos as alterações em nossa confissão cercadas com arame farpado e campos minados, enquanto alterações fundamentais na nossa liturgia podem ser feitas à vontade do pastor. Isso não é exatamente inteligente. O ritual é poderoso, e rituais diferentes no nosso meio vão, eventualmente, resultar em culturas diferentes. Isso inclui os trajes rituais que adotamos. Por exemplo, uma cultura resultante de um anglicanismo litúrgico é bem diferente de uma cultura resultante de um presbiterianismo litúrgico, ou de uma forma de culto reformada, então, o que quer que façamos, devemos fazer de propósito, e não ao acaso. Aqueles que pensam igual agora deveriam tentar fazê-lo juntos. Por que deveríamos nos empenhar para nos parecer com nossos primos de terceiro grau, que provavelmente não sabem ou não se importam com o que estamos fazendo, mesmo, quando fazê-lo pode causar atritos nas nossas relações com nossos irmãos e irmãs que não estão tão inclinados a ir nessa direção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, não estou escrevendo isso como alguém que tenha algum tipo de fobia contra vestir trajes clericais. Sempre que fui, como pregador visitante, a uma igreja onde o ministro normalmente prega de toga, eu me alegrei em também fazê-lo, e esta tem sido a minha política já há trinta anos. Eu vesti uma beca de coralista quando era garoto, e visto uma toga acadêmica na faculdade New Saint Andrew's toda semana. Ocasionalmente, quando o casal de noivos pede, eu uso a toga ao celebrar seu casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um amigo meu, companheiro de opinião de John Hooper, me cutuca por isso, eu simplesmente digo que gosto de me vestir como John Knox de vez em quando. E, ainda por cima, temos de ter em mente que alguém poderia argumentar que as roupas com que eu normalmente prego -- terno e gravata -- são o uniforme de um vendedor de seguros. Será essa a mensagem que queremos passar com essa roupa? Eu até diria que sim, desde que estejamos falando de seguro de incêndio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, deixem-me reconhecer que eu estou convencido pelos argumentos. Não tenho problemas com os ministros que desempenham seus ofícios togados, nem com ministros que vestem colarinhos clericais em público, desde que eles não saiam por aí dirigindo como porraloucas e mostrando os dedos para os demais motoristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu simpatizo com os argumentos teológicos em favor dos trajes clericais; pode-se achar bons exemplos deles em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Lord's Service&lt;/span&gt;, de Jeff Meyers. E também compreendo a atração das "histórias de colarinho". Nos meios em que circulo, entre um terço e metade dos ministros usam o colarinho, e as oportunidades que isso cria para o ministério com estranhos são simplesmente extraordinárias. Não muito tempo atrás, minha esposa e eu estávamos em uma conferência, e o ministro da igreja que a estava sediando foi nos buscar no hotel. Ele usava um colarinho e, quando entrou no hotel, um garotinho correu atrás dele no corredor e perguntou, sério, se ele precisava ir à igreja para ir pro céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma parte tão marcante de se usar o colarinho que eu me surpreendo da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Campus Crusade&lt;/span&gt; [um equivalente conservador norte-americano da ABU brasileira, N. do T.] não exigir que todo o seu pessoal use. Meu pai tem o dom do evangelismo, e é do tipo que, antes de uma viagem de avião, enche a mala de literatura evangelística, incluindo algum material em urdu, e acontece de se sentar do lado de um falante nativo de urdu. Me assusta pensar o que aconteceria se ele começasse a usar o colarinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser eu um simpatizante, e porque eu freqüentemente me encontro em circunstâncias em que um monte de meus colegas estão "enternados" para a ocasião, eu preciso sempre responder a questões sobre os meus motivos de me abster dos paramentos. E conquanto eu esteja dispondo essas minhas preocupações, é importante notar que eu estou trabalhando com generalizações; não estou falando de qualquer ministro em particular. Parando para pensar, um número de contra-exemplos vem à mente. E, ao mesmo tempo, acho que há algumas coisas que ainda não resolvemos por inteiro. As quatro preocupações que eu levantei acima estão na lista, mas há pelo menos mais uma questão grande para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se adotam os trajes clericais, se está adotando junto as tentações que vem com eles. Isso não é um argumento contra o seu uso, de forma alguma, mas é um argumento contra aqueles que não acreditam que haja ou possa haver tais tentações. Como costumo dizer, quando alguém se matricula em um curso de matemática, a primeira coisa que se vai encontrar são todos aqueles problemas de matemática. A pessoa que diz que esses cursos devem ser evitados por causa dos problemas ("você já pensou no tipo de problemas que vai ter de resolver?!") tem obviamente uma abordagem bem estreita da vida. Mas tem outro tipo de pessoa com uma visão ainda mais estreita: a que se matricula no curso na certeza e na plena convicção de que é impossível que haja problemas de matemática. Pelo contrário, confie na pessoa que se matricula no curso, sabendo que ele vai ser dureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que pode ser dureza no que diz respeito a vestir ou não trajes que distingam o clero? Há algumas questões, pelo menos, que eu acho que tenho espaço para abordar aqui. Primeiro, Jesus falou de um certo tipo de carinha religioso, o "socialite emergente eclesiástico", caçador de honras e glórias para si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo" (Luvas 20.46-47).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um que acredite que esse tipo de personalidade já desapareceu da Igreja é do mesmo tipo de pessoa que acredita que ninguém jamais erra um problema de matemática. E quando Jesus fala das "vestes talares", ele estava na verdade atacando a "atitude talar" de quem as vestia, não os trajes em si mesmos. Ele mesmo estava trajando uma túnica talar quando disse isso. O tipo de pessoa que adora ser chamado de Reverendo Fulano de Tal é o mesmo tipo de pessoa que adorava ser chamado de Rabino Fulano de Tal, e que adora ir a jantares de premiação, e a oportunidade de encher qualquer igreja com suas sonoras invocações ao Todo-Poderoso. Mas vale dizer, eu tenho plena consciência de que esse tipo de personalidade existe também nos ambientes &lt;span style="font-style: italic;"&gt;low church&lt;/span&gt;: o Irmão Sicrano, que insiste em não ser chamado por título algum, do mesmo jeito que os pistolas-altas do Politburo soviético adoravam ser chamados de camaradas. Mas o fato de que outras pessoas são tentadas pelo mesmo problema em outras situações não é argumento para se baixar a guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma tendência humana universal, estar bem ciente dos problemas que se acabou de escapar, e não muito das tentações que se está prestes a encarar. Mas as tentações à frente são sempre as que podem te pegar. Eu estaria muito mais tranqüilo com a volta dos trajes clericais se aqueles que a estão promovendo fossem os que vigorosamente levantassem suas objeções e possíveis armadilhas. Isso significaria, por exemplo, que quando os mais exagerados dos nossos começasse a andar por aí mais empinado que cavalo de desfile, e quando a sua cruz peitoral fosse pesada o bastante para dar ao seu quiroprata alguns desafios únicos de alinhamento, ele deveria estar levantando questões afiadas dos seus colegas de toga, não apenas da tia Marta, a batistona. Isso não é uma impossibilidade: deveríamos pegar para nós essa página do manual do Bispo Jewel, que consentiu em vestir os trajes episcopais pelo bem do Evangelho enquanto manteve para si o direito de falar de alguns de seus aspectos como "bobagens" ou "um grande e ridículo bolo de noiva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, como John Milton uma vez notou, ao refletir sobre um certo tipo de desfile eclesiástico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles exigiam de nós que suportássemos o farfalhar de suas sotainas de seda, e que nos segurássemos em vez de explodir em gargalhadas ao assisti-los desfilando de capas, rendas e bordados pelo jardim, com paralelogramos em suas cabeças".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, existe um tipo de paramento clerical que está para os trajes clericais decentes, assim como desmaiar bêbado na sarjeta está para a taça de vinho no almoço em família no domingo. O fato de que ambos envolvem álcool são um bom motivo, na cabeça da tia Marta, para evitá-los ambos, o que, é claro, não tem sentido. Mas deveríamos estar igualmente preocupados com o cidadão que põe tudo no mesmo saco igual a tia Marta, mas para aprová-los. Mas qualquer um que não acha esse tipo de pavoneamento religioso risível deve ter um coração de pedra, e provavelmente deveria ficar de fora da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha segunda preocupação nesse âmbito é onde os mal-entendidos são possíveis e prováveis. Mas antes de atacar a questão, deixem-me reconhecer que há uma multidão de contra-exemplos que me ocorrem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, minha preocupação é com a efeminação. Não que os trajes e paramentos clericais a tragam em si mesmos; mas sim o que eles são na nossa cultura, e as conotações que esses trajes levaram séculos para adquirir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O traje é linguagem, e assim como as palavras, as peças que usamos têm igualmente denotação e conotação. Como disse acima, estou convencido pelos argumentos quanto à denotação. Mas ao falarmos em público, devemos estar cientes, e termos cuidado, com as conotações daquilo que dizemos. Se eu entabulasse conversa com um estranho no aeroporto enquanto esperasse um avião, e ele me perguntasse o que eu falo, eu não responderia que sou um "bispo". Eu evitaria essa palavra totalmente por causa das conotações. Eu poderia facilmente defender um argumento sobre a denotação (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;episkopos&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;presbyteros&lt;/span&gt; no Novo Testamento são usadas intercambiavelmente, CQD, e pronto. Mas as conotações ainda fariam o negócio afundar, e eu provavelmente não teria tempo de explicar meu argumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denotação do colarinho é bem óbvia. Este é um homem separado para o ministério e vocacionado para o serviço de Deus e da Igreja. É por isso que o colarinho levanta tantos comentários e perguntas, e isso é uma coisa boa. Mas também há um monte de pressupostos de fundo, conotações, que são parte da mistura, e qualquer um que queira oficiar como um ministro bíblico precisa nadar contra a corrente em um grande rio de pressupostos culturais sobre os ministros e seu ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E precisamos reconhecer que esses pressupostos se alinham com a identificação cultural dos clérigos como o "terceiro sexo". Como não existe, na verdade, um terceiro sexo, para os homens isso se traduz numa forma bem estranha de efeminação. Os homens que usam o colarinho, ou vestem a toga, precisam cuidar melhor da sua projeção de masculinidade do que alguns andam fazendo. Sim, a denotação diz que você é um ministro de Deus. Mas o que dizem as conotações sobre o tipo de homem de Deus que você é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui é que os contra-exemplos vêm à mente. Eu conheço um ex-fuzileiro naval que usa o colarinho, e o efeito não é problema algum. Muitos dos homens que eu conheço que usam colarinhos o fazem de uma forma bastante masculina. Me lembram de um certo tipo de clérigo em Wodehouse que lutava boxe ou remava quando estudou em Oxford e desempenhava seus deveres clericais com um entusiasmo forte. Mas o motivo da imagem de Wodehouse ser engraçada é que ela é uma distorção inesperada da reputação popular do homem do clero, uma reputação que em boa parte é merecida, e que devemos levar em conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exceções óbvias, e ministros de verdade precisam mesmo ser durões, mas ainda assim, a reputação dos ministros como homens meio frouxos não é de todo injusta. Gerações de "o jovem mais bonzinho da igreja" foram induzidos pelas senhoras da igreja a considerar o sagrado ministério, e por que essa é uma vocação que (diz o senso comum) não envolve juntas sangrando, e envolve ser muito legal com as pessoas, a igreja passou a considerar esses "rapazes bonzinhos" como os melhores candidatos ao ministério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós conhecemos o tipo, da vida real e da literatura. Os retratos literários são, às vezes, caricatos, e injustos por isso, mas ainda assim eles repercutem em nós, e funcionam, por um motivo. E esse motivo é que essas caricaturas batem com algo que todos nós já vimos na vida real. Desde o salmodiador David nos contos de Cooper, ao Reverendo Kinosling dos contos de Penrod, passando pelo Mr. Collins de Orgulho e Preconceito, nós ministros deveríamos aproveitar a oportunidade de nos olharmos como o mundo nos olha. Precisamos refletir sobre isso mais do que queremos. Quando a briga com os índios esquenta, "o vigário" é quase sempre acanhado e inútil. E quando não é, todo mundo fica surpreso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio é o seguinte: quando um homem veste o colarinho, ele precisa saber que uma certa gravidade masculina é necessária para evitar que o colarinho o arraste (por associação e por conotação) pra uma direção que ele não quer ir. Se ele tem essa gravidade e está ciente das muitas conotações associadas ao clericalismo (e familiar com o anti-clericalismo que resulta delas), eu creio que vestir a toga ou o colarinho pode ser uma coisa muito boa para ele. Legal, vai fundo. Mas a menos que nós tenhamos essa conversa de forma aberta e ampla, outros vão imitá-lo sem pensar muito no assunto, e alguns destes que vão imitá-lo vão ser do tipo frouxo, afrescalhado e afundado até o pescoço na sua efeminação. E quando eles vestirem o colarinho, isso vai terminar de puxá-los pro fundo. Eles já têm a tendência que criou a caricatura em primeiro lugar; são os rapazes bonzinhos que foram pro seminário empurrados por todas as tias da SAF, e então adotam um uniforme que tem tudo a ver com as conotações que o mundo em torno delez faz. Estava assistindo um "reverendo" muito bonzinho outro dia sendo entrevistado na televisão, e ele era tão gentil que só faltou dar tapinhas nas costas da mão da platéia. Estava óbvio, e o colarinho deixou ainda mais óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, eu sei que alguns dos leitores são abençoados em nunca terem passado por nada disso que eu estou falando, e para eles vai parecer que eu estou falando bobagem. Estou feliz por eles. Eles cresceram com um pastor luterano que foi SEAL da Marinha Americana antes do seminário, um homem que deixava uma escarradeira na sacristia, e a conclusão natural é de que o Wilson está exagerando na reação. Tão exagerado que a gente está meio que desconfiando da masculinidade dele, não é não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema do pavoneamento que eu mencionei acima é um mais facilmente reconhecido e lidado com, se não por outro motivo, porque os opositores do uso de trajes clericais já terem levantado todas as passagens pertinentes, e o assunto pelo menos já foi discutido. Mas o nosso problema com séculos de ministros efeminados não foi ainda amplamente reconhecido dentro da Igreja, e ainda é um problema bem arraigado no Ocidente. Eu tenho em alta conta a vocação ministerial, e creio ser esta alta opinião bíblica, mas também creio que um certo tipo de clericalismo foi largamente responsável pela ascenção de um violento anti-clericalismo. Antes de restaurarmos as formas adotadas da primeira vez, não deveríamos discutir o que deu errado?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7706950080632440901-9205360288199777145?l=liturgiareformada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7706950080632440901&amp;postID=9205360288199777145' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9205360288199777145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7706950080632440901/posts/default/9205360288199777145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liturgiareformada.blogspot.com/2010/03/paramentos.html' title='Paramentos'/><author><name>Eduardo Chagas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15567004770434300306</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://4.bp.blogspot.com/_PE0k42bGsP4/TMZE5jYlH6I/AAAAAAAAA50/5V79OQV1950/S220/SoF+Gallery.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7706950080632440901.post-7994267907437323162</id><published>2010-03-04T16:22:00.005-03:00</published><updated>2010-03-05T14:11:37.849-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia do Culto'/><title type='text'>O incomum Livro de Oração Comum: ainda um best-seller, depois de 450 anos</title><content type='html'>&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.reformedworship.org/magazine/article.cfm?article_id=456"&gt;Artigo&lt;/a&gt; originalmente publicado em inglês na revista &lt;a href="http://www.blogger.com/www.reformedworship.org"&gt;&lt;font style="font-style: italic;"&gt;Reformed Worship&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, n.º &lt;a href="http://www.reformedworship.org/magazine/issue.cfm?id=53"&gt;53, Setembro de 1999&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;Por Paul E. Detterman*&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quanto tempo o povo de Deus tem debatido sobre a linguagem e a ordem do Culto? Por quase tanto quanto ele tem se reunido para orar e louvar a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história da Igreja cristã tem sido marcada por épocas de estabilidade, quebradas por períodos de reforma. Quase sem exceção, o repensar da fé da Igreja (Teologia) tem inspirado a revisão do culto da Igreja (Liturgia), nem sempre nesta ordem. A oração, em uma tradição, precisa ser extemporânea (espontânea), ou não será considerada autêntica. Um século depois, aqueles que herdaram a tradição da oração extemporânea estão publicando livros de oração em um esforço para render ações de graças e intercessão a Deus em um estilo e forma considerados mais dignos da atenção divina. Os salmos metrificados de uma geração são os hinos empolados da próxima. Livros de oração, hinários, ordens de culto e lecionários vêm e vão. Governos e denominações ascendem e caem. E através disso tudo, alguns elementos da fé histórica e do culto da Igreja persistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font id="fullpost"&gt;O Pentecostes de 1999 marcou o 450.º aniversário do Livro de Oração Comum (LOC). Anglicanos fazem lembrar, com desculpável orgulho, que este é o mais antigo livro de culto em uso contínuo na Igreja de língua inglesa. Estantes de biblioteca, índices de periódicos e páginas da internet estão repletos da história detalhada e da análise exaustiva d'&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O&lt;/span&gt; Livro de Oração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse aniversário não é simples curiosidade histórica, nem sua comemoração deve ser limitada aos cristãos que respondem a Cantuária. Historiadores da Igreja e teólogos do culto rapidamente nos lembrarão que muita da linguagem do LOC é familiar para incontáveis cristãos que nunca nem mesmo seguraram um exemplar em suas mãos. Esse livro de culto tão incomum, originalmente concebido uma geração antes de Shakespeare, continua a moldar a vida e a fé de cristãos de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Origens do Livro de Oração Comum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora cristãos reformados, luteranos e anglicanos todos derivem uma porção significante de sua teologia e culto das reformas que aconteceram no século XVI, a Igreja da Inglaterra foi única tanto na origem como no resultado de sua reforma. O infame rei britânico Henrique VIII desafiou a autoridade do Papa e conduziu a Igreja da Inglaterra para fora de Roma por motivos tanto pessoais quanto políticos. Liturgia e oração estavam bem embaixo na lista das reclamações do rei. Como resultado, a reforma litúrgica seguiu a separação política a uma distância segura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi senão com a morte de Henrique em 1547 e a coroação de Eduardo VI (que ocorreu entre uma sonequinha e uma troca de fraldas do novo rei) que a reforma da Igreja inglesa floresceu. Em janeiro de 1549, dois breves anos após a morte de Henrique, uma comissão presidida por Thomas Cranmer, o longevo Arcebispo de Cantuária, compilou e apresentou um livro de oração para a aprovação da Convocação da Igreja e do Parlamento. Essa primeira edição do LOC seria extensamente revisada três anos após (1552) e subseqüentemente, banida durante o reinado de Maria I, "a Sanguinária" (1553-1558). Porém, a influência de sua estrutura e o poder de seu texto mudaram a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Católico e Reformado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora pareça ser grosseria discutir genealogias em uma festa de aniversário, cristãos reformados e luteranos devem se lembrar de que, de muitas maneiras, o LOC é, em parte, nosso livro também. O Arcebispo Cranmer estava bem a par do progresso  da reforma da Igreja no continente. Ao longo das décadas de 1520 e 1530, ele viajou pela Europa a serviço de Henrique VIII, e tomou contato com os ensinamentos dos reformadores, dentre os quais Lutero e Calvino, e aprendeu a política da reforma. Cumpre dizer que Cranmer foi essencial para a ida de intelectuais luteranos, calvinistas e zwinglianos para postos-chave das universidades da Inglaterra. As ordens de culto, as posturas e a linguagem das orações, e o entendimento dos sacramentos contidos no Livro de 1549 refletem uma síntese complexa das teologias e práticas católicas e reformadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto muito possa ser dito sobre a estrutura, o estilo e a influência do LOC, talvez mais importante para cristãos da tradição reformada seja a linguagem de suas orações e a centralidade que ele dá à Ceia do Senhor. De certa forma, o Livro conservou certos aspectos da herança de Calvino para seus descendentes diretos, até que estivéssemos prontos para recebê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A linguagem das orações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XVI, a linguagem do culto era uma preocupação central. O culto na língua do povo não era um debate novo nos anos de 1500, nem era o ponto inicial de atrito para muitos dos reformadores. Mas a tradução do culto do latim para o alemão, francês, inglês e muitas outras línguas locais rapidamente seguiram-se às disputas iniciais. Cada reformador teve o seu poeta. Cranmer não foi exceção (embrora o seu possa ter sido uma comissão inteira!). De qualquer forma, desde a primeira edição em 1549, uma marca do LOC foi a beleza de seu texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Coletas (orações curtas que reunem as preces silenciosas do povo nos diversos momentos do culto) são uma marca registrada do LOC. Muitas destas encontraram lugar em publicações reformadas, como o Livro de Culto Comum (PCUSA, 1993). Nos exemplos abaixo, note-se o uso das palavras e imagens que tornam essas orações simples, elegantes e sinceras (confira também o quadro ao final).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Oração ao fim do dia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantém vigia, amado Senhor, sobre aqueles que trabalham, vigiam ou velam nesta noite, e encarrega seus anjos daqueles que dormem. Atende os enfermos, Senhor Jesus, e concede descanso aos que se encontram fatigados, abençoa os que se encontram à morte, alivia os que sofrem, consola os aflitos, defende os que se alegram, tudo isso por amor do teu nome. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coleta para a Quinta-feira Santa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor Jesus Cristo, que estendeste teus braços de amor sobre a dura madeira da cruz, de modo que todos pudessem se aproximar de teu abraço salvador; veste-nos de teu Espírito, de modo que, estendendo nossas mãos em amor, possamos trazer aqueles que não te conhecem que te conheçam e te amem, para a honra de teu nome. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uma oração pelos enfermos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Deus, força dos fracos e conforto dos que sofrem, atende com misericórdia as nossas orações, e concede ao teu servo N. o auxílio do teu poder, de modo que sua enfermidade se torne em saúde, e nosso pesar em alegrias, por Cristo Jesus. Amém.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Nós, na tradição reformada, ainda pelejaríamos por mais quatrocentos anos com a linguagem da oração, criando padrões de intercessão que, se não por outra coisa, se tornariam memoráveis pela sua prolixidade, antes de retornarmos para o estilo do LOC como inspiração para uma nova geração de publicações de auxílio para o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A centralidade da Sagrada Comunhão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De caráter central para o LOC, embora nem sempre para a prática de muitos anglicanos, foi o entendimento do Culto Dominical Central fundado tanto na Palavra quanto no Sacramento. O Livro de 1549 oferecia uma síntese do padrão romano, com os ofícios diários de oração matinal e vespertina, coroados pela Eucaristia no Dia do Senhor. Ao longo dos séculos seguintes, muitas igrejas não-romanas adaptaram suas práticas para se amoldarem à compreensão da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristãos da tradição reformada ainda celebram a Ceia do Senhor em ciclos trimestrais, mensais ou semanais, dependendo dos costumes e tradições regionais e locais das congregações. O LOC tem servido como um lembrete constante da intenção dos reformadores, e como um cutucão perpétuo para aqueles que elaboram os manuais de culto a cada nova geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E daí?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aniversário dessa magnitude é importante para os cristãos atuais, pois serve para nos lembrar de que as lutas que encaramos como oficiantes de culto em 1999 não são nada novas. As reformas da igreja que abalaram a Europa do século XVI não foram, de modo algum, únicas ou surpreendentes. Uma retomada do ensino e da pesquisa passaram a questinoar muita da tradição que evoluiu com a Igreja. Enquanto isso, o poder das Escrituras estava sendo redescoberto por aqueles na Igreja que não estavam contentes em ver os trapos da condição humana desacreditarem a Palavra de Deus. A Reforma era inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Reforma da igreja, que continua a abalar a América do Norte nestes últimos dias do século XX não é única ou surpreendente, pelos mesmos motivos. A mudança continua inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de reforma, aqueles que guiam a Igreja têm muito a aprender e a relembrar. O LOC de 1549 reuniu orações e salmos, litanias e ordens de culto de uma vasta gama de fontes separadas, organizando-as para que fossem úteis nos cultos público e doméstico, e traduzindo textos históricos do latim para a língua do povo. Se a publicação do LOC não tivesse realizado nada mais, isso mesmo já seria digno de nota. Porém, no transcurso do reinado de um infante-rei e em uma era de profunda reestruturação religiosa, o LOC ancorou a reforma da Igreja da Inglaterra dentro da tradição da Igreja histórica. Graças a Deus por esses 450 anos de oração comum, e pelas graças que ainda não conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As Coletas de Thomas Cranmer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que se interessam por mais da contribuição do LOC de 1549 de Thomas Cranmer, confiram &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The collects of Thomas Cranmer&lt;/span&gt;, um novo livro de Frederick Barbee e Paul F. M. Zahl.  As coletas se encontram na linguagem original, e cada uma é seguida de um comentário sobre seu contexto histórico e uma meditação voltada aos cristãos contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Excerto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;ORAÇÕES PARA O ADVENTO, NATAL E EPIFANIA, DO LIVRO DE ORAÇÃO COMUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As seguintes coletas são da edição de 1979 do Livro de Oração Comum da Igreja Episcopal dos Estados Unidos. (Sobre essa forma de oração que conclui, ou "coleta" as orações individuais do povo, confira Reformed Worship n. 52, p 44).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição de 1979 do LOC inclui ordens de culto e orações tanto na linguagem histórica quanto na contemporânea; um dos seguintes exemplos está na forma histórica, os demais, na contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Primeiro Domingo do Advento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus Todo-Poderoso, concede-nos a graça de lançar fora as obras das trevas, e de revestir-nos da armadura de luz agora, neste tempo da vida mortal em que teu Filho Jesus Cristo veio para visitar-nos em grande humildade; concede-nos que, no último dia, quando ele vier novamente em sua majestosa glória para julgar os vivos e os mortos, nós possamos ascender à vida imortal; por meio dele, que vive e reina contigo e o Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Segundo Domingo do Advento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus de misericórdia, que enviaste teus arautos, os profetas, para pregar o arrependimento e preparar o caminho para nossa salvação; concede-nos a graça de ouvir seus alertas e abandonar nossos pecados, de modo que possamos reeber com alegria a vinda de Jesus Cristo, nosso Redentor, que vive e reina contigo e o Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Terceiro Domingo do Advento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifesta teu poder, ó Senhor, e com grande força vem entre nós; e, porquanto somos amargamente abalados por nossos pecados, concede que tua abundante graça e misericórdia prontamente nos socorra e nos salve; por Cristo Jesus, Nosso Senhor, a quem, contigo e o Espírito Santo, sejam toda honra e toda glória, hoje e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quarto Domingo do Advento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Purifica nossas consciências, ó Deus Todo-Poderoso, pela tua visitação diária, de modo que teu Filho Jesus Cristo, em sua vinda, encontre em nós uma mansão para ele preparada, o qual vive e reina contigo, na unidade do Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós Vos imploramos, ó Deus Todo-Poderoso, que purifiqueis nossas consciências por Vossa visitação diária, de modo que, quando Vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, vier em Sua glória, Ele encontre preparada para Si uma mansão; por meio deste mesmo Jesus Cristo, Nosso Senhor, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Natividade de Nosso Senhor: Noite de Natal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Deus, que fizeste esta santa noite resplandecer com o brilho da verdadeira Luz; concede que nós, que conhecemos o mistério desta Luz na terra, possamos também gozá-lo perfeitamente no céu, onde, contigo e o Espírito Santo, ele vive e reina, um só Deus, em glória sempiterna. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Primeiro Domingo após o Natal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus Todo-Poderoso, que espargiste sobre nós a nova luz de teu Verbo encarnado; concede que esta luz, alimentada em nossos corações, possa brilhar em nossas vidas; por Jesus Cristo, Nosso Senhor, o qual vive e reina contigo, na unidade do Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Santo Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo: 1.º de janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai Eterno, que deste ao teu Filho encarnado o nome santo de Jesus para sinal da nossa salvação; planta em cada coração o amor a ele, que é o Salvador do mundo, Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual vive e reina contigo e o Espírito Santo, um só Deus, em glória sempiterna. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Segundo Domingo após o Natal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Deus, que de forma maravilhosa criaste, e ainda mais maravilhosamente restauraste a dignidade da natureza humana; concede que partilhemos da natureza divina daquele que se humilh
